Author: Luciane Costa

Um dos objetivos essenciais do Marketing é vender mais, especialmente quando falamos no Marketing Digital, que permite uma análise muito mais precisa sobre as campanhas para a tomada de decisão. Mesmo assim, ainda são muitas as pequenas e médias empresas que não acreditam nesta área ou, então, que ainda não sabem como gerar leads na internet de forma efetiva.
Nos projetos de nossos clientes com a Fusão Online, os resultados reais para as empresas são nosso principal foco. Por esta razão, ao longo dos últimos anos, temos explorado os principais recursos e as principais oportunidades que a internet disponibiliza a fim de captar o potencial cliente, em diferentes fases de sua jornada de compra.
Neste artigo, vamos compartilhar as práticas mais comuns (e essenciais) se você está buscando entender melhor como gerar leads na internet. Boa leitura!

Por que gerar leads com Marketing Digital?

É possível acelerar a geração de leads e as vendas por meio de diferentes vertentes de Marketing. Outbound Marketing, Marketing Direto, entre outras. De fato, todas elas podem ser bastante efetivas. Porém, quando pensamos no cenário de pequenas e médias empresas, o chamado Marketing tradicional tem se tornado cada vez mais oneroso, devido aos altos custos de produção de material e de inserção de mídia, além da dificuldade de mensuração para uma correção de rota quando necessário.

Por outro lado, desde a sua popularização, o Marketing Digital tem sido um importante aliado dos empreendedores para o crescimento de seus negócios. Isso porque é possível começar com campanhas pequenas e investimentos bastante baixos, ampliando a verba na medida em que os resultados forem se consolidando.

Tomando apenas esta facilidade de não precisar aportar um grande valor antes de começar a visualizar os resultados,  já temos um bom motivo para incorporar estratégias e entender melhor como gerar leads na internet dentro do seu perfil de atuação comercial.

Saiba como gerar leads na internet – dicas para PMEs!

Existem diferentes caminhos relacionados a como gerar leads na internet, independente se a sua empresa for prestadora de serviços, comércio físico ou ecommerce. Veja abaixo, entretanto, o que não deve ficar de fora de sua estratégia sendo uma pequena ou média empresa:

Tenha um bom site

O site é o elemento principal de qualquer estratégia de Marketing Digital e, ainda mais, quando o assunto é gerar mais oportunidades comerciais. Além de ser um “cartão de visitas digital”, no qual potenciais clientes podem encontrar informações sobre a empresa, os produtos e os serviços de forma clara, o site ainda é uma excelente forma de ser encontrado por seus prospects.

Quando bem desenvolvido e construído com otimização para mecanismos de busca como o Google, há grandes chances de obter um posicionamento relevante em seu mercado, atraindo visitantes que podem se tornar compradores. É claro, também é necessário que o site tenha chamadas claras para a ação – formulários para pedido de orçamento, compra online em poucos passos, cadastro para receber mais informações e testes gratuitos estão entre elas, por exemplo.

Construa sua presença digital

Além do site, é importante construir uma presença digital sólida, principalmente com auxílio de redes sociais. No Brasil, somos usuários bastante engajados em redes sociais e as utilizamos para diferentes fins: informação, diversão, relacionamento e, inclusive, compras!

Lembre-se disso ao estruturar sua estratégia abrangendo como gerar leads na internet. E não se preocupe em estar em todos os canais disponíveis, existem redes sociais que fazem mais sentido para o seu público, garanta que ao menos nelas você tenha uma forte presença digital, com um perfil corporativo bem estruturado, postagens relevantes e frequência nas publicações.

Aposte em social selling

Além dos páginas e perfis corporativos em redes sociais, há outra oportunidade para geração de leads na internet por meio destes canais com estratégias de social selling (vendas sociais). Para o segmento B2B, o LinkedIn tem sido um importante meio de construir reputação profissional do empreendedor e dos líderes de vendas.

A estratégia de social selling prevê a utilização dos perfis dessas pessoas para impulsionar relacionamentos com outros profissionais que estejam dentro do perfil de potencial cliente, inclusive com abordagem comercial por esta mídia, levando a um agendamento de reunião ou ao envio de material informativo sobre a solução oferecida, por exemplo.

Invista em mídias digitais

Uma das formas mais efetivas para gerar leads na internet em curto prazo é este: criar e gerenciar campanhas em mídias digitais como Facebook Ads, LinkedIn Ads ou Google Ads. Para isso, entretanto, é necessário conhecimento atualizado e aprofundado sobre essas ferramentas de gerenciamento de campanhas digitais.

Boa parte da crença que alguns pequenos e médios empresários têm de que Marketing Digital não funciona está justamente associada a campanhas mal gerenciadas, que tornaram-se apenas despesa sem um retorno financeiro e comercial concreto. Por esta razão, tenha em seus planos contratar um profissional ou uma agência especializada em Marketing Digital.

Produza conteúdo

Para gerar leads na internet de forma contínua e sem precisar aumentar significativamente o orçamento das campanhas, a produção de conteúdo deve estar entre um dos elementos principais de sua estratégia. Aqui entram artigos para o blog, posts em redes sociais, infográficos, podcasts, webinars, vídeos, ebooks, manuais, guias… qualquer que seja o formato, quando desenvolvido com qualidade, o conteúdo será capaz de aproximar você de seu potencial cliente.

Produção de conteúdo, inclusive, está no centro das estratégias de SEO, de redes sociais e de Inbound Marketing. Ou seja, até dá para começar com uma produção mais tímida, porém, com o tempo, será preciso diversificar e ampliar a qualidade desses materiais para que ofereçam o suporte necessário para a sua estratégia.

Qualidade, inclusive, é um fator elementar: pense em seu prospect e no que ele gostaria de aprender ou sobre o que precisa de mais informações, assim como em que formato e com qual nível de aprofundamento. Caso contrário, existem chances de sua empresa construir um posicionamento frágil sobre si mesma.

Crie landing pages

As landing pages são as páginas criadas, principalmente, para captura de cadastros, seja pela divulgação de um material, seja para inscrição em um evento ou, até mesmo, para solicitação de mais informações comerciais de sua solução.

Essas páginas permitem uma taxa de conversão muito maior, pois evitam que o usuário seja perdido pela navegação entre páginas ou por não encontrar informações suficientes sobre o que estava buscando. Na medida em que iniciar as suas campanhas de mídia digital e a produção de seus conteúdos para download, tenha elas como parte de sua estratégia!

Mantenha réguas de relacionamento

As réguas de relacionamento com prospects, gerenciadas por meio de plataformas de automação de Marketing como o RD Station, da qual somos parceiros, permitem a otimização e a automação de suas interações por e-mail, a nutrição de potenciais compradores ao longo do tempo e a análise de dados sobre comportamento digital para a tomada de decisão.

Desta forma, a sua equipe comercial perde menos tempo em qualificação e follow up dos leads, assim como você consegue construir um relacionamento muito mais sólido com eles, aumentando as chances de se tornarem de fato clientes.

Envie campanhas de e-mail marketing

Por fim, não se esqueça do potencial das campanhas enviadas por e-mail marketing. Por mais que alguns acreditem que essa estratégia não surta mais efeito, de forma geral, as organizações têm colhido bons resultados por meio do envio de mensagens que comunicam ofertas especiais, lançamento de produtos ou algum benefício para a sua base de contatos.

Lembre-se, apenas, de manter as boas práticas no envio destes e-mails, segmentando apenas pessoas que se inscreveram em suas listas ou fazem parte de alguma base própria de contatos, como inscritos em um evento, visitantes de sua loja, ex-clientes, entre outros.

Do planejamento à mensuração

Para aproveitar todo o potencial de como gerar leads na internet, mais do que conhecer as ações, é importante ter uma estratégia que considere do planejamento das campanhas até a sua mensuração – com ações a serem tomadas com base nos dados obtidos.

Na nossa opinião, é isso o que torna as campanhas digitais efetivas, visualizá-las como estratégias completas muito mais do que como ações isoladas, que não podem não gerar conhecimento sobre o seu público e sobre a sua marca suficiente para que sejam feitos ajustes e otimizações – e, desta forma, colher sempre melhores resultados comerciais!

Não é de hoje que os influenciadores ocupam um papel de destaque no Marketing e na Publicidade. Há muitos anos, empresas e organizações buscam nomes que as ajudem a vender mais determinado produto ou serviço e a chegar em seu público potencial de forma certeira.
Com o tempo, porém, a influência tem migrado das grandes celebridades para aqueles que se consolidaram no ambiente virtual, com o compartilhamento de conteúdo em blogs, canais de YouTube e redes sociais.
Os influenciadores digitais, porém, apesar de serem excelentes embaixadores para as marcas, demandam uma estratégia muito bem pensada para trazer resultados reais.
Por este motivo, neste artigo vamos compartilhar os principais elementos que embasam as ações de relacionamento com influenciadores digitais que executamos nos projetos de nossos clientes na Fusão Online. Confira!

O que são influenciadores digitais?

Em primeiro lugar, achamos importante definir o que são influenciadores digitais, que também podem ser conhecidos por digital influencers, creators e criadores de conteúdo. Eles são pessoas que possuem um poder de influência sobre determinado público, podendo contribuir na decisão de compra de determinado produto ou serviço ou até mesmo na adoção de determinados comportamentos.

Os influenciadores digitais ocupam as mídias consideradas não tradicionais para disseminar suas mensagens e, ao contrário das celebridades que possuem uma imagem idealizada e distante junto ao público, eles são vistos como pessoas próximas, espontâneas e acessíveis.

Influenciadores e microinfluenciadores digitais

Quando falamos em ações de marketing para empresas de pequeno e médio porte, porém, já não são mais os grandes influenciadores que ocupam destaque como tendência a ser seguida – inclusive pelo alto custo de incluí-los em campanhas digitais.

Neste contexto, os microinfluenciadores têm se mostrado como escolha muito mais assertiva, tanto em termos de investimento quanto de retorno gerado. Com número menor de seguidores e, na maioria das vezes, voltados a um nicho específico de público e de conteúdo, esse perfil de influenciador digital é uma das maiores apostas para as marcas nos próximos anos.

As principais vantagens de se investir em microinfluenciadores está no engajamento e na proximidade que possuem junto aos seus seguidores, possibilitando uma taxa de conversão maior do que ao se focar em grandes nomes. Atualmente, mesmo as marcas de maior porte já começam a apostar nos microinfluenciadores, com a divisão de sua verba em vários nomes para melhores resultados.

Por que apostar em marketing de influência?

Mas, por que investir em microinfluenciadores se você é uma marca de pequeno ou médio porte? A partir de nossa experiência, mesmo estratégias de marketing com recursos limitados podem incluir este tipo de ação para ampliar resultados a partir de alguns benefícios principais:

  • Entender melhor seu perfil de público e contar com a experiência do microinfluenciador para trazer insights sobre o relacionamento com estas pessoas;
  • Co-produzir conteúdo relevante e autêntico, com um apelo muito menos institucional e que, portanto, gera mais engajamento;
  • Chegar ao público que não consome mídia tradicional – mesmo os anúncios digitais, que já são bloqueados por significativa parcela dos usuários;
  • Gerar reconhecimento de sua marca, com associação a um nome respeitado pelo seu público potencial;
  • Aumentar o tráfego de seu site ou blog e ampliar o número de seguidores em redes sociais;
  • Efetivamente gerar resultados de vendas ou de geração de leads para serem trabalhados a médio e longo prazo.

É claro, para chegar nessas vantagens ao trabalhar com microinfluenciadores é necessário primeiro desenhar uma campanha, com objetivos específicos a serem alcançados e definição clara sobre o que será feito. Apenas contratar o microinfluenciador e esperar que a mágica aconteça pode ser um tiro no pé.

Como encontrar microinfluenciadores relevantes para seu público?

Para colher bons resultados a partir de ações com influenciadores digitais e microinfluenciadores, um primeiro passo muito importante é encontrar a pessoa certa (ou as pessoas certas) para influenciar seu público em relação à sua marca, ao seu produto ou ao seu serviço.

Como você deve ter acompanhado, não foram poucos os escândalos envolvendo declarações polêmicas de influenciadores digitais recentemente. Por isso, antes de contratar qualquer ação, é preciso entender se aquele produtor de conteúdo realmente possui um perfil que combina com a sua empresa em termos de posicionamento e de comportamento.

Veja abaixo alguns caminhos para encontrar microinfluenciadores que podem contribuir para seus resultados de Marketing e Vendas:

  • Busca em redes sociais por temas associados ao seu negócio;
  • Pesquisa junto aos clientes atuais da sua empresa;
  • Utilização de ferramentas pagas como Airfluencers;
  • Contratação de uma agência para realização do mapeamento.

Em todos os casos, é importante levar em conta, ainda, alguns fatores para a escolha:

  1. Número de seguidores não é o mais importante, mas sim a conexão do microinfluenciador com o público;
  2. Alguns microinfluenciadores não estão dispostos a fazer parcerias com as marcas, por isso é bom filtrar algumas opções antes de bater o martelo;
  3. Como falamos anteriormente, olhar para o histórico é essencial, um trabalho que demanda algum tempo, mas que faz toda a diferença na prevenção de qualquer risco.

Contar com algum tipo de assessoria especializada também é importante, assim a sua empresa evita o risco de uma abordagem que possa ser mal interpretada, trazendo mais prejuízo do que benefício para a sua empresa.

Construção de relacionamento com microinfluenciadores

Falando em evitar riscos na contratação de microinfluenciadores para sua estratégia de marketing, a construção de relacionamento é um elemento fundamental, antes, durante e, principalmente, depois da ação realizada.

Microinfluenciadores não possuem, necessariamente, como motivação principal para ações com as marcas a remuneração que isso trará. Muitas vezes, envolver-se em uma causa e obter ganhos como maior número de seguidores, associação a uma marca de qualidade e mesmo obter benefícios como brindes e amostras pode ser suficiente. Porém, até ter certeza disso, é preciso conhecer os reais interesses dos escolhidos para associação com a sua empresa.

Existem, ainda, uma série de boas práticas a serem consideradas no relacionamento, inclusive algumas delas consolidadas no Código de Conduta produzido pela Abradi, a Associação Brasileira dos Agentes Digitais.

Mais uma vez, contar com um profissional ou com uma agência parceira para condução desse relacionamento pode ser um caminho que garanta melhores resultados e um relacionamento de longo prazo, independentemente do término da ação contratada.

Não se esqueça: monitorar o ROI é essencial

Por fim, como qualquer outra ação de Marketing realizada pela sua empresa, a contratação de influenciadores digitais ou de microinfluenciadores precisa trazer retorno do ponto de vista de Marketing e Vendas.

Mencionamos anteriormente que as ações com produtores de conteúdo devem fazer parte de uma estratégia concreta, com objetivos claros e ações definidas para chegar até eles. A partir de então, é necessário medir o retorno sobre o investimento – considerando, é claro, o motivo pelo qual realizou este aporte financeiro.

Se a sua ação visa a ampliar o reconhecimento de sua marca pelo público, por exemplo, avaliar o aumento de seguidores nas redes sociais e controlar o número de visitantes pelo Google Analytics por meio de links com tags é um caminho. Caso o objetivo, por outro lado, seja a consolidação de vendas ou a geração de leads, o impacto na receita deverá ser medido, inclusive em um período maior de tempo.

O importante é que não negligencie essa mensuração, levando em conta que, muito mais do que imagem, o relacionamento com microinfluenciadores e influenciadores deve também trazer resultados concretos!

Se você está na liderança de uma empresa ou faz parte de um time de Marketing, certamente já teve algum contato com as ferramentas de chat automatizado ou agentes virtuais. Mas você sabe realmente o que são chatbots e tudo que é possível fazer com eles dentro de sua organização?
Esta é uma das maiores tendências no mundo do Marketing hoje, que já está trazendo ganhos significativos para muitos negócios e que, certamente, ainda irá transformar muito a área. Por esta razão, aqui na Fusão Online temos implementado os chatbots nas estratégias de nossos clientes e experimentado as diferentes possibilidades trazidas por eles.
Neste artigo, vamos compartilhar alguns caminhos para quem está querendo começar a usar chatbots ou, simplesmente, deseja aprimorar as suas ações já existentes. Confira!

O que são chatbots?

Para entender o que são chatbots, é preciso compreender as novas possibilidades trazidas pelas tecnologias de Inteligência Artificial e de Machine Learning, que permitiram o desenvolvimento desses agentes virtuais.

Por meio do uso de algoritmos para coletar dados, analisá-los e tomar decisões a partir deles, os chatbots (que em sua essência são um software) automatizam respostas, facilitando a interação com o público. Na prática, os chatbots são ferramentas capazes de receber uma mensagem, interpretá-la a partir de uma biblioteca de informações e respondê-la a partir desta análise.

Por meio do Machine Learning, os chatbots são capazes, ainda, de avaliar as respostas oferecidas pelos usuários e entender o quanto foram efetivos, para aprimorar ainda mais as interações.

É claro, existem softwares mais e menos desenvolvidos, mas, de toda forma, já é possível gerar conversas bastante personalizadas mesmo a partir das ferramentas mais simples!

Para que podem servir os chatbots?

Os chatbots podem ter inúmeras funcionalidades para os negócios, basta haver demanda para algum tipo de automatização na interação com pessoas por meio do ambiente virtual. Listamos abaixo, porém, as principais funcionalidades para as empresas de pequeno e médio porte, que podem ser adotadas com facilidade e apoio de um parceiro especializado:

Atendimento ao cliente

Esta é a função mais básica de um chatbot, atuar como um agente virtual para realizar o atendimento ao público, mesmo que seja apenas na etapa inicial da interação.

É possível instalar a ferramenta em múltiplos canais e criar uma biblioteca com as respostas para as perguntas mais frequentes de seus clientes e prospects.

Agendamento de reuniões, consultas ou reservas

Para as empresas que possuem alguma demanda de agendamento de compromissos com o público, como consultas médicas, atendimentos ou mesmo reservas em estabelecimentos, os chatbots também podem ser uma excelente ferramenta.

Desta maneira, não é preciso que o usuário envie as informações para, apenas depois de uma análise humana, obter a confirmação de seu agendamento.

Vendas

Os chatbots também podem ajudar no processo de vendas, tanto no suporte à geração de leads, com coleta automatizada de informações, quanto no atendimento ao potencial cliente, solucionando as principais dúvidas e até mesmo indicando o produto ou pacote de serviços ideal para a necessidade.

Identificação do usuário

Outra funcionalidade interessante dos chatbots é fazer a identificação do usuário desde o início de sua visita a um site ou página, podendo oferecer uma experiência personalizada a partir de então e, ainda, segmentá-lo em algum perfil para abordagem comercial ou estratégia de marketing.

Pesquisas

Por fim, também indicamos usar os agentes virtuais para realização de pesquisas, mesmo que simples, como a aplicação do NPS (Net Promoter Score), com a tomada de decisão imediata na interação com o usuário.

Por que usar chatbots?

Todas as funções que indicamos acima podem ser executadas sem o uso de chatbots e tecnologias de Inteligência Artificial e Machine Learning. Por que, então, adotar um software deste tipo na interação com o público?

Automatização de processos

O motivo mais importante para adotar chatbots está conectado à automatização de processos. Em tempos nos quais a produtividade se tornou ainda mais determinante para o sucesso dos negócios, investir em automação significa também a possibilidade de escalar atividades e de ter o foco da equipe dedicado a atividades mais estratégicas – que também trarão maior retorno para a empresa.

A automação, em todas as esferas da nossa vida, é uma forte tendência. Não podia ser diferente na área de Marketing, não é?

Disponibilidade no atendimento

Outro motivo importante para a adoção de chatbots é a maior disponibilidade no atendimento, independente do horário e do dia da semana. Como sabemos, o comportamento do consumidor na internet cada vez menos se restringe ao horário comercial e, ao mesmo tempo, manter equipes de atendimento virtual 24×7 torna-se oneroso e inviável para o orçamento.

Desta forma, com os agentes virtuais, mesmo em períodos como feriados e finais de semana, é possível responder às principais dúvidas e encaminhar um contato, agilizando o atendimento.

Integração com ferramentas de CRM, automação de marketing e helpdesk

Por fim, a última vantagem de usar chatbots que apontamos por aqui é a possibilidade de integração automatizada com outras ferramentas usadas pela sua empresa, como CRM, automação de marketing e helpdesk. Para que não seja perdido nenhum detalhe da interação realizada, já existem ferramentas que se conectam às principais opções de sistemas disponíveis no mercado.

Onde podem ser aplicados chatbots?

Depois de saber melhor o que são chatbots e as principais vantagens de investir neste tipo de software para Marketing e Vendas, veja abaixo quais são os canais mais comuns nos quais são aplicados:

Redes Sociais

O Facebook Messenger já permite há algum tempo a criação de mensagens automatizadas para o atendimento ao público e a realização de ações promocionais, de forma bastante simples. Para outras mídias sociais, como Instagram, é possível utilizar ferramentas com integração via API ou links externos.

WhatsApp

O WhatsApp também está dando os primeiros passos nos recursos de chatbot em sua ferramenta WhatsApp Business. Recentemente, a empresa lançou esta ferramenta para grandes empresas, mas, nos próximos anos, devemos ver novidades também para os negócios de menor porte. Vamos ficar de olho!

Site ou blog

O site ou blog de sua empresa é um rico campo para instalação de software de chatbot, inclusive pela possibilidade de escolha da ferramenta e pela propriedade para configuração da melhor maneira para o seu negócio.

É possível instalar o chatbot apenas em páginas específicas ou até personalizar a abordagem dependendo do conteúdo, melhorando ainda mais a experiência do usuário.

Página de conversão

Além das páginas do site ou do blog, nas páginas de conversão, como landing pages, os chatbots possuem a função de captar os leads de forma ainda mais efetiva que os formulários em alguns casos. Já são muitas as empresas utilizando este tipo de ferramenta em suas campanhas, obtendo bons resultados.

Comece pequeno, mas não deixe de testar!

Quando falamos de qualquer tendência em Marketing Digital, nossa recomendação é: não espere ela se consolidar como algo comum a todos seus concorrentes por ser um pequeno ou médio negócio. Muitas das novas tecnologias disponíveis no mercado, como as ferramentas de chatbot, podem começar a ser usadas de forma reduzida, com pequenos passos que já podem trazer bons resultados.

No caso dos agentes virtuais, por exemplo, é possível iniciar uma estratégia utilizando a ferramenta do Facebook Messenger, realizando testes por lá, para depois migrar e ampliar as ações para os outros canais, com melhor entendimento sobre o perfil de interação de seu público, por exemplo.

Por isso, sem receios! Mapeie as principais demandas de atendimento que podem ser automatizadas em sua empresa e busque um profissional ou agência especializado para começar a implementar o uso de chatbots!

Em um país com uma cultura tão social como é o Brasil, não é por acaso que as marcas (das micro até as macro), escolhem as redes sociais como um importante canal para se relacionar com seus clientes e prospects. Apesar do uso consolidado de ferramentas como o Facebook e o Instagram, entretanto, ainda percebemos que existe muito a ser explorado quando o assunto é Marketing no LinkedIn.
Justamente por esta ser a rede social com maior apelo e abertura para gerar negócios, achamos importante compartilhar nosso conhecimento e nossa experiência no planejamento e na gestão desta ferramenta nos projetos executados para nossos clientes. Confira!

Muito além de RH: conheça as ferramentas do LinkedIn

O primeiro ponto importante a trazer sobre o LinkedIn é que, apesar de ter uma forte utilização por parte de candidatos e recrutadores, ela não é uma rede social voltada apenas para o universo de Recursos Humanos.

Pelo contrário, ao longo dos últimos anos, a empresa tem desenvolvido novas funcionalidades voltadas para as estratégias de Marketing e Vendas, com recursos avançados para promover marcas e prospectar potenciais clientes.

As soluções corporativas do LinkedIn, combinadas a um planejamento bem executado, têm auxiliado empresas brasileiras a tornarem as suas campanhas mais assertivas e a chegarem de forma bastante direcionada aos seus potenciais clientes. Ou seja, se você pensa que o LinkedIn serve apenas para quem está procurando emprego ou precisa encontrar candidatos… está na hora de se aprofundar nas possibilidades disponíveis para Marketing e Vendas!

Principais recursos de Marketing no LinkedIn?

Quando falamos em soluções de Marketing e Vendas no LinkedIn, podemos listar alguns elementos principais:

1.Company Pages ou Páginas de Empresa

São as páginas de empresas dentro desta rede social, nas quais é possível associar vagas de emprego abertas, grupos de discussão e também Showcase Pages, que são páginas específicas de produtos ou serviços.

As páginas também possuem um feed de publicações, onde sua estratégia de conteúdo será compartilhada – da mesma forma como acontece no Facebook.

2.Ferramenta de Anúncios

Este é o mecanismo de gestão de campanhas de sua Company Page dentro do LinkedIn. A partir desta ferramenta, é possível programar diferentes tipos de anúncios e fazer segmentações a partir de informações como cargo, área de atuação, experiência, nome da empresa, entre outros.

Assim como outras ferramentas de publicidade online, também estão disponíveis as opções de segmentação por retargeting por meio de cookies de navegação ou por meio de lista de e-mails.

3. Sales Navigator

Esta é, na verdade, a ferramenta de vendas do LinkedIn, que permite segmentações avançadas e envio de mensagens comerciais para prospects, inclusive com integração com algumas ferramentas de CRM. Mas, como Marketing e Vendas não deixam de andar juntos, toda estratégia de Marketing no LinkedIn deve considerar também esta possibilidade e como esta ferramenta pode ser utilizada de forma mais eficiente pelo time comercial!

Marketing no LinkedIn: por que vale a pena investir?

E vale mesmo a pena iniciar ações em mais uma rede social? Especialmente se a sua marca atua no segmento B2B e com um processo de vendas mais complexo? Essas são perguntas que ouvimos com certa frequência dos nossos clientes e a resposta, invariavelmente, é sim!

Para ajudar nesta decisão, veja abaixo alguns números importantes sobre a presença desta rede social no mercado brasileiro:

  • 34 milhões de brasileiros estão cadastrados no LinkedIn;
  • 1 em cada 3 profissionais possuem conta nesta rede social;
  • 49% dos tomadores de decisão de empresas utilizam o LinkedIn para fins profissionais;
  • 31% de crescimento no tempo que os usuários ficam ativos na rede (comparativo entre junho de 2017 e junho de 2018).

Fonte: Midia Kit LinkedIn

Vale mencionar, ainda, que boa parte desses usuários aderiram ou se tornaram mais engajados na rede social nos últimos anos, quando ela começou a crescer de forma acelerada no Brasil e no mundo.

O que incluir na sua estratégia de LinkedIn Marketing?

Mas, se de fato vale a pena iniciar uma estratégia de Marketing no LinkedIn, quais são as ações recomendadas e os caminhos mais indicados a seguir para alcançar bons resultados? Abaixo listamos os principais eixos que consideramos ao planejar campanhas nesta rede social para empresas de pequeno e médio porte e atuação no mercado B2B.

Produção de conteúdo

Este item é básico, qualquer empresa que deseje ter sucesso ao investir em Marketing no LinkedIn precisa ter uma estratégia de conteúdo bem planejada para tal. E isso não significa apenas replicar o que já é feito no Facebook ou no Instagram.

Cada mídia social tem as suas próprias características e especificidades, portanto, demandam conteúdo que atendam ao que o público busca e considera interessante em cada uma delas. Ou seja, aquela frase motivacional pode funcionar muito bem no Instagram, mas no LinkedIn, dependendo do seu público-alvo, pode ficar bastante fora de contexto.

LinkedIn Ads

Já falamos sobre a ferramenta de anúncios do LinkedIn e, de fato, se a sua empresa está começando uma estratégia nesta rede social, fazer anúncios pagos é um empurrãozinho bastante necessário para acelerar o crescimento. Cada vez mais, assim como no Facebook, os resultados orgânicos se tornam mais restritos e a escalabilidade de uma página corporativa demanda anúncios muito bem direcionados como apoio.

Fazer anúncios pagos é importante, ainda, para acelerar a geração de leads, utilizando formatos para coleta de cadastros ou monitorando o acompanhamento de conversões. Em alguns casos, o LinkedIn é uma mídia paga que pode ser mais efetiva que o Google Ads ou o Facebook Ads.

Marketing pessoal

No segmento B2B, o marketing pessoal é essencial. Ao elaborar um planejamento de Marketing no LinkedIn, portanto, considere como os perfis pessoais dos executivos do negócio podem ser melhor posicionados nesta rede e de que forma as interações com clientes e prospects podem ser ampliadas.

Utilizar recursos como produção de artigos, compartilhamento de insights e mesmo prospecção 1 a 1 ajudam a promover a marca da empresa como um todo a partir de uma conta pessoal.

Social Selling

Social Selling é a venda a partir de redes sociais – não somente no LinkedIn, inclusive. Uma estratégia deste tipo pode ser conduzida tanto a partir dos perfis dos vendedores, quanto com o apoio da ferramenta Sales Navigator, que permite uma escala muito maior.

Apenas, o importante a lembrar é que a abordagem deve levar em conta o contexto no qual acontece: a navegação do prospect em uma rede social que, ainda que profissional, é bastante pessoal.

LinkedIn no Brasil: um extenso caminho a percorrer!

Quando falamos sobre Marketing no LinkedIn, não temos dúvidas de que existem ainda excelentes oportunidades a serem exploradas. E que não param de crescer! Por um lado, está o próprio LinkedIn aperfeiçoando a plataforma e desenvolvendo novas funcionalidades com foco em Vendas e Marketing. Por outro, o interesse dos brasileiros cresce a cada dia pelo uso desta rede social e pelas oportunidades profissionais e de networking que podem surgir em seu ambiente.

O fato é que as empresas que desejam gerar negócios, de forma cada vez mais assertiva, não podem ignorar a tendência de crescimento das oportunidades de Marketing no LinkedIn, que estão surgindo e ainda podem surgir. Agora, então, é hora de experimentar estratégias, testar ações e descobrir como colher os primeiros resultados!

Se a sua empresa tem dúvidas sobre como iniciar uma estratégia de Marketing no LinkedIn, a Fusão Online pode ajudar no planejamento e na execução deste projeto!

Não é de hoje que o uso de vídeos em Marketing Digital faz parte das listas de tendências para se investir na estratégia do próximo ano. Há pelo menos 5 anos temos observado um crescimento do interesse do público – tanto B2C quanto B2B – por esse formato de conteúdo na hora de se conectar com as marcas, conhecer mais sobre produtos ou serviços ou buscar informações que ajudem a solucionar desafios do dia a dia.
Mesmo não sendo uma grande novidade como estratégia de Marketing, ainda é gigantesco o potencial para que as empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, comecem a investir em Vídeo Marketing. Da mesma forma, ainda sentimos que existe a demanda por mais informação sobre quais resultados se pode esperar a partir deste investimento e, é claro, em quais situações apostar no uso de vídeos em Marketing Digital pode trazer melhores resultados para os negócios.
Neste artigo, vamos compartilhar nossa visão e nossa experiência sobre esses pontos. Saiba mais abaixo!

Sucesso em números: dados sobre Vídeo Marketing

Começar a fazer vídeos porque o concorrente está fazendo, porque alguém falou que é uma grande tendência ou simplesmente porque pode ser divertido: se esses são os motivos principais pelos quais está pensando em iniciar ou em aprimorar uma estratégia de Vídeo Marketing, vale a pena aprofundar alguns conceitos antes de começar.

Falamos isso especialmente para que conecte seus vídeos à operação da empresa, melhorando resultados nas áreas de Vendas, Marketing e até Suporte ao Cliente. Para ajudar a entender como o uso de vídeos em Marketing Digital pode influenciar a performance, compartilhamos abaixo os principais resultados do estudo realizado pelo HubSpot e divulgado em 2018, que sinaliza as percepções de profissionais de Marketing sobre a utilização de vídeos em suas estratégias.

  • 81% das empresas consultadas usam vídeos em suas estratégias de Marketing Digital – no ano anterior, em 2017, este percentual era de 63%.
  • 97% dos profissionais de Marketing disseram que vídeo ajudou a melhorar o entendimento do público sobre seu produto ou serviço.
  • 76% deles responderam que vídeos ajudaram também a aumentar as vendas.
  • 47% dos entrevistados responderam que os vídeos ajudaram a reduzir os chamados direcionados ao time de suporte.
  • 76% deles perceberam aumento no tráfego do site por meio de vídeos.

Em quais situações é recomendado uso de vídeos em Marketing Digital?

Os resultados que apresentamos no tópico anterior, de fato, são bastante relevantes. É possível compreender que o uso de vídeos em Marketing Digital pode trazer resultados superiores a outros formatos de conteúdo e, ainda, contribui para os resultados globais da empresa.

Entretanto, é preciso estabelecer uma estratégia muito clara para a produção, divulgação e otimização dos vídeos, pensando em qual será a sua finalidade principal. Nos itens abaixo, listamos quais são as situações mais comuns em que este formato de conteúdo pode ser utilizado.

Campanhas de Mídia Paga

Os anúncios em vídeo têm trazido resultados bastante interessantes, tanto no YouTube por meio do Google Ads, quanto nas redes sociais, como Facebook e LinkedIn. Como recomendação, ressaltamos que estes vídeos precisam ser pensados para este objetivo e, por esta razão, comunicar claramente o conteúdo, de forma bastante sucinta, lembrando-se que ele será uma interrupção na experiência do usuário – antes de um vídeo que selecionou para assistir ou ao longo de sua timeline, por exemplo.

As ferramentas de mídia paga que citamos possuem diretrizes bem claras sobre duração, formato e boas práticas, vale a pena segui-las!

Estratégia de Inbound Marketing

Um dos usos de vídeos em Marketing Digital que mais apreciamos é como parte de uma estratégia de Inbound Marketing, ou seja, apresentando conteúdo para o potencial cliente ao longo de toda sua jornada de compra. Neste caso, os roteiros precisam ser informativos, trazer análises relevantes e solucionar dúvidas ou problemas da persona.

Assim como os conteúdos desenvolvidos para o blog, sua empresa pode fazer a mesma coisa para o YouTube, inclusive conectando essas diferentes mídias para ampliar os resultados.

Relacionamento com clientes e prospects

O relacionamento com clientes e prospects também pode ser melhorado por meio de vídeos, especialmente se estiverem em um canal exclusivo, com conteúdos diferenciados. Se você trabalha com um segmento específico de mercado, por exemplo, pode oferecer boletins semanais com análises para seus clientes, tornando-se uma referência para eles.

Nessas horas, envolver diferentes pessoas da equipe como apresentadores do conteúdo torna-se também um diferencial, por dar rosto aos profissionais que interagem com prospects e clientes cotidianamente.

Educação e suporte

Conectado ao tópico anterior, está o uso de vídeos em Marketing Digital de forma educativa em torno do produto ou serviço oferecido pela sua empresa. Oferecer um onboarding para novos clientes neste formato é um recurso bastante utilizado por empresas de tecnologia, por exemplo, reduzindo a curva de aprendizado durante a implantação.

Esta é uma excelente ferramenta de suporte também. De uma forma visual e dinâmica, seu negócio pode construir um FAQ bastante efetivo, reduzindo a demanda para a equipe de atendimento ao cliente e otimizando os custos.

Campanhas de Branding

Por fim, outro uso de vídeos em Marketing Digital que traz bastante resultado é em campanhas de branding, para apresentar uma nova empresa ao mercado ou reforçar uma marca para determinado público. Neste caso, porém, sobra pouco espaço para os “vídeos caseiros” e torna-se necessário um investimento maior no planejamento, na criação e na produção da campanha para que realmente impressione o público desejado.

Como aprimorar sua estratégia de Vídeo Marketing?

Não basta, entretanto, simplesmente gravar vídeos e colocá-los no ar. A estratégia por trás deste formato de conteúdo precisa ser afinada para que a sua empresa obtenha o máximo resultado a partir das ações realizadas. Separamos algumas dicas fundamentais neste sentido:

1.Pense em vídeo como conteúdo

Empresas que apostam em Vídeo Marketing precisam estruturar muito bem o conteúdo a ser gravado, especialmente no segmento B2B. O tempo do seu prospect ou cliente é escasso, por esta razão, o valorize e apresente informação de forma sucinta, estruturada e muito bem embasada.

2.Otimize o canal do YouTube

Se o YouTube for o repositório de seu conteúdo em vídeo (o que recomendamos fortemente), é preciso lembrar que esta é uma ferramenta do Google, na qual também é necessário fazer otimização para buscas, seguindo princípios de SEO e tornando o conteúdo atrativo para ser escolhido entre os resultados de uma pesquisa.

3. Qualidade é importante

Embora os vídeos corporativos não necessitem ser super produções de cinema, existem cuidados mínimos que devem ser tomados na gravação e na edição. Iluminação, áudio, enquadramento, cenário… esses são apenas alguns dos elementos que você precisa se preocupar para passar uma imagem da sua empresa que seja condizente com a qualidade dos produtos e serviços que oferece ao mercado.

4. Mensure resultados

Por fim, lembre-se que seu trabalho apenas começou quando o vídeo foi para o ar. Para justificar o investimento e maximizar resultados ao longo do tempo, permaneça monitorando os resultados e otimizando seus vídeos continuamente, de forma estruturada. Desta forma, você consegue alcançar os seus objetivos sem precisar investir em um grande volume de vídeos.

Não trate mais uso de vídeos em Marketing Digital apenas como tendência

Como falamos na introdução deste artigo, não é novidade que os vídeos estejam entre as tendências a serem consideradas em uma estratégia de Marketing Digital. Caso ainda não tenha dado a devida atenção a este ponto e começado a investir neste tipo de ação, entretanto, o risco que você corre é de ficar para trás.

Existem caminhos para começar aos poucos, com pequenas produções e baixo investimento, não deixe de “colocar o pé na água” para testar o uso de vídeos em Marketing Digital, conhecer os resultados possíveis e, aí assim, estruturar uma estratégia mais robusta para acelerar os resultados da sua empresa.

Em nossa trajetória auxiliando empresas a atingirem melhores resultados com Marketing Digital, é comum ouvirmos perguntas sobre tendências relacionadas às redes sociais como Facebook ou Instagram. Muitas delas, inclusive, colocando-as em oposição, como se fosse realmente necessário escolher entre uma e outra.
O que recomendamos aos nossos clientes? Comentários sobre “o fim do Facebook” e a “ascensão definitiva do Instagram” devem ser ouvidos com cautela, levando em conta uma série de especificidades antes de tomar qualquer decisão para a estratégia de Marketing do negócio.
Neste artigo, vamos falar justamente sobre isso: como decidir (ou não) entre Facebook ou Instagram, considerando o que realmente pode trazer um impacto positivo para a sua empresa. Confira!

Antes de mais nada, o que é realidade para o seu negócio?

Se a sua empresa atua no mercado B2B ou B2C, o segmento econômico em que está inserida, o perfil de clientes que possui, a forma de venda e de negociação… estes são apenas alguns dos fatores que irão dar a resposta sobre qual rede social pode trazer o melhor retorno para o seu negócio.

Portanto, esqueça aqueles cases de sucesso ou as histórias que ouviu e dizem respeito a empresas de perfis muito diferentes da sua. É claro, podem ser tirados bons ensinamentos a partir dessas experiências, mas de forma alguma deve-se “copiar e colar” uma estratégia que funcionou para outro negócio, seja do mesmo setor ou não.

Lembrando, também, que não existe fórmula mágica em Marketing Digital. Muito mais do que seguir uma receita pronta, colocá-la em prática e colher excelentes resultados, o trabalho neste campo exige planejar e replanejar, fazer e refazer, observando comportamentos e aperfeiçoando campanhas.

Neste sentido, antes de começar a pensar entre Facebook ou Instagram, volte ao básico: entenda o seu negócio e saiba muito bem o que o seu potencial cliente quer – e como ele se comporta na internet.

Facebook Marketing: porque continuar apostando

Se você teve interesse neste artigo, porém, provavelmente tenha uma demanda clara no seu negócio que leva à decisão entre Facebook ou Instagram. Ou, até mesmo, possa ter a necessidade de entender qual mídia merece maior foco da equipe ou investimento.

Começando pelo Facebook, já falamos bastante aqui no blog da Fusão sobre porque esta rede social continua relevante para as estratégias de Marketing, tanto no B2C quanto no B2B. O fato é que, no Brasil, esta ainda é a mídia social com maior volume de usuários, assim como aquela que possui a maior diversidade de perfis conectados. Segundo dados divulgados em julho de 2018, o Facebook tem 127 milhões de usuários mensais em nosso país.

O alcance, portanto, é o que de melhor o Facebook tem a oferecer para as empresas que possuem alguma estratégia de Marketing Digital voltada para esta rede. Este fator é especialmente valioso para aqueles negócios que estão começando suas operações e precisam de visibilidade para a marca ou para o produto ou serviço oferecido.

Ter o melhor alcance também torna o Facebook uma excelente ferramenta para distribuição de conteúdos como blog posts e materiais para download, inclusive pela experiência de navegação que oferece ao usuário. Apenas lembre-se: atualmente, 90% dos acessos do Facebook acontecem via dispositivos móveis.

Instagram Marketing: o que há de oportunidades

Se o diferencial do Facebook é entregar o melhor alcance para as publicações, por outro lado, o Instagram tem sido um excelente aliado das empresas que buscam engajamento com as publicações. De fato, a média de interações é bastante superior quando comparada a outras redes sociais. Enquanto no Instagram esta métrica fica em torno de 2,3%, no Facebook o engajamento é, em média, 0,21% (Forrester Research, 2015).

É claro, para alcançar estes números tão significativos, é preciso produzir conteúdo apropriado para o Instagram, o que muitas marcas ainda não estão fazendo e continuam apenas replicando o que foi publicado no Facebook, sem explorar recursos como hashtags ou Instagram Stories.

Outro ponto importante em relação à estratégia de marketing no Instagram é que esta rede social ainda tem penetração maior entre o público jovem, até os 35 anos. Portanto, pode ser mais efetivo para negócios que atuam com este perfil de público específico. Isso não descarta, porém, as audiências mais velhas: é justamente entre os maiores de 40 anos que o Instagram mais tem crescido no Brasil, especialmente entre as mulheres.

Embora tenha apelo significativo para o setor B2C, em segmentos como moda, beleza, turismo, entre outros, pela nossa experiência, para marcas B2B, o Instagram tem sido um poderoso aliado para criar conexões com os clientes e para promover o negócio de forma integral.

Mostrar cenas da equipe, apresentar tendências de mercado por meio de insights gráficos e dar dicas com pequenas pílulas de conteúdo podem ser alguns caminhos.

Ferramenta de anúncios para Facebook e Instagram

Como bem sabemos, na hora de escolher entre Facebook ou Instagram, as possibilidades disponíveis na ferramenta de anúncios contam muitos pontos. Afinal, resultados mais rápidos e efetivos são atingidos quando a empresa investe estrategicamente em mídia online, sem precisar esperar pelo tempo de maturação do crescimento orgânico ou quebrar a cabeça para driblar os algoritmos destas redes sociais.

Neste ponto, há bastante similaridade entre Facebook e Instagram, inclusive por utilizarem o mesmo Gerenciador de Negócios como plataforma para gestão das campanhas. O que muda são os formatos de anúncios disponíveis para cada uma das redes sociais, com maior limitação no Instagram, justamente pela experiência do usuário que promove. Entre os tipos de anúncios disponíveis no Facebook e que ainda não existem no Instagram, estão visitas ao local e vendas do catálogo.

Do ponto de vista de segmentação de usuários, ambas compartilham recursos e são a plataforma mais completa para segmentação por comportamento, perfil e remarketing.

Facebook ou Instagram: você precisa mesmo escolher?

Embora a gente busque continuamente comparar os recursos que temos em mãos para entregar estratégias de Marketing Digital mais precisas, achamos arriscado posições tão definitivas, que levem a escolher entre uma ou outra ferramenta. Não apenas pelo risco que isso pode representar ao negócio, por concentrar todos os esforços em um único canal (que pode deixar de existir, pode perder relevância ou pode sofrer um ataque digital), mas principalmente pelas possibilidades que existem ao diversificar as estratégias.

Basta lembrar que seu potencial cliente pode estar no Facebook, no Instagram, no Google, em sites de notícias e em tantos outros canais digitais. Se você tiver estratégias bem pensadas para cada um desses pontos de contato, pode interagir com a sua persona durante toda a sua jornada de pesquisa e de compra, entregando as mensagens mais adequadas e reunindo informações sobre seu comportamento por meio das ferramentas de análise de seu site e de suas redes sociais.

É importante ter em mente, ainda, que neste artigo falamos principalmente sobre métricas de alcance e de engajamento que, por si só, não significam vendas. Olhar apenas para elas pode criar uma visão míope de seus resultados e oportunidades, então não se esqueça de monitorar as conversões a partir de cada mídia.

No fim das contas, diversificar os canais, sabendo distribuir os recursos de acordo com o que trará mais efetividade, poderá trazer mais e melhores resultados, sem que precise escolher entre um ou outro de forma definitiva, mas colhendo o melhor que cada um possa entregar para o seu negócio.

É consenso que trabalhar sem métricas em Marketing Digital acaba por ser um grande tiro no escuro, levando à tomada de decisão de forma precipitada e à avaliação inconsistente sobre os resultados reais das campanhas. Ao iniciar um novo projeto para os clientes da Fusão Online, muitas são as vezes, entretanto, que percebemos que trabalhar com mensuração de dados não é o suficiente: é preciso olhar para os dados mais importantes.
Não é por acaso que o termo “métrica de vaidade” vem se tornando tão comum no mercado, para fazer referência àqueles números que não levam efetivamente ao objetivo final, como curtidas nas páginas de redes sociais ou volume de visitas ao site. É claro, quando construídos de forma eficaz, esses dados acabam resultando em oportunidades para o negócio, mas é preciso olhar para as métricas em Marketing Digital de forma mais completa.
Neste artigo, compartilhamos aquelas que acreditamos serem as informações mais importantes para monitorar em sua empresa. Confira!

Métricas em Marketing Digital devem ser classificadas

Antes de mais nada, é preciso dizer que não há problema algum em monitorar e em se preocupar com métricas que não levam diretamente ao resultado da empresa – como leads e vendas. Inclusive porque estes dados podem sim contribuir para o resultado final.

Por esta razão, em nossos projetos de Marketing Digital dividimos as métricas a serem mensuradas e apresentadas para avaliação dos clientes em dois grupos, descritos abaixo:

Métricas de impacto direto no negócio

Esses são os resultados das campanhas que efetivamente precisam ser reportados para os clientes, os que eles essencialmente precisam se preocupar para avaliar o investimento em Marketing e a efetividade de sua equipe comercial no tratamento dos leads.

Aqui entram, por exemplo, número de leads, custo por lead, custo por clique, pipeline gerado por cada canal de aquisição, entre outras métricas diretamente associadas ao objetivo da campanha (geração de leads, branding, aumento do mailing, etc).

Métricas que influenciam os resultados

Existem outras métricas que são sim importantes para serem monitoradas, porém que não representam efetivamente que o objetivo comercial da empresa será cumprido caso cheguem a números elevados. Aqui podem estar, como exemplo, curtidas em redes sociais, número de visitas ao site, entre outras.

Mas por que não considerar curtidas em redes sociais como métrica diretamente relacionada aos objetivos do negócio? Ter um volume alto de seguidores não significa que seu conteúdo esteja realmente alcançando esse público, muito menos que a audiência esteja interagindo de forma efetiva.

E as visitas ao site? Sem um entendimento muito claro sobre o perfil de público que acessa seu site, é difícil saber se essas pessoas estão dentro do perfil da persona desejada. Elas podem estar entrando nas páginas de forma orgânica devido a uma palavra-chave pouco relevante ou, até mesmo, nada relacionada à sua empresa.

Nossa sugestão: o que monitorar em Marketing Digital

Mas, então, o que precisa ser monitorado periodicamente para avaliar se as campanhas de Marketing Digital estão sendo efetivas? Nesta hora, tente olhar para o funil de marketing e vendas de sua empresa e pensar: qual a informação mais importante que devo ter em mãos para analisar cada etapa dele?

Além dessas informações, que aqui chamaremos de “Métricas Gerais”, por considerarem o conjunto das estratégias de Marketing Digital, é preciso estabelecer dados a serem mensurados para cada canal de marketing utilizado, assim como para as principais campanhas.

Para ajudar, listamos abaixo as principais métricas em Marketing Digital que recomendamos que você considere em seu negócio. Caso não tenha um sistema para levantá-las de forma automática, vale a pena o exercício de preencher uma planilha de Excel com a evolução semanal de cada uma delas.

Métricas gerais

Como falamos, estes são os resultados que levam em conta o conjunto de campanhas de Marketing Digital que são executadas em sua empresa, com informações diretamente associadas ao resultado comercial.

  • Taxas de conversão: proporção de leads que avançam em cada etapa do funil. Olhando para este resultado, você pode entender onde estão os gargalos para que alcance melhores resultados.
  • Número de MQLs: número de “marketing qualified leads”, ou seja, leads que cumprem os requisitos mínimos estabelecidos para as campanhas de Marketing Digital.
  • Número de SQLs: número de “sales qualified leads”, leads que já foram qualificados pela equipe de vendas e cumprem os requisitos para se tornarem uma oportunidade.
  • Novos Negócios: efetivamente, quantos novos negócios comerciais foram concretizados a partir de Marketing Digital.
  • ROI: sigla para “return on investment” (retorno sobre o investimento). É a proporção entre valor investido em Marketing e o valor do negócio fechado.

Métricas para campanhas pagas

Para as campanhas pagas, independentemente se forem em Facebook Ads, Google Ads ou LinkedIn Ads, existem algumas métricas essenciais a serem monitoradas:

  • Alcance/Impressões: representa o quanto sua campanha foi “vista” dentro de sua segmentação.
  • Cliques/Interações: de acordo com o objetivo definido, quantas visitas ao site, engajamentos ou preenchimentos de formulário foram realizados.
  • CTR: dado muito relevante, que avalia a proporção entre impressões e cliques na sua campanha. Quanto maior o CTR, mais relevante estão sua segmentação e seus anúncios.
  • Volume de leads: assim como nas métricas gerais, é importante monitorar o resultado obtido a partir de cada campanha.
  • Custo por clique: métrica que indica quanto custa o clique de um usuário uma publicação. Esta métrica faz parte do cômputo para as métricas gerais, e pode ser de grande importância para medirmos a efetividade, por exemplo, de um anúncio que tem como objetivo o download de um ebook.

Métricas para redes sociais

Muito além do número de seguidores, existem outros dados a serem observados nas redes sociais de sua empresa:

  • Alcance: o quanto suas publicações foram exibidas para usuários da rede.
  • Envolvimentos: curtidas, comentários e compartilhamentos em seus posts.
  • Taxa de engajamento: proporção entre os envolvimentos e o alcance de seus conteúdos, representa o quanto suas publicações estão sendo relevantes para o público.

Métricas para site e blog

Sempre dizemos que o site é o ponto central de sua estratégia de Marketing Digital. Não por acaso, há muito que ser avaliado a respeito dele. Abaixo, o que consideramos essencial:

  • Volume de sessões: é o número de visitas que seu site recebe.
  • Volume de usuários únicos: visitantes únicos que acessaram seu site em determinado período.
  • Tempo de visita e taxa de rejeição: duas métricas que representam o quanto seu conteúdo está sendo relevante para os visitantes. Também podem indicar necessidade de melhoria na arquitetura e no desenvolvimento do site.
  • Volume de sessões por fonte de aquisição: é preciso conhecer o volume de tráfego obtido a partir de cada fonte para qual são realizadas ações (orgânico, email, redes sociais, referral, entre outras).
  • Volume de cadastros de e-mail: número de pessoas que deixaram e-mails para baixar algum material ou se inscrever na newsletter, por exemplo.
  • Volume de leads: blog também precisa ser fonte de geração de leads, seja via formulários de contato ou banners.

Métricas para e-mail e automação

Por fim, as métricas de Marketing Digital para mensurar os resultados de e-mail marketing e automação:

  • Tamanho da base: volume total de e-mails em sua base de dados.
  • Cadastros por fonte de aquisição: quantos e-mails foram captados em cada fonte (cadastro newsletter, campanha de mídia, download de materiais, etc).
  • Taxa de abertura: proporção de usuários que receberam e-mails ou que fazem parte de fluxos de automação e abriram a mensagem.
  • Taxa de clique: percentagem de usuários que clicaram em links a partir de e-mails enviados em campanhas ou fluxos de automação.
  • Descadastros: usuários que solicitaram para sair de sua lista de envio, o que pode indicar falta de assertividade nas campanhas.

 

Direcione seu olhar para o que importa

Neste artigo, apresentamos as métricas em Marketing Digital que consideramos serem mais importantes para empresas B2B que desejam gerar leads a partir de suas campanhas. É claro, caso você atue no mercado B2C e tenha como objetivo principal promover maior reconhecimento de sua marca, há outras informações relevantes para serem mensuradas – ou mesmo para serem consideradas como prioridade.

O exercício mais importante a ser feito, de toda maneira, é entender profundamente seu funil de Marketing e Vendas e reconhecer como é possível obter mais resultados em cada uma de suas etapas. A partir daí, as métricas a serem monitoradas estarão mais claras para você e para a sua equipe.

E não se esqueça: além de ter um painel preenchido com todos os resultados, é essencial promover olhar analítico de todos os envolvidos a respeito dos dados. Assim, eles serão efetivamente úteis para encontrar novos caminhos rumo ao sucesso!

Eles até podem ter surgido como um diário virtual para que pessoas compartilhassem pela internet a sua rotina, as suas ideias e os seus pensamentos. Hoje, porém, os blogs são também um canal de marketing poderosíssimo para os negócios, como recurso para posicionar a marca, atrair prospects e se relacionar com clientes.
Um blog corporativo, porém, não pode ser colocado no ar sem um excelente planejamento, o qual passa por entender a sua importância e as suas funcionalidades, além de considerar alguns cuidados essenciais a serem tomados. Neste artigo, vamos apresentar os fatores que consideramos ao elaborar este tipo de estratégia para nossos clientes na Fusão Online. Confira!

Por que é importante ter um blog corporativo?

Temos observado, nos últimos anos, um largo crescimento no volume de empresas que possuem um blog corporativo. Mais do que “seguir a onda” do que os outros negócios estão fazendo, entretanto, é preciso considerar como um canal como este pode contribuir para seus resultados – e se vale mesmo a pena investir em um.

Propriedade do conteúdo

Uma das principais vantagens em se possuir um blog corporativo associado ao site da sua empesa é que este canal permanece de sua total propriedade. Isso é essencial para que faça todos os ajustes que desejar e, principalmente, para mantê-lo ativo ao longo do tempo.

Gostamos de enfatizar este ponto pois vimos recentemente muitos negócios perderem resultados vertiginosamente por investirem exclusivamente em redes sociais que deixaram de existir ou mudaram de forma significativa seus algoritmos, prejudicando a estratégia.

Portanto, quando falamos em canais de marketing, o blog corporativo é um recurso importante para que sua empresa tenha maior controle sobre os resultados e sobre os conteúdos produzidos.

Percepção de marca

Em um cenário no qual 48% das compras iniciam com uma busca online (Smart Insights), fornecer ao consumidor um posicionamento mais amplo sobre a sua marca é essencial para conduzir as vendas com mais assertividade.

É claro, o site corporativo precisa já oferecer as informações básicas sobre a empresa, produtos e serviços. É no blog, porém, que você consegue detalhar melhor o seu posicionamento sobre tendências e mercado, apresentar cases de sucesso de seus clientes e aprofundar a forma como entrega suas soluções.

Ou seja, o blog corporativo acaba se tornando um reforço online para tudo que sua empresa vende em diversos canais, com fácil acesso para seus potenciais clientes.

Apoio a campanhas

O blog corporativo também funciona como um excelente apoio para suas campanhas de Marketing, mesmo que sejam conduzidas no ambiente offline. Em primeiro lugar, pois você consegue captar uma série de estatísticas a partir de ferramentas de análise de tráfego – o que possibilita um entendimento mais amplo sobre seu público desejado.

Além disso, é possível usar o blog como repositório de conteúdo, como canal de divulgação e como meio de captação de dados para campanhas de remarketing (que usam cookies de navegação para segmentar usuários que já visitaram seu site ou blog).

Geração de leads

Por fim, o último fator pelo qual recomendamos a nossos clientes que coloquem um blog corporativo no ar é também um dos mais importantes: gerar oportunidades reais de negócios. Por meio de uma estratégia bem elaborada de Inbound Marketing, você pode atrair visitantes, converter leads e nutrir prospects utilizando seu blog como canal principal.

Desta maneira, é possível gerar leads com menor custo e de forma sistematizada, aumentando as oportunidades comerciais trabalhadas pela empresa e também obtendo maior valor a partir delas.

Antes de ter um blog corporativo…

Ter um blog corporativo é importante para uma boa estratégia de Marketing, disso não há dúvidas. Entretanto, muito mais do que colocá-lo no ar e começar a escrever artigos, é necessário olhar para fatores sem os quais este canal não será capaz de entregar os resultados esperados. Listamos os principais deles abaixo:

Tenha um bom site

O melhor cenário é associar o seu blog corporativo como uma seção de seu site, inclusive direcionando visitas entre um e outro. Porém, se o seu site ainda não está bem desenvolvido, é preciso dar um passo atrás.

Ter um bom site corporativo, com clareza sobre a empresa e sobre os produtos ou serviços, com uma boa navegação para o usuário e com design condizente com a qualidade do negócio é fundamental. Caso isso ainda não seja a realidade para você, vale a pena ter em mente uma reformulação deste importante canal.

Conheça o seu público

O principal atrativo de um blog corporativo é responder as dúvidas de seu potencial cliente sobre assuntos relacionados à sua área de atuação. Porém, se você não entender realmente quem é seu público, sobre quais são as suas dúvidas e sobre como é seu dia a dia de trabalho, fica muito difícil acertar neste ponto.

Portanto, um bom planejamento sobre as buyer personas vem antes do lançamento do blog corporativo da sua empresa – é a partir daí, inclusive, que poderá definir sua estratégia de conteúdo.

Planeje a estratégia de conteúdo

Falando em estratégia de conteúdo, este é outro fator essencial para ter bons resultados com seu blog corporativo. Muito mais do que elaborar uma lista de pautas a serem trabalhadas, esta etapa envolve pesquisar termos de busca relevantes para seu perfil de cliente, entender como entregar informações em cada etapa do funil de marketing e vendas e planejar detalhadamente o briefing para cada artigo, garantindo que eles não tomem um rumo diferente do que é o posicionamento da empresa.

Com uma estratégia de conteúdo clara, é inclusive mais fácil seguir em frente, pois há um entendimento bastante delimitado do que deve ser escrito e divulgado neste importante canal de comunicação da empresa.

Pense nos canais de distribuição

Apesar de o grande objetivo para as empresas que mantêm um blog corporativo ser conquistar visitantes por meio do tráfego orgânico (através de pesquisas do Google), é importante ter o conhecimento de que alcançar volume a partir desta fonte de aquisição leva tempo e requer esforço até que haja uma consolidação do número de visitantes.

Antes de seis meses, por exemplo, mesmo com uma excelente produção de conteúdo, é difícil obter resultados muito expressivos. O motivo principal é o tempo que o Google e as outras ferramentas de busca levam para indexar suas páginas de conteúdo e, no caso de novos blogs, para entender que este é um canal de informação relevante.

Por esta razão, ao mesmo tempo em que consolida seu tráfego orgânico, considere como irá utilizar outros meios de distribuição para os seus artigos. E-mail e redes sociais ainda são excelentes fontes de visitas para blogs, assim como o tráfego gerado a partir de sites e blogs parceiros.

Planejar ações para cada uma dessas origens desde o início do blog corporativo de sua empresa irá garantir volume de visitantes já nos primeiros momentos, podendo acelerar os resultados.

Sua empresa está pronta para investir em um blog corporativo?

Chegando ao final deste artigo, possivelmente você tenha concluído que precisa iniciar ou, então, melhorar o trabalho de sua empresa em torno do importante canal de marketing que é um blog corporativo. De fato, nossa recomendação é que não perca tempo decidindo se vale a pena ou não iniciar esta estratégia.

Construir e manter um blog corporativo é ainda uma ação de relativo baixo custo para empresas do segmento B2B, que pode resultar em oportunidades comerciais excelentes a médio e a longo prazo. Adiar sua implementação, portanto, pode significar a perda de ganhos importantes para que seu negócio se mantenha competitivo no mercado. Procure um parceiro de marketing, capitalize os recursos internos e coloque a mão na massa para fazer esta iniciativa crescer sem demora!

Investir em Google Ads é uma das estratégias mais efetivas para empresas que querem gerar leads ou, até mesmo, concretizar vendas pela internet. Sobre esta afirmação não há dúvidas, porém, em muitos casos, as campanhas não alcançam o sucesso esperado ou justificam o valor aportado pelos negócios na ferramenta de publicidade do Google.
O motivo? Provavelmente as empresas não estejam considerando as especificidades do Google Ads e seguindo os passos mais importantes na hora da estruturação de campanhas e anúncios. Se você sente que pode alcançar mais com essa iniciativa de Marketing Digital ou está dando os primeiros passos em publicidade online, neste artigo vamos apresentar o que consideramos na hora de criar campanhas de sucesso para nossos clientes. Confira!

Qualidade é o mais importante!

Antes de começar a definir qualquer estratégia, é preciso saber o objetivo por trás de todos os algoritmos do Google Ads: entregar a melhor resposta para a busca de um usuário. No caso dos resultados para busca paga, assim como no tráfego orgânico, tem mais chances de ocupar as primeiras posições na página de resultados aqueles conteúdos que estiverem mais bem estruturados e tiverem maior qualidade.

Na hora de realizar sua campanha, isso significa ter uma excelente página de destino (normalmente uma landing page), anúncios atrativos e que façam sentido dentro do contexto de busca e palavras-chave selecionadas de acordo com seu perfil de público e produto ou serviço que deseja vender.

Portanto, a primeira recomendação antes de começar a investir em Google Ads é garantir a qualidade de seu site ou de suas landing pages. Caso contrário, serão grandes as chances de ter um Índice de Qualidade baixo – nota de 0 a 10 dada pelo Google para a qualidade de suas palavras-chave, de seus anúncios e de sua página de destino em conjunto.

Entendendo o leilão do Google Ads

E por que o Índice de Qualidade é tão importante? Ele é a base para o leilão realizado pelo Google Ads a cada busca feita por um usuário que possa ativar um de seus anúncios. Ou seja, toda vez que alguém faz uma pesquisa que contenha uma de suas palavras-chave e esteja dentro da segmentação definida, o Google realiza um leilão entre todas as campanhas que estejam qualificadas para aparecer entre os resultados – atualmente, 4 resultados no topo da página e 3 no seu final.

 

No leilão do Google Ads, oferecer mais dinheiro não é suficiente para estar no topo. Pelo contrário, é possível que a empresa que esteja disposta a pagar mais pelo clique ocupe apenas as últimas posições. Basta ter um Índice de Qualidade muito inferior aos seus concorrentes.

O cálculo realizado para definir a posição na página de resultados será sempre determinado pelo Custo por Clique (CPC) máximo estabelecido em sua campanha multiplicado pelo Índice de Qualidade da palavra-chave e do anúncio ativado naquela busca específica. O resultado será o Ad Rank, que ordenará os 7 primeiros resultados e deixará de fora as campanhas que ficarem com pior pontuação.

COLOCAR ALGUM EXEMPLO DE LEILÃO?

Com base no Ad Rank, será definido também o CPC real, ou seja, quanto custará um clique feito a partir daquela pesquisa para a sua campanha – lembrando que só é gerada despesa caso o usuário clique em seu anúncio e que, a cada busca realizada no Google que possa ativar seus anúncios, é realizado um novo leilão.

Principais passos para investir em Google Ads

Sabendo da importância da qualidade do seu conteúdo e conhecendo a lógica de realização de um leilão no Google, é importante seguir para as etapas essenciais de um planejamento para investir no Google Ads. Confira abaixo:

Definir o objetivo da campanha

Falamos no início do artigo sobre campanhas de Google Ads para geração de leads ou vendas, mas elas também podem ter outras finalidades, como branding. Seja qual for o objetivo de sua estratégia, ele precisa estar muito claro antes de fazer qualquer ação dentro da ferramenta de anúncios.

Caso seja gerar leads, por exemplo, sua empresa precisa primeiro ter clareza sobre o público-alvo e seu comportamento de busca, além de uma excelente página de cadastro, com os atributos mais atrativos de seu produto ou serviço. A navegação precisa ser simples e o carregamento rápido, tanto em desktops quanto em celulares.

Planejar investimento

O investimento total também está associado ao objetivo de sua campanha, assim como a toda sua estratégia comercial. Conte com um profissional ou uma agência especializada para conhecer as médias do mercado para custo por clique (CPC) e custo por aquisição (CPA), que podem ser bons caminhos iniciais.

Assim, você consegue estabelecer uma meta de leads ou vendas que deseja gerar a partir da campanha, dentro de um orçamento máximo. É claro, cada campanha é única e depende de fatores diversos de mercado, portanto, utilize o conhecimento adquirido ao longo do tempo de gestão de sua campanha para atualizar estes valores continuamente.

Escolher os tipos de campanha

Estamos dando grande foco para campanhas de busca do Google Ads, mas também é possível utilizar campanhas de display em sua estratégia. Neste caso, você cria banners e define segmentações para que seus anúncios sejam exibidos nos sites que fazem parte da Google Display Network (GDN), ou seja, sites que possuem espaço para anúncios do Google Ads.

Mesclar em sua campanha anúncios de busca e de display pode ser uma boa ação para alcançar um volume maior de público e que não esteja necessariamente buscando por uma solução oferecida pela sua empresa. Normalmente, esse tipo de campanha com banners traz bons resultados para aumentar o topo do funil ou, então, para reativar o público que visitou seu site por meio de remarketing.

Apenas tome cuidado com a proporção de verba que deve ser destinada para cada tipo de campanha e com qual CPC máximo, assim seu CPA não será prejudicado.

Planejar palavras-chave

Estabelecer as palavras-chave que farão parte da campanha é um passo muito valioso dentro de sua campanha de Google Ads. É importante usar ferramentas como o Keyword Planner ou Ubersuggest  para conhecer o volume de busca médio para as palavras que irá incluir em sua campanha e também para estimar o CPC médio que deverá considerar em seu orçamento inicial.

Aqui, é muito importante contar com um profissional experiente ou uma agência especializada. Existem diferentes tipos de segmentação para palavras-chave (busca exata ou ampla por aquele termo, por exemplo), que podem influenciar de forma significativa no resultado final da campanha. Da mesma forma, o volume de keywords a ser utilizado e a organização em diferentes grupos de anúncios exigem um bom planejamento.

Criar anúncios e extensões

Os anúncios influenciam no Índice de Qualidade, portanto, ao investir em Google Ads, nada de descuidar desta etapa. Um redator com experiência em campanhas digitais com certeza conseguirá comunicar de forma efetiva o que sua campanha deseja transmitir, adequando-se ao limite de caracteres e utilizando diferentes campos para compor anúncios atrativos.

É  importante lembrar das extensões de anúncio também, textos que complementam o anúncio principal com mais informações como serviços, telefone e localização. Explore estes recursos que ajudam a elevar também o Índice de Qualidade.

Configurar acompanhamento de conversões

De nada adianta investir em Google Ads se você não estiver monitorando os resultados de forma efetiva. E, neste caso, não é suficiente saber quantas visitas aconteceram no site ou quantos formulários foram preenchidos. Configurando eventos e conversões na plataforma de anúncio e integrando os códigos gerados em sua página de destinos, sua empresa será capaz de conhecer e analisar as palavras-chave, os anúncios e as campanhas que trouxeram os melhores resultados, com o menor custo.

É assim, ainda, que a pessoa responsável por gerenciar a campanha poderá ajustar lances de CPC e pausar ou ativar anúncios e palavras-chave para tornar a campanha cada vez mais precisa.

Delimitar estratégia de lances

Já que falamos em ajuste de lances de CPC, esta é uma atividade que precisa ser desempenhada continuamente, durante toda a campanha. Os lances podem ser com foco em cliques, maximizando cliques, por exemplo, ou com foco no seu objetivo de campanha, como pela configuração de um CPA máximo.

Neste ponto, novamente, é preciso um olhar estratégico para entender o que fará mais sentido para o seu mercado e para o produto ou serviço que está vendendo. É comum, inclusive, alterar a estratégia de lances ao longo da campanha de acordo com sua fase ou desempenho.

Ao investir em Google Ads, vá além da ferramenta

Se está pensando em investir em Google Ads, muito além de conhecer perfeitamente o funcionamento da plataforma de anúncios, é importante ir além dela e mergulhar nos resultados do negócio. Este é o segredo para que as campanhas sejam realmente efetivas.

Um erro comum neste sentido é não ter alinhadas as equipes de Marketing e Vendas. Nesses casos, acontecem situações como um grande volume de leads ser gerado, mas desalinhados da estratégia comercial. Ou, inclusive, os leads não receberem o atendimento adequado para converterem uma venda.

Portanto, nossa recomendação final é desenvolver campanhas que realmente façam parte da estratégia do negócio como um todo, integrando diferentes áreas e considerando todas as especificidades da empresa.

Uma dúvida bastante comum entre as empresas que estão iniciando as suas estratégias de Marketing Digital é relacionada ao investimento em mídia online. Afinal, Facebook Ads ou Google Ads, qual a melhor alternativa para um negócio que esteja começando a divulgar a sua marca, a promover seus serviços e produtos e a captar seus próximos clientes?
A resposta para essa pergunta – que ouvimos com bastante frequência nas conversas com nossos clientes – não é tão simples de ser respondida. Para de fato escolher uma plataforma de mídia online que faça sentido para a sua realidade de negócio, é preciso antes entender as especificidades de seu perfil de cliente e de seu processo comercial.

Se esta é uma dúvida que também faz parte da rotina de seu negócio, separamos neste artigo alguns caminhos importantes para que possa responder com maior propriedade o que irá funcionar: Facebook Ads ou Google Ads. Confira!

Por dentro do Facebook Ads

Já falamos em outros artigos do nosso blog sobre os tipos de anúncio do Facebook e também sobre porque investir nesta mídia online continua sendo um bom negócio. O fato é que o Facebook foi uma das primeiras plataformas deste tipo e também uma das mais intuitivas, que permitiu a pequenos empreendedores que iniciassem suas ações de Marketing Digital com poucos recursos e de forma simplificada.

O Facebook Ads é a plataforma de anúncios desta rede social, administrada por meio do Gerenciador de Negócios, ferramenta que contém possibilidades de segmentação bastante amplas. Basicamente, todas as informações que estão publicadas de forma pública nos perfis dos usuários podem ser utilizadas como segmentação, além de outras relacionadas a comportamento: tipo de assunto que gera mais interesse, perfil de utilização e formatos de conteúdos preferidos.

Sem dúvidas, o Facebook Ads é uma excelente ferramenta para empresas que precisam crescer sua base de interessados ou que estão em fase de posicionamento de marca. Contar com a rede social mais utilizada pelos brasileiros e definir a estratégia certa por lá pode ser sinônimo de resultados recorrentes e excelente engajamento com clientes e prospects.

>>Para entender melhor sobre o Facebook Ads, clique aqui<<

Por dentro do Google Ads

Já o Google Ads é a ferramenta de anúncios do Google, que inclui não apenas os resultados patrocinados para buscas realizadas neste mecanismo, mas também inserção de banners em sites, blogs e portais parceiros, assim como anúncios no YouTube (em vídeo ou em texto).

Esta também é uma plataforma de mídia online que contribuiu para o crescimento de muitos pequenos e médios negócios, com possibilidade de segmentação tanto por termos de pesquisa dos usuários quanto por perfis comportamentais e demográficos. Sua utilização, entretanto, não é tão simplificada quanto a do Facebook Ads, sendo recomendada sempre a configuração e a manutenção das campanhas por uma agência especializada em Marketing Digital.

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Facebook Ads ou Google Ads: o que levar em conta para escolher?

Ao elaborar um plano de Marketing Digital que inclua investimento em mídia online, sempre passamos por cinco perguntas fundamentais. Elas ajudam não apenas a identificar o que é melhor entre Facebook Ads ou Google Ads, mas também a iniciar o planejamento das campanhas em si. Confira!

1. Qual o seu objetivo de Marketing?

Definir o objetivo de Marketing é essencial antes de colocar uma campanha no ar. É um erro comum para as empresas começar a realizar anúncios sem saber exatamente o que desejam obter com eles. Alcançar potenciais compradores que já estejam buscando por um produto ou serviço? Promover a marca? Engajar clientes atuais?

 

Para cada um desses objetivos (e tantos outros que podem existir dentro de um planejamento de Marketing), existe uma plataforma ou um tipo de anúncio que pode ser ideal. Alguns exemplos abaixo:

  • Anúncios de busca do Google: para alcançar potenciais compradores que estejam no meio ou no fundo do funil de vendas por meio de palavras-chave altamente transacionais, como “comprar tênis de corrida” ou “contratar escritório de contabilidade”.
  • Anúncios de cadastro no Facebook: para captar leads a partir do Facebook, especialmente para produtos ou serviços B2C que possam ser facilmente apresentados por meio de imagens e textos curtos, utilizando segmentação por perfil ou comportamento.
  • Anúncios de display (banners) em sites parceiros do Google: para impactar novamente visitantes que estiveram em seu site ou landing page por meio da segmentação de remarketing, utilizando os cookies de navegação dos usuários.

Esses, de fato, são apenas algumas opções. Os tipos de anúncios e as possibilidades de segmentação combinadas em cada uma dessas plataformas podem atender a diversos objetivos de Marketing, inclusive de forma complementar (você pode fazer remarketing pelo Facebook Ads e impactar visitantes que chegaram em seu site pela primeira vez por meio do Google Ads, por exemplo).

Por esta razão, mapear todos os objetivos a serem alcançados pela estratégia de mídia online precisa ser a primeira pergunta a ser respondida, seja o seu planejamento coordenado por uma agência ou por sua equipe interna.

2. Qual o perfil de seu público?

O perfil de seu público também é determinante. De nada adianta você construir uma estratégia firmemente apoiada nas funcionalidades de uma plataforma se os seus potenciais clientes não são alcançados por ela como seria necessário para escalar os resultados.

É o que costuma acontecer para alguns perfis de público que não utilizam o Facebook com regularidade – e, neste caso, não adianta investir toda a sua verba de mídia online nesta rede social.

Um excelente conhecimento de público também é fundamental para realizar todas as segmentações de suas campanhas, indo muito além de perfil demográfico. Quais são os interesses mais comuns entre seus potenciais clientes que podem ser utilizados para construir uma campanha de Display no Google Ads? Como seu prospect utiliza o Facebook para se informar? Quais são os horários de navegação? O tráfego é mais via celular ou desktop? Existem uma série de dados a serem levantados para tornar campanhas mais assertivas, muitos deles com fácil acesso via Google Analytics.

3. Qual é o foco de seu negócio?

Apesar de ambas as plataformas funcionarem bem para os setores B2C ou B2B, é preciso estar atento ao segmento de atuação de seu negócio para identificar a melhor opção para as suas campanhas. Se a sua empresa comercializa uma solução B2B de nicho, por exemplo, costuma ser mais estratégico investir em campanhas de busca no Google Ads, que podem ser ativadas para pesquisas específicas realizadas pelo seu potencial cliente.

Porém, se a ideia é ter recursos mais avançados de segmentação para perfis específicos ou promover uma solução que seja nova no mercado (e que ainda não é buscada pelos potenciais clientes), o Facebook Ads pode ser o melhor caminho.

4. Como é o processo de venda de sua solução?

Entender muito bem o processo de venda de seu produto ou serviço também é essencial. Tanto o Google Ads quanto o Facebook Ads aperfeiçoaram as suas plataformas para que seja possível cobrir todo o funil de vendas, interagindo com o seu potencial cliente desde a descoberta do seu problema até o fechamento do negócio com anúncios bastante específicos.

 

Porém, isso acontece, obviamente, de maneiras diferentes. Para ciclos mais curtos, o Google Ads costuma ser uma excelente opção. Porém, se a ideia é trabalhar com Inbound Marketing e nutrir seu prospect para que tome sua decisão de compra, o Facebook pode ser a plataforma mais adequada de mídia online.

É possível, mais uma vez, combinar Google Ads e Facebook Ads nesta estratégia, cruzando segmentações e cookies de navegação dos usuários para alcançá-los multiplataforma, o que pode ser bastante eficiente!

5. Quais recursos de segmentação deseja utilizar?

Por fim, já falamos em possibilidades de segmentação, mas é preciso voltar no tema. O Google Ads permite segmentação principalmente por termos de pesquisa, interesses, remarketing, informações demográficas e públicos semelhantes, possibilidades que você pode conhecer mais aqui. 

Já o Facebook Ads, além de possibilitar segmentações por interesses, remarketing, públicos semelhantes e dados demográficos, permite configurar sua campanha para categorias exclusivas (como afinidade para determinado tema) e comportamentos (como datas comemorativas, últimas viagens, afinidade multicultural, entre outras). Por isso, se você conhece mais a fundo o perfil comportamental do seu público, esta plataforma pode ser mais precisa para alcançá-lo.

Facebook Ads ou Google Ads? Os dois!

Como falamos em alguns tópicos desse artigo, alguns objetivos de Marketing podem ser mais facilmente alcançados se a sua empresa combinar as duas plataformas e não escolher entre Facebook Ads ou Google Ads de forma determinante. É claro, o investimento pode ser maior naquela que traga os resultados de forma mais eficiente, mas, ao desenhar estratégias combinadas, é possível alcançar um público ainda maior e engajá-lo ao longo de todo seu comportamento digital.

Recomendamos, entretanto, que esse planejamento seja feito por um profissional experiente em mídia online ou, então, por uma agência especializada. Desta forma, seu negócio estará de acordo não apenas com as melhores práticas dentro dessas plataformas, mas também será capaz de aproveitar ao máximo o seus recursos para a máxima otimização da verba investida.