Author: Marina

Considerada uma das ferramentas mais importantes do marketing online, as iscas digitais ou o formato de captação de leads Opt- in, são, basicamente, a troca de conteúdos gratuitos por contatos ou, como preferimos falar, os tão desejados leads.

Estes conteúdos, por serem especializados, possuem, em geral, um valor agregado que não chega até quem o consome por não ser comercializado.

Se você costuma acompanhar as informações do blog da Fusão, já deve entender a importância da alimentação adequada de leads para garantir um desempenho melhor da marca na área digital e as iscas são perfeitas para isso!

Através da alimentação de um lead com um conteúdo bem montado e muito útil, ou as iscas digitais, a equipe de venda tem a oportunidade de começar um relacionamento amigável com aquele lead sem empurrar de modo abrupto o produto no cliente e se arriscar a perder aquela venda.

No marketing digital, educar o cliente sobre um tema relacionado ao produto é a melhor forma de construir um relacionamento sadio e rápido que vai, com a construção adequada do funil de vendas, terminar na produção e alimentação de um lead que traz resultado.

Pense, por exemplo, que você vende um produto cosmético antienvelhecimento e, para atrair leads, produz um e-book grátis super interessante sobre como a pessoa pode conquistar saúde e beleza na pele sem ter de recorrer a procedimentos estéticos invasivos.

Esta seria uma isca digital efetiva e interessante, totalmente livre de despesa que, sutilmente, converteria o lead para você.

Genial, não é?

Vamos, então, aprender um pouco mais sobre técnicas de iscas digitais que vão gerar leads para a sua marca.

O que torna uma isca digital boa?

Para responder a esta pergunta, usaremos outro exemplo:

Você vende refeições que prometem emagrecimento. 

No entanto, seu conteúdo é tão robusto de itens impostos de forma negativa, que o lead se sente desestimulado a fazer a dieta pela quantidade de restrições do que não pode comer.

Esta seria uma isca realmente ruim porque, além de desestimular o objetivo do lead, ainda interfere no modo como ele encara sua marca.

Se, no entanto, você oferece uma isca digital que promete o emagrecimento com sabor e restrições que ele nem vai sentir falta pela qualidade da comida, ele vai entender que sua refeição é absolutamente tudo que ele precisa, já que vai se alimentar bem e de forma sadia para bater a meta do emagrecimento. 

Por isso, siga a seguinte fórmula na produção de qualquer isca digital:

  • Resolva o problema proposto através do seu produto;
  • Ceda a oportunidade de um acesso instantâneo à sua isca digital (ninguém quer passar por 20 passos para chegar na informação);
  • Produza um conteúdo de fácil absorção com a adequação de linguagem e metodologias específicas às personas do seu negócio;
  • As famosas “quick wins” funcionam bem! Estabeleça um tempo curto para o lead chegar no objetivo dele com sutis referências;
  • Demonstre autoridade no que você oferece. Seu conteúdo precisa ser rico e de firme convicção para converter!

A importância das iscas digitais na geração de leads

Já falamos um pouco sobre como as iscas digitais são úteis na geração e conversão de leads. Entretanto, você também precisa entender como esta ferramenta efetiva suas estratégias.

Para isso, é importante que você compreenda a diferença entre as iscas digitais e as chamadas para conversão.

Quando você monta um conteúdo relevante para a solução do problema de alguém, a isca, você automaticamente produz em seu lead a sensação de que seu produto entende e atende exatamente a necessidade dele naquele momento. 

Por outro lado, se você investe apenas em chamadas de ação e conversão, como as newsletter, por exemplo, que não passam de um canal para possíveis leads receberem novidades sobre uma marca, é muito menos provável que ele se interesse e voluntarie informações por não saber se ou quando vai precisar daquele serviço ou produto.

Neste ponto, explicamos a mágica das iscas digitais:

Elas vão convencer o lead de que ele precisa do que você oferece antes de chegar ao canal de venda e, desta forma, incentivar a confiança no produto muito antes da compra.

Seguro e certeiro, certo?

Por isso, não espere e aprenda estratégias que vão impulsionar sua marca de maneira real. 

5 estratégias de iscas digitais para geração de leads que você precisa aproveitar

Se você estiver pronto para converter, comece a praticar com as estratégias mais utilizadas como iscas digitais para atrair leads:

  • Checklists são demais

Favorita entre os leads, a produção de listas que, determinadas por passos, chegam a objetivos, produzem e convertem muitos leads para você.

  • Utilize exemplos que conquistaram o objetivo do tema sempre que puder

Afinal, todo mundo ama uma história que deu certo e, no fim, querem chegar naquele resultado também. Esta estratégia de isca digital é excelente para a construção de landing pages e e-mails.

  • Tutoriais não saem da moda

Falamos o tempo todo que o conteúdo deve ser rico e seu lead precisa sentir que aprendeu. Invista em oferecer conteúdos de valor que o façam aprender e confiar na sua marca o bastante para precisar dela para chegar a um objetivo.

O conteúdo precisa ser bem formulado – e esta é a melhor estratégia

Produzir da forma adequada toma tempo, exige estudo e pode determinar o sucesso de sua isca digital.

Por aqui, contamos com quem entende de fazer sua marca crescer.

Produza suas iscas digitais com a Fusão Online e alcance o sucesso através da conversão de leads.

Responsável por estabelecer o tratamento de dados pessoais na internet, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) tem como objetivo regulamentar a relação entre usuários e empresas, igualmente.

No que se refere à LGPD, as informações ofertadas a uma empresa em determinado momento devem ser claras sobre como o tratamento desses dados é feito, seja em ações específicas de marketing ou em qualquer outro tipo de ação de coleta por formulário.

Além da relação explícita com os dados pessoais sob guarda da empresa, a LGPD prevê solicitação de ajuste ou remoção dessas informações sempre que o usuário julgar necessário.

Para fiscalizar e regular a lei, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) assumiu o papel de atentar para a proteção de dados, determinar procedimentos pertinentes à Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e, ainda, aplicar sanções que considerar necessárias em casos de mau uso no tratamento de informações pessoais.

Devido a seriedade e obrigatoriedade no que diz respeito à LGPD, que pode multar em até 2% do faturamento da empresa que violar as normas estabelecidas, fica evidente a clara necessidade de adequar, de modo coeso e amplo, as ações de marketing digital e recursos de fornecimento de dados pessoais nas redes sociais, onde a informação parece se espalhar livremente.

Contudo, para você entender melhor como a LGPD interfere nas redes sociais, é preciso que você compreenda como os dados são determinados pela lei e saber como solicitá-los por lá de maneira mais segura.

Veja a seguir:

Dados, não importam quais sejam, devem ter finalidade para serem solicitados

Este é, certamente, o ponto principal. Sempre que você definir ações para captação de dados ou informações específicas, mantenha o foco no que, de fato, importa para garantir a comunicação.

Com otimização de coleta, você evita assumir responsabilidade em relação à LGPD por dados que nem vai usar e reduz riscos de eventuais vazamentos. 

Além disso, procure seguir diretrizes para ficar sempre na linha:

Explique quais ações serão realizadas

Assim, ao preencher um formulário, o usuário saberá, de modo claro e livre de ambiguidades, para que seus dados serão utilizados.

Garanta o entendimento nos cadastros

Em casos de diversos formulários com finalidades específicas, sua empresa faz melhor se determinar a função de cada conhecimento de dados pessoais através de redes sociais.

Entenda melhor quais são os tipos de dados que constam na lei

Desta forma, você otimiza recursos e não sobrecarrega seu banco e sua responsabilidade com a informação que solicita nas redes sociais. Confira:

  • Dados pessoais

Aqueles que identificam seu cliente, como: RG, CPF, data e local de nascimento e, inclusive, o acesso à localização via GPS, entre outros.

  • Dados sensíveis

Estes são específicos às informações particulares e definições étnicas de cada um, como: origem racial ou étnica, questões sobre a saúde, vida sexual, convicções religiosas, políticas ou filosóficas, etc.

  • Dados públicos

Esses são, conforme cita a lei, os dados que estão disponíveis para acesso público.

De acordo com a LGPD, uma organização pode tratar dados que tenham se tornado públicos sem solicitar um novo consentimento do titular.

  • Dados anonimizados

Para abranger a cobertura de aspectos, a LGPD considera anonimizados nas redes sociais, os dados partidos de pessoas que já não podem ser identificadas de nenhuma forma.

Agora que os dados ficaram claros, entenda qual a relação que eles exercem com a LGPD nas redes sociais.

Como a LGPD afeta as redes sociais?

Para esclarecer a funcionalidade da LGPD nas redes sociais, é preciso deixar claro que, à medida que as páginas se desenvolvem, elas deixam de se limitar apenas a relacionamentos e passam a ser local de compartilhamento de informações pessoais das mais variadas formas e com diversos objetivos, sejam profissionais, econômicos e, a cada dia mais comum, para a promoção pessoal em busca de sucesso.

Tendo em vista esse alto potencial de vazamento de dados, as páginas que utilizam as redes sociais para a promoção pessoal ou para fins econômicos, políticos, etc., por meio de publicações e compartilhamentos que terminam indo além de amigos e familiares e têm objetivos específicos, podem ser caracterizadas como controladoras de dados e estão submetidas às obrigações legais impostas pela LGPD.

Daí, a importância de compreender quais dados possuem relevância, como vimos acima, e escolher uma administração adequada, não somente da página, mas, também da forma como o conteúdo é aplicado para atingir o público certo e evitar contatos que não vão a lugar nenhum.

No Marketing Digital é assim. Por trás de todo bom conteúdo, há o direcionamento certo que, além de levar mais impulsionamento à sua marca, respalda melhor os dados que você colhe em relação à LGPD.

Quer tudo sob controle, dentro das normas estabelecidas? 

Entre em contato com a Fusão!

Quando certos nomes de elementos de marketing como Inbound Marketing e Outbound Marketing começam a surgir, a confusão aparece também, não é?

Contudo, se você estiver dedicado a aprender como impulsionar sua marca de forma correta, não tem outra alternativa, você tem que entender o que cada termo significa e, muito mais importante, como aplicar cada estratégia da maneira certa.

Para começar, vamos falar que ambas as estratégias, Inbound e Outbound, têm o objetivo de expandir o alcance das marcas e podem, inclusive, trabalhar em conjunto desde que haja o conhecimento necessário sobre como você quer que sua marca seja percebida pelo cliente.

Quer entender melhor? 

Vamos explicar tudo que você precisa saber, começando pelo essencial:

O que é o Inbound Marketing?

Em tradução livre, Inbound Marketing significa marketing de atração.

Deste modo, fica mais fácil entender que o objetivo desta estratégia não é ir atrás do cliente potencial, mas, sim, despertar interesse nele para que ele sinta necessidade de consumo no que sua empresa oferece.

Impulsionado pela pandemia e pelo alto uso da internet, a estratégia de atração por Inbound Marketing  é uma tendência que veio para ficar: somente no começo de 2021, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) registrou aumento de 51% no tráfego da internet, respaldando o crescimento expressivo na mudança de hábito do consumidor que, ao ficar mais tempo em casa, aprendeu a consumir de dentro dela.

Partindo de estudos e técnicas, o Inbound Marketing é, atualmente, o maior responsável por aumentar a clientela de empresas, através do conteúdo direcionado ao comprador certo.

Percorrendo o caminho do funil de vendas, você aumenta o tráfego em seu site e redes sociais por meio de estratégias de conteúdo, definição de personas, termos SEO e muito mais recursos de divulgação online.

Por fim, é importante que você mantenha isso em mente: no Inbound Marketing, o cliente é atraído pela informação e permanece no seu conteúdo voluntariamente.

O que é o Outbound Marketing?

O Outbound Marketing, ou o que chamaremos aqui de “marketing tradicional”, busca o cliente de modo ativo, ou seja, a informação que ele está consumindo voluntariamente é interrompida para que a promoção da marca aconteça.

Funcional nos meios tradicionais de publicidade como comerciais de rádio, TV, revistas, patrocínios, etc, o Outbound Marketing é a forma de promoção a qual todos estamos acostumados em outros veículos de comunicação.

Contudo, ao navegar na rede, você provavelmente passa por ações de Outbound Marketing também: pop-ups, e-mails em massa, comerciais em meio ao conteúdo e interrupções de vídeos para publicidade, compõem ações nesse sentido no mundo digital e busca por seu próprio espaço por meio da atualização de conceitos.

As ações do Outbound Marketing não estão realmente focadas em atingir quem está interessado, mas, sim, atrair pessoas expostas às ações.

Agora, é provável que você tenha começado a entender a diferença, certo?

Qual a diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing?

Segundo dados da Consultoria BIP, o mercado de e-commerce brasileiro movimentou, somente em 2020, mais de R$ 94 bilhões de reais.

Este aumento gerou um entendimento generalizado: as marcas já não podem se dar ao luxo de não ter presença digital e, à medida que o tráfego virtual cresce, aumenta também a necessidade de estudar o público-alvo da maneira correta, para compreender melhor como ele espera ser abordado.

Parece claro que, digitalmente, é preciso investir em publicidade e marketing digital. 

Atualmente, no Brasil, mais de 150 milhões de pessoas são usuárias das redes sociais. Considerando que somos uma população de cerca de 210 milhões, é fácil ver que a maioria absoluta consome informações e, invariavelmente, produtos conduzidos pelo Marketing Digital.

Contudo, apesar dessa certeza, há uma dúvida central:

Como abordar o cliente?

E, neste ponto, você precisa, realmente, entender a diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing para escolher ou mesclar o que será melhor para o impulsionamento da sua marca.

No Inbound Marketing, você receberá e vai engajar pessoas que se importam com o conteúdo que você oferece e no Outbound Marketing você vai promover produtos ou serviços em busca de interessados através de interrupções na navegação voluntária.

Os dois precisam de investimento para se desenvolverem, entretanto, o Inbound Marketing exigirá investimentos menores com elevada possibilidade de resultados já que quase todo mundo está na rede procurando assuntos  para compreender.

Decida como você quer que sua mensagem chegue à sua audiência:

De forma voluntária ou não.

E, se o Inbound Marketing for a sua opção, a Fusão te ajuda a chegar lá.

Converse com a nossa equipe e conheça nossas estratégias!

Quem não gosta de uma boa história, não é? Seja qual for o tema que estamos tratando, é sempre bom conhecer narrativas que evidenciam situações e demonstram experiências relacionadas ao assunto em questão. Muito utilizado no marketing digital, o storytelling busca expressar este tipo de empatia e gerar a sensação de que a marca entende exatamente a situação pela qual o cliente em potencial está passando e demonstra soluções para aquilo.

Regularmente, somos impactados com conteúdos que saem de todos os tipos de veículos de comunicação, seja em caráter informativo ou publicitário.

A internet intensificou os interesses e a produção de materiais de informação com elevadas quantidades de conteúdos produzidos diariamente. Quando, porém, este conteúdo revela ações de pessoas que passaram por situações similares a de quem busca por soluções, a reciprocidade é imediata.

Boas histórias conectam as emoções de seu público alvo com o que você tem para vender e transformam o produto ou serviço da marca em algo muito além de consumo. 

Com o storytelling, ele passa a ser parte da rotina cotidiana e da inspiração que resulta na dissolução de um problema, mudando a vida de seus clientes.

O que é o storytelling?

Pensando em aprimorar a valorização de conteúdos, o marketing digital passou a utilizar o storytelling como um meio de transformar o ideal de uma marca na solução de problemas de seus clientes e, de modo genial, criar todo um relacionamento por meio da associação.

A estratégia é definida pela habilidade de contar histórias sobre situações que exemplificam a funcionalidade, utilidade e como seu produto ou serviço resolve um tipo determinado de contratempo com exemplos reais de modo imperativo e, assim,  você consegue intensificar o relacionamento de seu cliente com sua empresa e gerar vínculos muito funcionais.

A proposta de utilizar técnicas de storytelling na produção de conteúdos é criar este relacionamento com laços duradouros entre a sua marca e o leitor. Contando histórias variadas, que vão desde storytellings institucionais a exemplos, você vende mais que um produto ou serviço: reformula conceitos.

Como esta técnica é utilizada dentro do marketing?

Para explicar, vamos utilizar um exemplo:

Você está numa situação aflitiva financeiramente e quer melhorar sua gestão financeira. Ao pesquisar sobre como sair do vermelho, você acessa um conteúdo com a explicação de alguém que estava na mesma situação que você e superou o problema com um empréstimo a juros baixos. 

Aquela proposta é uma saída para você também, que não espera nem um minuto a mais para trocar várias dívidas por uma só com uma agência financeira segura que oferece uma nova oportunidade de organizar suas finanças de modo sensacional.

Simples assim. Com um storytelling, definimos como a técnica alcança a empatia das pessoas e gera identificação. 

Se você estivesse em situação de emergência e passasse por um conteúdo assim, qual seria sua sensação?

Sabemos qual seria: a de problema resolvido.

E, deste modo, diariamente, o marketing digital atrai clientes por meio de situações reais ou quase isso.

Como vender mais com esta técnica?

Quando o assunto é marketing digital, tudo se resume à estratégia. Com o storytelling não é diferente. A equipe responsável pela gestão de sua marca analisa seu produto ou serviço e propõe problemas que ele pode solucionar. Deste momento em diante, várias situações de familiaridade podem surgir e determinar seu lugar na vida dos leitores que passam por seu conteúdo.

A narrativa vai além de inventar temas aleatórios. Ela estuda o que aflige mais o consumidor de seu produto e explora isso com algumas regras fundamentais: o objetivo de prender a atenção, a contextualização que gera vínculo, a interação subjetiva, a apresentação de problemas com identificação relacionada à sua marca e o respeito ao começo, meio e fim da situação.

Ao ler um bom storytelling, a pessoa tende a absorver o conteúdo de uma forma mais pessoal e fica a um passo do consumo.

Para que tudo dê certo com o storytelling, o marketing digital deve focar a técnica na solução. E de soluções em marketing, a Fusão entende bem.

Já pensou em como essa estratégia pode aproximar ainda mais seus clientes de sua marca e gerar conexão (resultando em mais vendas)?

Nós podemos ajudar a sua empresa. Fale com a nossa equipe!

Conhecidos como mix ou composto de marketing, os 4Ps são um conjunto de ferramentas ativas e úteis que auxiliam o alcance das estratégias de venda de uma empresa e são pilares no planejamento de marketing. 

Fundamentalmente, abrangem possibilidades de variação que podem ser utilizadas e conduzidas como forma de direcionar a resposta do consumidor em relação à sua marca.

Criados por Neil Borden, em 1949, e aprimorado por Jerome McCarthy, os 4 Ps são as principais bases de estrutura de qualquer estratégia de marketing que gera resultados.

Se as quatro ferramentas trabalharem unidas e com influências corretas para o público-alvo, a estratégia estará segura e trará consistentes resultados.

Para chegar lá, a criação e funcionalidade do produto onde são aplicados devem estar em completo alinhamento para que seja possível definir qual consumidor específico será atraído àquele produto ou serviço, com determinação adequada, incentivo apropriado ao  conteúdo de direcionamento e, finalmente, a divulgação objetiva que fará com que o cliente em potencial sinta que seu produto ou serviço é exatamente o que ele precisa.

Neste artigo, apresentaremos tudo o que você precisa saber sobre essa estratégia tão importante.

O que são os 4 Ps do marketing?

Em marketing, os 4 Ps significam Produto, Preço, Praça e Promoção. Conheça as características de cada um com a gente.

Produto

Aqui, ficam caracterizados os produtos e serviços que serão moldados na estratégia e são definidos pelo que sua marca tem a oferecer.

Em geral, na definição desta primeira variável da estratégia de marketing, ficam as utilidades do produto ou serviço e quem se encaixa na compra dele.

Leva-se em conta qual desejo ou necessidade ele preenche na vida do consumidor, quais funções, novidades e diferenciais que ele pode oferecer, detalhamento de produção ou execução e, é claro, o ponto forte da marca em relação à concorrência.

Nesta etapa, características técnicas, ciclo de vida ou permanência e quais os principais focos de consumo em torno do que seu produto ou serviço pode proporcionar são definidos.

Preço

Dependendo do tipo de serviço prestado ou o meio de comunicação utilizado, como no marketing digital, por exemplo, que foca no enriquecimento e na valorização do conteúdo que divulga a marca, o preço não fica disponível num primeiro contato, levando o consumidor a apreciar vantagens antes de saber exatamente quanto pagará por aquilo.

No entanto, saber o custo do produto ou serviço define um fator primordial: o público-alvo.

Não basta apenas caracterizar uma faixa etária que aprecia tal item no marketing. É preciso saber como e para quem é o que a empresa tem a oferecer. Desse modo, é preciso organizar a estratégia para que chegue exatamente a quem pode consumir.

Por ser o P gerador de receita para a empresa, é a variável que deve ser tratada com o maior cuidado. É preciso definir que preço e valor se formam através de uma boa estratégia de marketing. Se seu produto parecer imprescindível, não há como recusar obtê-lo.

Praça

Também conhecido como ponto de venda ou canal de distribuição, a Praça é o local onde a empresa coloca seu produto ou serviço para venda. No marketing digital, redes sociais e blogs são os lugares ideais para fomentar o sentido do produto de modo coeso e atrativo e levar clientes até o objetivo final: a compra.

Este primeiro contato com a marca, produzido com cuidado de modo a gerar empatia e confiança, leva o cliente a conhecer o ambiente crucial de venda do produto e gera mais movimentações na Praça, ou em palavras mais claras, o canal direto de vendas.

Promoção

O quarto P, que não necessariamente se refere a abaixar valores para efetivar vendas, engloba todas as ações criadas pelo marketing tradicional ou digital para incentivar os gatilhos de compra no consumidor. Entre estas ações, estão a propaganda, a publicidade, o e-mail marketing, a mala direta e as redes sociais.

Em conjunto, os 4 Ps estruturam campanhas que se tornam verdadeiros sucessos.

Como o marketing digital trabalha utilizando os 4 Ps?

Os 4 Ps auxiliam de modo funcional a empresa de marketing. Por meio desses compostos, pode-se identificar, de forma mais centralizada e objetiva, o que seu cliente deseja, precisa ou espera do seu produto ou serviço e permite aplicar estratégias que fazem com que a pessoa impactada sinta que o que sua marca oferece é o que ela procura, estimulando o cliente a sentir que não pode ficar sem o produto.

Essenciais para qualquer planejamento de marketing, as variáveis dos 4 Ps devem ser definidas por bons profissionais que direcionarão todo o trabalho de divulgação ao lugar certo e converterão clientes para você.

Lendo tudo isso, talvez você tenha entendido a importância de obter estratégias que resultem em expansão e valor agregado. O bom marketing é planejado e estudado, não o subestime. Escolha quem entende do assunto.

Entre em contato com a Fusão e se surpreenda.

A arte de determinar pelas palavras o compromisso que um leitor pode assumir com uma marca ou empresa é sutil e de realização complexa. 

Daí, a necessidade de ter um profissional que direcione seus estudos especificamente para isso. Assim, nasceu a função do copywriter, o produtor de conteúdo especializado em transformar cada bloco de texto num ponto de venda recheado de conteúdo de valor.

Para atingir um objetivo, cada palavra é pensada na estrutura que forma o que todo bom copywriter espera: criar impacto através da informação.

Se esta premissa faz muito sentido para você, continue acompanhando a leitura!

O que é copywriting?

Copywriting é uma estratégia de produção de conteúdo totalmente direcionada à conversão. Ela é baseada na criação de textos que têm como objetivo orientar o leitor até a tomada de decisão, no caso de estratégias de marketing ou publicitários, na compra de um produto ou contratação de um serviço.

Em geral, composto de uma produção realmente massiva, o que, na verdade, até esclarece o termo “copy”, os conteúdos se assemelham muito nos temas que direcionam o leitor e o informam sobre um mesmo assunto.

Entretanto, não confunda a produção dos materiais de copywriters com meras alusões à ideia de outras pessoas. O maior causador de impacto da técnica é a originalidade.

Cada conteúdo é singular, único e exclusivo, com foco nas características específicas e previamente definidas de quem se espera converter, em outras palavras, o público-alvo.

Ao chegar até aqui, você já deve ter percebido que copywriters não produzem textos comuns. Além de serem bem estruturados, eles ainda visam toda uma campanha de conversão e ideais predeterminados em sua produção.

Muito diferentes de notícias, que têm como objetivo informar de modo coeso, a especialidade do copywriter se dá por meio da valorização do conteúdo unido à obtenção de metas.

A produção será de valia a quem lê, esclarecerá a dúvida que levou a pessoa até ali, certamente, mas, também terá a função de resolver o problema que a trouxe à busca de modo completo: seu produto ou serviço.

Como já dissemos anteriormente, esta preocupação está em cada palavra escrita, de forma a transformar o produto de venda por trás do texto num item de consumo completamente necessário à pessoa que foi atraída até ele.

Diferentemente de qualquer outra modalidade de escrita, o objetivo do copywriter é provocar uma reação imediata ao conteúdo, além de informar o leitor sobre o tema. Uma questão de utilizar o termo correto na hora adequada.

Uma vez que o texto convença o leitor a clicar em um link, assinar a newsletter ou efetivar uma compra de fato, o conteúdo alcançou a meta.

Qual o impacto do copywriter no marketing digital?

Chegando até aqui, podemos imaginar que você esteja pensando que o conteúdo produzido por um copywriter não seja dos mais simples, certo? Sim, você tem razão.

Contudo, a questão nessa função não difere de qualquer outra profissão: o estudo e a prática levam à execução adequada.

Um erro que não deve ser cometido é pensar que o trabalho não vale a pena. 

Com a adequação de conteúdos para a internet, seu negócio pode deslanchar.

Basta manter em mente a quantidade de pessoas que acessam a rede diariamente para entender que sua marca precisa estar ativa, já que, a de seus concorrentes, com certeza também estarão.

Ter qualquer negócio que não explore o que um copywriter pode produzir, reduz significativamente as perspectivas de negócios, uma vez que você perde a oportunidade de levar pessoas até sua ideia pelo meio mais utilizado para obter informação na atualidade.

Para que você entenda de modo simples, vamos expor um exemplo: se você jogar sem qualquer tipo de incentivo um link ou anúncio a usuários na rede, quais as chances de eles clicarem e efetuarem uma compra tendo acabado de ter o primeiro contato com sua empresa por meio de uma abordagem sem estratégia?

Pequena. Realmente pouco provável.

Até mesmo grandes empresas, com marcas a muito consolidadas, não deixam seus produtos e serviços somente à mercê de vendas diretas.

A publicidade se transformou na era digital e a criação de conteúdos que atraem, nutrem e convertem leads em cada etapa do funil de vendas, é algo que você não pode dispensar. 

Ao contratar copywriters para criar conteúdos exclusivos, informativos e estrategicamente produzidos, você cria um relacionamento com seus clientes muito antes de eles se tornarem um. Antes de qualquer compra, confiarão em você.

Para você entender melhor sobre esta função, que tal separarmos os tipos de escrita que você costuma consumir e determinar quem é quem nos conteúdos da internet? 

A gente explica para você.

Qual a diferença entre redator e copywriter?

A diferença mais importante entre o copywriter e o redator está no modelo da escrita. 

Na web, o redator escreve qualquer tipo de conteúdo informativo, como infográficos, blogposts ou e-books que, apesar de estarem direcionados ao público-alvo nas etapas do funil, não são criados com o intuito de venda realmente.

Por outro lado, o copywriter, ao criar estes mesmos conteúdos, utiliza técnicas de SEO e call to action, com a pegada mais direcionada de levar o leitor a uma ação direta relacionada à marca de seu trabalho. 

Em ambos os casos, boa escrita é fundamental, mas o copywriter foca cada parágrafo nas etapas adequadas do funil de vendas e este é exatamente o tipo de conteúdo que podemos oferecer.

A produção que efetiva vendas em marketing digital é uma especialidade da Fusão Online.

Converse com a nossa equipe e conheça as melhores estratégias de copywriting!

Uilizar redes sociais como forma de interação já é uma tendência irreversível de relações entre empresas e consumidores.

O ideal humanizado da comunicação mais branda que se pode obter por meio das redes sociais transforma relacionamentos estritamente comerciais em ações muito mais próximas – e com chances muito maiores de fidelização.

Tudo hoje em dia é sobre a internet que, pouco a pouco, tornou-se o maior veículo de comunicação da era moderna.

Unindo as redes sociais com estratégias bem pensadas de marketing, é possível que você crie recursos de conversão completamente efetivos e molde toda a ideia de atendimento da sua empresa pelo relacionamento próximo das redes sociais.

Contudo, você sabe como escolher a melhor rede social para o seu negócio ou como atualizá-la da forma e linguagem correta?

Se não, você está no lugar certo. Vamos esclarecer essas dúvidas para você.

Devo estar em todas as redes sociais?

A maioria das empresas tem diversos perfis e estar ali, próximo da concorrência em busca da sua fatia, já pode ser considerado uma necessidade.

De acordo com pesquisa realizada pela ComScore, uma empresa especializada em métricas de mídias sociais, o Brasil é responsável por 10% do tempo despendido em mídias sociais por todo o mundo. Isto quer dizer que pelo menos 70% dos consumidores do país investem em redes sociais para se relacionarem com as mais variadas marcas. Imagine tamanha visibilidade?

Na verdade, a indicação das redes sociais que sua empresa deve escolher e investir, depende muito do tipo de serviço e nicho. Em geral, recomendamos que Facebook e Instagram sejam utilizados pelo forte apelo visual e quantidade de seguidores e, à medida que o conteúdo se desenvolve, você pode selecionar outras também.

Tudo depende do objetivo de sua marca.

Entretanto, é preciso cuidado ao escolher diversos perfis. No Brasil, a relação entre consumidor e rede social costuma ser próxima. Deste modo, não faz qualquer sentido montar um perfil de rede social, não interagir e compartilhar informações regularmente. Considere que clientes potenciais podem estar avaliando seu serviço pela página e, quanto mais interessante ela estiver, maiores as chances de você levar a melhor sob a concorrência.

Para administrar uma rede social, é preciso empenho, dedicação e dinâmicas que gerem resultados. Para que você entenda melhor, que tal conhecer a funcionalidade das principais delas e embarcar na que melhor refletir seu negócio?

Como escolher em quais redes sociais investir?

É importante que você defina bem especificamente o nicho de sua empresa e escolha redes sociais com maior potencial de expandir sua marca. Por isso, entenda melhor o que o cliente espera de você.

1) Se sua empresa precisa de forte apelo de imagens, você precisa do Instagram

Vamos dizer que você venda produtos gastronômicos, por exemplo. O que leva a pessoa a querer sua comida? Pergunta fácil, certo? Uma imagem realmente bem feita demonstrando como aquele alimento é irresistível e precisa ser consumido. O mesmo acontece com empresas que se destinam a roupas, acessórios, sapatos… O apelo visual incute a sensação de necessidade.

A rede social Instagram é considerada uma vitrine de lojas. Pense agora mesmo no seu próprio feed por lá. Quantos produtos parecem absolutamente incríveis num mesmo dia?

De qualquer modo, o Instagram é uma necessidade para qualquer empresa pelo número realmente impressionante de usuários. Sendo considerada uma das maiores redes sociais do mundo, abarca, no momento, mais de 800 milhões de seguidores. Não tem como não estar lá.O

2) Facebook é a rede social de alcance nas ações de marketing

Recomendamos que você jamais deixe de lado o Facebook também. Apesar de a página criada por Zuckerberg estar passando por um momento de transição e diminuindo o ritmo, o Facebook ainda é a maior rede social do planeta. Com mais de 2 bilhões de usuários ativos, a rede social ainda detém 77% dos acessos, segundo pesquisa realizada pela Extra Crunch, empresa especializada em marketing digital.

Reconhecida pela ampla gama de opções de ações de marketing pagos, o Facebook promete alcance para quem entende do assunto: o Facebook ads é um excelente impulsionador de resultados.

3) LinkedIn é necessário para empresas corporativas

Esta é a maior rede social corporativa do mundo. Se seu negócio envolve ações corporativas, por favor, tenha um perfil por lá.

Com o objetivo de estimular contatos profissionais e expandir a ideia da marca num ambiente mais ligado às formalidades profissionais, o LinkedIn funciona como uma espécie de currículo da sua empresa e, dependendo do nicho em que você está, é exatamente desse formato que você precisa. Popular por conteúdos especificamente destinados à geração de valor, o que se posta por lá deve ser bem respaldado em termos de argumentação.

Se você procura por postagens simplistas, o Twitter é a rede social para você

Em formato de microblog, a rede social permite postagens de 280 caracteres, apenas. Vídeos e gifs também podem ser compartilhados. Entretanto, apesar da impressão de que não há como expor muito das suas ideias por lá, o Twitter vem crescendo em termos de relacionamento entre empresas e clientes pelo formato simples de interação.

Em geral, utilizado em conjunto com outra rede social, como Facebook ou Instagram, a todo tempo vemos que determinado assunto chegou a primeiro lugar nos trend topics de lá. O que já é um forte indício de que a rede social cresce cada vez mais.

Com cerca de 10 milhões de usuários no Brasil, o Twitter também dispõe de ferramentas de impulsionamento de marketing e gera bons resultados para pequenas ações de grande impacto.

Na Fusão, toda ideia passa por constante renovação para que sua rede social acompanhe as tendências. Criar conteúdo vai muito além de expor itens de venda. Lembre-se de que as redes sociais buscam construir relacionamentos.

É fundamental que você alimente as suas com o máximo de informações pertinentes possíveis.

Que tal buscar mais praticidade e um alcance real?

Converse com a nossa equipe!

Conceito criado por Alan Cooper, designer e programador de softwares, em 1983, para compreender melhor as funções e a real necessidade de usuários para seus programas, as personas nasceram da ideia de definir resultados por meio de quem consome o produto.

Ou seja, desde lá, a utilização de técnicas que definem personas para negócios é o norte para chegar ao público-alvo de diversas empresas que buscam interagir melhor.

Ao definir personas, você responde às principais perguntas que precisam ser feitas para que seu negócio chegue onde você espera:

Que pessoas sua marca precisa alcançar? Quais as necessidades delas?

Que tipo de conteúdo elas costumam consumir? Como educar, entreter e converter perfis?

Ficou interessado(a) nessa estratégia? Acompanhe a leitura!

O que são personas?

Basicamente, personas são personagens semifictícios. Colocamos o prefixo “semi” ali porque, muito embora sejam criadas, são perfis comportamentais que representam clientes ideais.

O foco na criação de personas é definir por meio de análise as principais características que clientes em potencial possuem de modo a criar estratégias de marketing coerentes e alcançar o principal resultado: converter pessoas.

Fundamentais nas criações de conteúdo, as personas definem que tipo de conteúdo aplicar, quando, que comportamentos são esperados e geram maior empatia e como suprir necessidades.

Logo, a criação das personas é baseada em dados de estudos estratégicos de marketing por uma equipe especializada.

Apesar de parecer simples, já que quem vende um produto ou serviço faz alguma ideia da razão de as pessoas procurarem por aquilo, definir personas é muito mais que supor resultados frente a problemas. Construí-las pode levar mais clientes para você.

Como definir as personas do seu negócio?

Para construir personas, o primeiro passo é compreender que elas partem de um longo processo de estudo. Elas são resultados de pesquisa, análise e construção de perfis e necessidades vinculadas ao seu negócio. E a ordem de montagem é, em geral, assim:

1º – Coleta de dados sobre o produto ou serviço;

2º – Pesquisa realizada com clientes variados que possam ter interesse no que você tem a oferecer;

3º – Análise profunda dos pontos principais que unem o público;

4º – Estruturação de personas para a empreitada;

5º – Compartilhamento das informações com a equipe de marketing.

Quando chegamos no último passo, invariavelmente, estamos muito mais perto de produzir conteúdos nos moldes do negócio. Isto significa que você terá muito mais acessos de pessoas que terminarão se interessando por sua venda do que curiosos que consomem o conteúdo e nada mais.

Criar personas é direcionar sua produção a clientes potenciais.

Como as personas interferem na sua estratégia de marketing?

Simples de responder. As personas te ajudam a chegar no público alvo de diferentes maneiras:

  • Personas aprofundam o conhecimento sobre o público

Conhecer seu público é o primeiro passo – e o fundamental – para compreender o alcance da sua marca e como ela deve se comunicar.

A partir da definição de personas, você caracteriza melhor o comportamento de possíveis clientes, os pontos que os convencem de vez a apostar no seu produto ou serviço e as formas como ele espera ser impactado pelo conteúdo que você produz.

  • Você vai entender melhor o valor do seu produto através das personas

A correta composição de personas estrutura as dores por trás da necessidade do que você tem a oferecer para solucionar. Ao definir esses perfis, você entende exatamente como alguém pode valorizar o que você oferece e como seu produto ou serviço transforma o cotidiano de alguém.

  • As personas definem os melhores canais de comunicação com o público

Faixa etária média, fatores comportamentais e rotina. Tudo conta ao definir as personas. Por meio desta suntuosa análise de dados, você descobre bem mais facilmente como seus futuros clientes interagem com marcas, amigos, e em busca de informações que podem levá-los até você.

Assim sendo, ao escolher a dedo os dados que comporão suas personas, poderemos definir o tom de comunicação esperado por pessoas que serão seus clientes por meio do trabalho de marketing.

Nosso estudo não é genérico ou pré-moldado. Criamos uma estratégia especificamente para a sua marca. 

Do mesmo modo que fizemos com que você se interessasse pelo que escrevemos até aqui, faremos isto por seu negócio e por você.

Entre em contato com a Fusão e redescubra os conceitos para aumentar clientes.

As palavras-chave, ou keywords, tornaram-se uma realidade tão comum no cotidiano que já fazem parte do raciocínio da maior parte da população. Toda vez que utilizamos uma fonte de pesquisa, digitamos ali as palavras exatas do que queremos saber.

Entretanto, com o passar do tempo, as palavras-chave passaram a significar muito mais que atalhos de pesquisa e começaram a determinar qual conteúdo chega primeiro ao visitante que quer aprender algo novo.

A primeira premissa é a mais singular. Empresas são criadas para resolverem problemas e, quanto mais sua marca aparece nesta posição, mais clientes vai faturar. 

Somente do ano passado para cá, mais de 626 mil empresas foram abertas no Brasil, como registram dados do SEBRAE. Nesse sentido, você pode mensurar o que apenas 10% delas com material ativo na internet poderiam incluir de conteúdo na rede.

Sabemos que você deve estar se perguntando: e o que isso tem a ver com as palavras-chave?

Bem, nossa história começa aqui.

Qual o papel das palavras-chave na estratégia de inbound marketing?

Falamos acima da quantidade impressionante de empresas querendo resolver problemas, certo? 

Todo cliente busca alguma solução, e está aí a relação com as palavras-chave: quem digita um termo numa pesquisa, quer resolver problemas também e, neste momento de necessidade, sua marca pode ser a primeira – e mais animadora – solução para o problema que aquele leitor precisa resolver.

Daí, o relacionamento próximo entre palavras-chave (o meio de busca) com o inbound marketing (a forma de chegar a quem busca), pois tudo depende de como você estrutura seu material.

Neste aspecto, o principal conselho que podemos dar é: seja mais que específico. 

Quanto maior o uso de palavras-chave que delimitam a questão central do seu conteúdo, maiores as chances de um lead vir para você. 

Se você vende bolos, por exemplo, sua palavra-chave deve ser apenas bolo ou bolo de baunilha e morango, que é o que você vende? 

Assim, quem procura por baunilha e morango te encontra mais facilmente por aqui.

Outra dica é escolher palavras-chave de cauda longa quase toda vez. 

Desta forma, você atrai quem quer seu produto e não os demais que queriam bolos de banana ou chocolate. Assim, não compromete suas métricas de inbound marketing com dezenas de pessoas consumindo seu conteúdo sem qualquer intenção de consumir seu produto também.

Não é sobre quantas pessoas leem, mas é sobre a pessoa certa que vai ler.

É claro que a repetição do termo correto conta, contudo, nas especificações do Google. Por exemplo, o modo como você aplica o termo também dimensiona seu alcance. Sendo assim, não fique preso somente à repetição, foque na elaboração experiente também.

Para você chegar aqui, sendo alguém que procura por maneiras de entender melhor sobre palavras-chave, descobriria qual é a palavra-chave desse artigo? 

Você já a leu mais de dez vezes e ela já apareceu e em dois títulos (até aqui).

Estratégia e métrica, o inbound marketing é sobre isso. 

Como definir as palavras-chave ideais para sua estratégia?

De forma prática, sua palavra-chave deve ser otimizada de modo que o Google consiga compreender o assunto tratado ali e lançar seu conteúdo nas primeiras opções de pesquisa. 

Uma curiosidade interessante é que, sem elas, o SEO simplesmente não existiria, já que são o fundamento da otimização de busca. E este pequeno adendo foi lançado para você entender sua importância, já que a palavra-chave é o que leva pessoas até sua marca. 

Para defini-las da melhor maneira, siga os passos básicos do estudo de marketing:

  • Conheça seu cliente e entenda o que ele procura;
  • Defina os objetivos do seu conteúdo: você quer mais leads, quer vender mais ou atrair visitantes? Monte seu texto com foco na busca de cada um;
  • Pesquise a sua concorrência: a forma como ela se apresenta pode definir padrões para você;
  • Por último, sempre que possível, invista em profissionais qualificados.

E, se você estiver pronto para otimizar, a Fusão Online pode ajudar você nisso. Sabemos chegar onde você precisa estar. Converse com a nossa equipe!

Naturalmente, páginas em redes sociais são fundamentais na rotina de uma empresa, mas ter um site pode mudar completamente a visibilidade do negócio e trazer inúmeros benefícios a ele.

Quanto mais organizada na produção de marketing de conteúdo a empresa é, maiores são suas possibilidades de alcance na rede.

Pense deste modo: ao optar por não ter um site, você reduz o alcance de sua empresa, favorecendo concorrentes que exploram a ferramenta que você preferiu não construir. Sendo assim, ter um site torna-se muito vantajoso. Isso porque, assim como as redes sociais, ele rompe as barreiras da localização geográfica e impede restrições de clientes neste sentido. Assim, será possível atrair consumidores de qualquer lugar do país e do mundo.

Além de deixar seu conteúdo e diferenciais sobre sua empresa melhor estabelecidos, um site pode, ainda, potencializar resultados nas mídias sociais. 

Links podem ser criados e seu lead ser direcionado a mais uma forma de estratégia, facilitando o convencimento. Sem contar que é possível através de compartilhamentos e comentários oferecer conteúdos instrutivos em seu blog. Sendo assim, a construção do site importa muito porque chegar a resultados depende de uma página com boa estratégia e conteúdos bem elaborados. 

Invista em um bom site

Como sabemos, o site é um gerador eficiente de leads para sua marca e funciona como uma vitrine. Por isso, quanto mais bonito visualmente e bem montado ele for, melhor.

Nos conceitos estratégicos de marketing, todo o material e arte produzidos são formas de persuasão. Do mesmo modo que você quer oferecer um produto de qualidade, precisa que ele seja demonstrado com o mesmo nível de exigência ou não impressionará as pessoas.

Além de elaborar um bom conteúdo, ao optar por sites responsivos – aqueles que permitem boa visualização nas diversas telas existentes, como computadores, smartphones e tablets – você garante manter mais tempo seus visitantes em sua página e torna sua marca acessível a qualquer pessoa, em qualquer lugar.

A produção de sua página deve considerar que o site é um reforço à identidade de sua empresa. Avalie a configuração de seu site e cuide da aparência dele optando por bons gestores de marketing digital.

Após definida a forma correta de aplicar suas ideias e o visual que você deseja ali, você dará um destaque associativo à sua empresa e chegará a clientes potenciais. Criando a visão de sua marca de modo adequado, você certamente verá retorno.

Conheça os benefícios do site para empresas

Um site deixa sua empresa à vista de qualquer pessoa. E, por mais que esse já seja um bom motivo para convencê-lo a investir nessa estratégia, ainda há mais para mostrar:

Optar por um site é investir em mais um canal de venda

Seja por meio de formulários de captura de e-mails ou acessos à sua loja virtual, seus clientes terão um canal a mais para conhecer sua empresa e consumir seu produto.

Bons conteúdos são bem ranqueados no Google

Produzindo seus textos com palavras-chave de buscas e boas técnicas textuais, o primeiro lugar que uma pessoa acessará para aprender sobre algo pode ser seu site. A informação adequada pode levar clientes até você.

Sites atraem potenciais clientes através de tráfego pago

Anúncios serão expostos ao visitante, conforme necessidade e estratégia. Assim, você conecta potenciais consumidores ao seu negócio no momento mais oportuno, ou seja, quando estão pesquisando sobre temas relacionados ao seu nicho de mercado.

Um site mostra com mais detalhes o que você vende

De posse de mais informações, clientes se sentem mais à vontade e confiam mais no seu produto ou serviço através do valor que você agrega à sua marca na associação.

Sua página é a extensão da sua loja física

Muito embora você, provavelmente, opere suas atividades em horários determinados, o site continua com sua proposta de serviço 24h por dia e sete dias por semana.

Optar por investir em mais visualizações é evitar o ostracismo. Permita que sua empresa cresça com tudo o que a internet oferece.

E, para garantir que sua ideia saia do papel do modo que você espera, escolha uma boa empresa de marketing digital.

Confira o trabalho da Fusão Online. Nossa meta é dar mais alcance ao seu negócio.