Marketing Digital

Considerada uma das ferramentas mais importantes do marketing online, as iscas digitais ou o formato de captação de leads Opt- in, são, basicamente, a troca de conteúdos gratuitos por contatos ou, como preferimos falar, os tão desejados leads.

Estes conteúdos, por serem especializados, possuem, em geral, um valor agregado que não chega até quem o consome por não ser comercializado.

Se você costuma acompanhar as informações do blog da Fusão, já deve entender a importância da alimentação adequada de leads para garantir um desempenho melhor da marca na área digital e as iscas são perfeitas para isso!

Através da alimentação de um lead com um conteúdo bem montado e muito útil, ou as iscas digitais, a equipe de venda tem a oportunidade de começar um relacionamento amigável com aquele lead sem empurrar de modo abrupto o produto no cliente e se arriscar a perder aquela venda.

No marketing digital, educar o cliente sobre um tema relacionado ao produto é a melhor forma de construir um relacionamento sadio e rápido que vai, com a construção adequada do funil de vendas, terminar na produção e alimentação de um lead que traz resultado.

Pense, por exemplo, que você vende um produto cosmético antienvelhecimento e, para atrair leads, produz um e-book grátis super interessante sobre como a pessoa pode conquistar saúde e beleza na pele sem ter de recorrer a procedimentos estéticos invasivos.

Esta seria uma isca digital efetiva e interessante, totalmente livre de despesa que, sutilmente, converteria o lead para você.

Genial, não é?

Vamos, então, aprender um pouco mais sobre técnicas de iscas digitais que vão gerar leads para a sua marca.

O que torna uma isca digital boa?

Para responder a esta pergunta, usaremos outro exemplo:

Você vende refeições que prometem emagrecimento. 

No entanto, seu conteúdo é tão robusto de itens impostos de forma negativa, que o lead se sente desestimulado a fazer a dieta pela quantidade de restrições do que não pode comer.

Esta seria uma isca realmente ruim porque, além de desestimular o objetivo do lead, ainda interfere no modo como ele encara sua marca.

Se, no entanto, você oferece uma isca digital que promete o emagrecimento com sabor e restrições que ele nem vai sentir falta pela qualidade da comida, ele vai entender que sua refeição é absolutamente tudo que ele precisa, já que vai se alimentar bem e de forma sadia para bater a meta do emagrecimento. 

Por isso, siga a seguinte fórmula na produção de qualquer isca digital:

  • Resolva o problema proposto através do seu produto;
  • Ceda a oportunidade de um acesso instantâneo à sua isca digital (ninguém quer passar por 20 passos para chegar na informação);
  • Produza um conteúdo de fácil absorção com a adequação de linguagem e metodologias específicas às personas do seu negócio;
  • As famosas “quick wins” funcionam bem! Estabeleça um tempo curto para o lead chegar no objetivo dele com sutis referências;
  • Demonstre autoridade no que você oferece. Seu conteúdo precisa ser rico e de firme convicção para converter!

A importância das iscas digitais na geração de leads

Já falamos um pouco sobre como as iscas digitais são úteis na geração e conversão de leads. Entretanto, você também precisa entender como esta ferramenta efetiva suas estratégias.

Para isso, é importante que você compreenda a diferença entre as iscas digitais e as chamadas para conversão.

Quando você monta um conteúdo relevante para a solução do problema de alguém, a isca, você automaticamente produz em seu lead a sensação de que seu produto entende e atende exatamente a necessidade dele naquele momento. 

Por outro lado, se você investe apenas em chamadas de ação e conversão, como as newsletter, por exemplo, que não passam de um canal para possíveis leads receberem novidades sobre uma marca, é muito menos provável que ele se interesse e voluntarie informações por não saber se ou quando vai precisar daquele serviço ou produto.

Neste ponto, explicamos a mágica das iscas digitais:

Elas vão convencer o lead de que ele precisa do que você oferece antes de chegar ao canal de venda e, desta forma, incentivar a confiança no produto muito antes da compra.

Seguro e certeiro, certo?

Por isso, não espere e aprenda estratégias que vão impulsionar sua marca de maneira real. 

5 estratégias de iscas digitais para geração de leads que você precisa aproveitar

Se você estiver pronto para converter, comece a praticar com as estratégias mais utilizadas como iscas digitais para atrair leads:

  • Checklists são demais

Favorita entre os leads, a produção de listas que, determinadas por passos, chegam a objetivos, produzem e convertem muitos leads para você.

  • Utilize exemplos que conquistaram o objetivo do tema sempre que puder

Afinal, todo mundo ama uma história que deu certo e, no fim, querem chegar naquele resultado também. Esta estratégia de isca digital é excelente para a construção de landing pages e e-mails.

  • Tutoriais não saem da moda

Falamos o tempo todo que o conteúdo deve ser rico e seu lead precisa sentir que aprendeu. Invista em oferecer conteúdos de valor que o façam aprender e confiar na sua marca o bastante para precisar dela para chegar a um objetivo.

O conteúdo precisa ser bem formulado – e esta é a melhor estratégia

Produzir da forma adequada toma tempo, exige estudo e pode determinar o sucesso de sua isca digital.

Por aqui, contamos com quem entende de fazer sua marca crescer.

Produza suas iscas digitais com a Fusão Online e alcance o sucesso através da conversão de leads.

Quem não gosta de uma boa história, não é? Seja qual for o tema que estamos tratando, é sempre bom conhecer narrativas que evidenciam situações e demonstram experiências relacionadas ao assunto em questão. Muito utilizado no marketing digital, o storytelling busca expressar este tipo de empatia e gerar a sensação de que a marca entende exatamente a situação pela qual o cliente em potencial está passando e demonstra soluções para aquilo.

Regularmente, somos impactados com conteúdos que saem de todos os tipos de veículos de comunicação, seja em caráter informativo ou publicitário.

A internet intensificou os interesses e a produção de materiais de informação com elevadas quantidades de conteúdos produzidos diariamente. Quando, porém, este conteúdo revela ações de pessoas que passaram por situações similares a de quem busca por soluções, a reciprocidade é imediata.

Boas histórias conectam as emoções de seu público alvo com o que você tem para vender e transformam o produto ou serviço da marca em algo muito além de consumo. 

Com o storytelling, ele passa a ser parte da rotina cotidiana e da inspiração que resulta na dissolução de um problema, mudando a vida de seus clientes.

O que é o storytelling?

Pensando em aprimorar a valorização de conteúdos, o marketing digital passou a utilizar o storytelling como um meio de transformar o ideal de uma marca na solução de problemas de seus clientes e, de modo genial, criar todo um relacionamento por meio da associação.

A estratégia é definida pela habilidade de contar histórias sobre situações que exemplificam a funcionalidade, utilidade e como seu produto ou serviço resolve um tipo determinado de contratempo com exemplos reais de modo imperativo e, assim,  você consegue intensificar o relacionamento de seu cliente com sua empresa e gerar vínculos muito funcionais.

A proposta de utilizar técnicas de storytelling na produção de conteúdos é criar este relacionamento com laços duradouros entre a sua marca e o leitor. Contando histórias variadas, que vão desde storytellings institucionais a exemplos, você vende mais que um produto ou serviço: reformula conceitos.

Como esta técnica é utilizada dentro do marketing?

Para explicar, vamos utilizar um exemplo:

Você está numa situação aflitiva financeiramente e quer melhorar sua gestão financeira. Ao pesquisar sobre como sair do vermelho, você acessa um conteúdo com a explicação de alguém que estava na mesma situação que você e superou o problema com um empréstimo a juros baixos. 

Aquela proposta é uma saída para você também, que não espera nem um minuto a mais para trocar várias dívidas por uma só com uma agência financeira segura que oferece uma nova oportunidade de organizar suas finanças de modo sensacional.

Simples assim. Com um storytelling, definimos como a técnica alcança a empatia das pessoas e gera identificação. 

Se você estivesse em situação de emergência e passasse por um conteúdo assim, qual seria sua sensação?

Sabemos qual seria: a de problema resolvido.

E, deste modo, diariamente, o marketing digital atrai clientes por meio de situações reais ou quase isso.

Como vender mais com esta técnica?

Quando o assunto é marketing digital, tudo se resume à estratégia. Com o storytelling não é diferente. A equipe responsável pela gestão de sua marca analisa seu produto ou serviço e propõe problemas que ele pode solucionar. Deste momento em diante, várias situações de familiaridade podem surgir e determinar seu lugar na vida dos leitores que passam por seu conteúdo.

A narrativa vai além de inventar temas aleatórios. Ela estuda o que aflige mais o consumidor de seu produto e explora isso com algumas regras fundamentais: o objetivo de prender a atenção, a contextualização que gera vínculo, a interação subjetiva, a apresentação de problemas com identificação relacionada à sua marca e o respeito ao começo, meio e fim da situação.

Ao ler um bom storytelling, a pessoa tende a absorver o conteúdo de uma forma mais pessoal e fica a um passo do consumo.

Para que tudo dê certo com o storytelling, o marketing digital deve focar a técnica na solução. E de soluções em marketing, a Fusão entende bem.

Já pensou em como essa estratégia pode aproximar ainda mais seus clientes de sua marca e gerar conexão (resultando em mais vendas)?

Nós podemos ajudar a sua empresa. Fale com a nossa equipe!

Conhecidos como mix ou composto de marketing, os 4Ps são um conjunto de ferramentas ativas e úteis que auxiliam o alcance das estratégias de venda de uma empresa e são pilares no planejamento de marketing. 

Fundamentalmente, abrangem possibilidades de variação que podem ser utilizadas e conduzidas como forma de direcionar a resposta do consumidor em relação à sua marca.

Criados por Neil Borden, em 1949, e aprimorado por Jerome McCarthy, os 4 Ps são as principais bases de estrutura de qualquer estratégia de marketing que gera resultados.

Se as quatro ferramentas trabalharem unidas e com influências corretas para o público-alvo, a estratégia estará segura e trará consistentes resultados.

Para chegar lá, a criação e funcionalidade do produto onde são aplicados devem estar em completo alinhamento para que seja possível definir qual consumidor específico será atraído àquele produto ou serviço, com determinação adequada, incentivo apropriado ao  conteúdo de direcionamento e, finalmente, a divulgação objetiva que fará com que o cliente em potencial sinta que seu produto ou serviço é exatamente o que ele precisa.

Neste artigo, apresentaremos tudo o que você precisa saber sobre essa estratégia tão importante.

O que são os 4 Ps do marketing?

Em marketing, os 4 Ps significam Produto, Preço, Praça e Promoção. Conheça as características de cada um com a gente.

Produto

Aqui, ficam caracterizados os produtos e serviços que serão moldados na estratégia e são definidos pelo que sua marca tem a oferecer.

Em geral, na definição desta primeira variável da estratégia de marketing, ficam as utilidades do produto ou serviço e quem se encaixa na compra dele.

Leva-se em conta qual desejo ou necessidade ele preenche na vida do consumidor, quais funções, novidades e diferenciais que ele pode oferecer, detalhamento de produção ou execução e, é claro, o ponto forte da marca em relação à concorrência.

Nesta etapa, características técnicas, ciclo de vida ou permanência e quais os principais focos de consumo em torno do que seu produto ou serviço pode proporcionar são definidos.

Preço

Dependendo do tipo de serviço prestado ou o meio de comunicação utilizado, como no marketing digital, por exemplo, que foca no enriquecimento e na valorização do conteúdo que divulga a marca, o preço não fica disponível num primeiro contato, levando o consumidor a apreciar vantagens antes de saber exatamente quanto pagará por aquilo.

No entanto, saber o custo do produto ou serviço define um fator primordial: o público-alvo.

Não basta apenas caracterizar uma faixa etária que aprecia tal item no marketing. É preciso saber como e para quem é o que a empresa tem a oferecer. Desse modo, é preciso organizar a estratégia para que chegue exatamente a quem pode consumir.

Por ser o P gerador de receita para a empresa, é a variável que deve ser tratada com o maior cuidado. É preciso definir que preço e valor se formam através de uma boa estratégia de marketing. Se seu produto parecer imprescindível, não há como recusar obtê-lo.

Praça

Também conhecido como ponto de venda ou canal de distribuição, a Praça é o local onde a empresa coloca seu produto ou serviço para venda. No marketing digital, redes sociais e blogs são os lugares ideais para fomentar o sentido do produto de modo coeso e atrativo e levar clientes até o objetivo final: a compra.

Este primeiro contato com a marca, produzido com cuidado de modo a gerar empatia e confiança, leva o cliente a conhecer o ambiente crucial de venda do produto e gera mais movimentações na Praça, ou em palavras mais claras, o canal direto de vendas.

Promoção

O quarto P, que não necessariamente se refere a abaixar valores para efetivar vendas, engloba todas as ações criadas pelo marketing tradicional ou digital para incentivar os gatilhos de compra no consumidor. Entre estas ações, estão a propaganda, a publicidade, o e-mail marketing, a mala direta e as redes sociais.

Em conjunto, os 4 Ps estruturam campanhas que se tornam verdadeiros sucessos.

Como o marketing digital trabalha utilizando os 4 Ps?

Os 4 Ps auxiliam de modo funcional a empresa de marketing. Por meio desses compostos, pode-se identificar, de forma mais centralizada e objetiva, o que seu cliente deseja, precisa ou espera do seu produto ou serviço e permite aplicar estratégias que fazem com que a pessoa impactada sinta que o que sua marca oferece é o que ela procura, estimulando o cliente a sentir que não pode ficar sem o produto.

Essenciais para qualquer planejamento de marketing, as variáveis dos 4 Ps devem ser definidas por bons profissionais que direcionarão todo o trabalho de divulgação ao lugar certo e converterão clientes para você.

Lendo tudo isso, talvez você tenha entendido a importância de obter estratégias que resultem em expansão e valor agregado. O bom marketing é planejado e estudado, não o subestime. Escolha quem entende do assunto.

Entre em contato com a Fusão e se surpreenda.

A arte de determinar pelas palavras o compromisso que um leitor pode assumir com uma marca ou empresa é sutil e de realização complexa. 

Daí, a necessidade de ter um profissional que direcione seus estudos especificamente para isso. Assim, nasceu a função do copywriter, o produtor de conteúdo especializado em transformar cada bloco de texto num ponto de venda recheado de conteúdo de valor.

Para atingir um objetivo, cada palavra é pensada na estrutura que forma o que todo bom copywriter espera: criar impacto através da informação.

Se esta premissa faz muito sentido para você, continue acompanhando a leitura!

O que é copywriting?

Copywriting é uma estratégia de produção de conteúdo totalmente direcionada à conversão. Ela é baseada na criação de textos que têm como objetivo orientar o leitor até a tomada de decisão, no caso de estratégias de marketing ou publicitários, na compra de um produto ou contratação de um serviço.

Em geral, composto de uma produção realmente massiva, o que, na verdade, até esclarece o termo “copy”, os conteúdos se assemelham muito nos temas que direcionam o leitor e o informam sobre um mesmo assunto.

Entretanto, não confunda a produção dos materiais de copywriters com meras alusões à ideia de outras pessoas. O maior causador de impacto da técnica é a originalidade.

Cada conteúdo é singular, único e exclusivo, com foco nas características específicas e previamente definidas de quem se espera converter, em outras palavras, o público-alvo.

Ao chegar até aqui, você já deve ter percebido que copywriters não produzem textos comuns. Além de serem bem estruturados, eles ainda visam toda uma campanha de conversão e ideais predeterminados em sua produção.

Muito diferentes de notícias, que têm como objetivo informar de modo coeso, a especialidade do copywriter se dá por meio da valorização do conteúdo unido à obtenção de metas.

A produção será de valia a quem lê, esclarecerá a dúvida que levou a pessoa até ali, certamente, mas, também terá a função de resolver o problema que a trouxe à busca de modo completo: seu produto ou serviço.

Como já dissemos anteriormente, esta preocupação está em cada palavra escrita, de forma a transformar o produto de venda por trás do texto num item de consumo completamente necessário à pessoa que foi atraída até ele.

Diferentemente de qualquer outra modalidade de escrita, o objetivo do copywriter é provocar uma reação imediata ao conteúdo, além de informar o leitor sobre o tema. Uma questão de utilizar o termo correto na hora adequada.

Uma vez que o texto convença o leitor a clicar em um link, assinar a newsletter ou efetivar uma compra de fato, o conteúdo alcançou a meta.

Qual o impacto do copywriter no marketing digital?

Chegando até aqui, podemos imaginar que você esteja pensando que o conteúdo produzido por um copywriter não seja dos mais simples, certo? Sim, você tem razão.

Contudo, a questão nessa função não difere de qualquer outra profissão: o estudo e a prática levam à execução adequada.

Um erro que não deve ser cometido é pensar que o trabalho não vale a pena. 

Com a adequação de conteúdos para a internet, seu negócio pode deslanchar.

Basta manter em mente a quantidade de pessoas que acessam a rede diariamente para entender que sua marca precisa estar ativa, já que, a de seus concorrentes, com certeza também estarão.

Ter qualquer negócio que não explore o que um copywriter pode produzir, reduz significativamente as perspectivas de negócios, uma vez que você perde a oportunidade de levar pessoas até sua ideia pelo meio mais utilizado para obter informação na atualidade.

Para que você entenda de modo simples, vamos expor um exemplo: se você jogar sem qualquer tipo de incentivo um link ou anúncio a usuários na rede, quais as chances de eles clicarem e efetuarem uma compra tendo acabado de ter o primeiro contato com sua empresa por meio de uma abordagem sem estratégia?

Pequena. Realmente pouco provável.

Até mesmo grandes empresas, com marcas a muito consolidadas, não deixam seus produtos e serviços somente à mercê de vendas diretas.

A publicidade se transformou na era digital e a criação de conteúdos que atraem, nutrem e convertem leads em cada etapa do funil de vendas, é algo que você não pode dispensar. 

Ao contratar copywriters para criar conteúdos exclusivos, informativos e estrategicamente produzidos, você cria um relacionamento com seus clientes muito antes de eles se tornarem um. Antes de qualquer compra, confiarão em você.

Para você entender melhor sobre esta função, que tal separarmos os tipos de escrita que você costuma consumir e determinar quem é quem nos conteúdos da internet? 

A gente explica para você.

Qual a diferença entre redator e copywriter?

A diferença mais importante entre o copywriter e o redator está no modelo da escrita. 

Na web, o redator escreve qualquer tipo de conteúdo informativo, como infográficos, blogposts ou e-books que, apesar de estarem direcionados ao público-alvo nas etapas do funil, não são criados com o intuito de venda realmente.

Por outro lado, o copywriter, ao criar estes mesmos conteúdos, utiliza técnicas de SEO e call to action, com a pegada mais direcionada de levar o leitor a uma ação direta relacionada à marca de seu trabalho. 

Em ambos os casos, boa escrita é fundamental, mas o copywriter foca cada parágrafo nas etapas adequadas do funil de vendas e este é exatamente o tipo de conteúdo que podemos oferecer.

A produção que efetiva vendas em marketing digital é uma especialidade da Fusão Online.

Converse com a nossa equipe e conheça as melhores estratégias de copywriting!

Conceito criado por Alan Cooper, designer e programador de softwares, em 1983, para compreender melhor as funções e a real necessidade de usuários para seus programas, as personas nasceram da ideia de definir resultados por meio de quem consome o produto.

Ou seja, desde lá, a utilização de técnicas que definem personas para negócios é o norte para chegar ao público-alvo de diversas empresas que buscam interagir melhor.

Ao definir personas, você responde às principais perguntas que precisam ser feitas para que seu negócio chegue onde você espera:

Que pessoas sua marca precisa alcançar? Quais as necessidades delas?

Que tipo de conteúdo elas costumam consumir? Como educar, entreter e converter perfis?

Ficou interessado(a) nessa estratégia? Acompanhe a leitura!

O que são personas?

Basicamente, personas são personagens semifictícios. Colocamos o prefixo “semi” ali porque, muito embora sejam criadas, são perfis comportamentais que representam clientes ideais.

O foco na criação de personas é definir por meio de análise as principais características que clientes em potencial possuem de modo a criar estratégias de marketing coerentes e alcançar o principal resultado: converter pessoas.

Fundamentais nas criações de conteúdo, as personas definem que tipo de conteúdo aplicar, quando, que comportamentos são esperados e geram maior empatia e como suprir necessidades.

Logo, a criação das personas é baseada em dados de estudos estratégicos de marketing por uma equipe especializada.

Apesar de parecer simples, já que quem vende um produto ou serviço faz alguma ideia da razão de as pessoas procurarem por aquilo, definir personas é muito mais que supor resultados frente a problemas. Construí-las pode levar mais clientes para você.

Como definir as personas do seu negócio?

Para construir personas, o primeiro passo é compreender que elas partem de um longo processo de estudo. Elas são resultados de pesquisa, análise e construção de perfis e necessidades vinculadas ao seu negócio. E a ordem de montagem é, em geral, assim:

1º – Coleta de dados sobre o produto ou serviço;

2º – Pesquisa realizada com clientes variados que possam ter interesse no que você tem a oferecer;

3º – Análise profunda dos pontos principais que unem o público;

4º – Estruturação de personas para a empreitada;

5º – Compartilhamento das informações com a equipe de marketing.

Quando chegamos no último passo, invariavelmente, estamos muito mais perto de produzir conteúdos nos moldes do negócio. Isto significa que você terá muito mais acessos de pessoas que terminarão se interessando por sua venda do que curiosos que consomem o conteúdo e nada mais.

Criar personas é direcionar sua produção a clientes potenciais.

Como as personas interferem na sua estratégia de marketing?

Simples de responder. As personas te ajudam a chegar no público alvo de diferentes maneiras:

  • Personas aprofundam o conhecimento sobre o público

Conhecer seu público é o primeiro passo – e o fundamental – para compreender o alcance da sua marca e como ela deve se comunicar.

A partir da definição de personas, você caracteriza melhor o comportamento de possíveis clientes, os pontos que os convencem de vez a apostar no seu produto ou serviço e as formas como ele espera ser impactado pelo conteúdo que você produz.

  • Você vai entender melhor o valor do seu produto através das personas

A correta composição de personas estrutura as dores por trás da necessidade do que você tem a oferecer para solucionar. Ao definir esses perfis, você entende exatamente como alguém pode valorizar o que você oferece e como seu produto ou serviço transforma o cotidiano de alguém.

  • As personas definem os melhores canais de comunicação com o público

Faixa etária média, fatores comportamentais e rotina. Tudo conta ao definir as personas. Por meio desta suntuosa análise de dados, você descobre bem mais facilmente como seus futuros clientes interagem com marcas, amigos, e em busca de informações que podem levá-los até você.

Assim sendo, ao escolher a dedo os dados que comporão suas personas, poderemos definir o tom de comunicação esperado por pessoas que serão seus clientes por meio do trabalho de marketing.

Nosso estudo não é genérico ou pré-moldado. Criamos uma estratégia especificamente para a sua marca. 

Do mesmo modo que fizemos com que você se interessasse pelo que escrevemos até aqui, faremos isto por seu negócio e por você.

Entre em contato com a Fusão e redescubra os conceitos para aumentar clientes.

Em uma estratégia de Marketing Digital, ter um blog com atualizações frequentes e criar conteúdo relevante para sua persona é muito importante, mas não é tudo.
Depois disso, vem a etapa mais crítica para o sucesso do projeto, que é medir os resultados do seu blog.
Mas afinal, você sabe por que e como se deve mensurar os resultados de um blog? Siga a leitura para saber mais sobre a análise desta ferramenta!

Por que medir os resultados do seu blog é importante?

Ao mensurar os resultados, é possível saber se suas ações de marketing de conteúdo estão alcançando os resultados desejados ou não — e o que é preciso fazer para chegar lá.

Pode parecer complicado no início, mas não é nenhum bicho de sete-cabeças. Se você ainda não sabe quais são as métricas mais importantes em um blog e como avaliá-las, continue a leitura e descubra!

No final do texto, indicaremos algumas ferramentas incríveis onde você poderá medir os resultados do seu blog automaticamente.

Mas atenção: para mensurar, é preciso ter metas claras

Afinal, é impossível chegar a qualquer lugar sem saber aonde se quer chegar. Para facilitar a concepção de metas, foi criado o método Smart. A sigla, que em inglês quer dizer “esperto”, nos fala sobre as características de uma boa meta. Veja: 

S =Specific (Específica)

M = Measurable (Mensurável)

A = Achievable (alcançável)

R = Relevant (Relevante)

T = Tangible (Tangível) 

Isso significa que, para avaliar resultados, você precisa ter muito claro qual o seu objetivo com o blog, e o tamanho da audiência que pretende alcançar.

Deve também analisar se essa meta é possível, relevante, e, sobretudo, qual o impacto que ela deve trazer aos seus negócios.

Agora que você já sabe como criar metas mais efetivas, vamos ao assunto principal: quais as informações mais importantes para medir os resultados do seu blog?

Métricas de um blog

Existem alguns indicadores quantitativos e qualitativos que facilitam bastante a mensuração de resultados de um blog, conforme explicamos abaixo:

Quantidade total de posts

Ainda na fase de planejamento, você deve estabelecer um número de publicações em um determinado período (mensal ou semanal), logo, é necessário saber se a meta foi cumprida, se deve aumentar ou diminuir. 

Quantidade de posts por assunto

Separar os posts por categorias é essencial para uma boa gestão de conteúdo em um blog, assim como saber quantos textos foram produzidos em cada uma delas  — e quais são as categorias mais visitadas.

Com isso, você terá um panorama de quais assuntos mais agradam a sua persona, podendo reforçar o conteúdo desses temas e repensar os demais.

Guest Posts

Tem quem goste de escrever ou encomendar seus próprios posts e há aqueles que possuem um “time” de blogueiros especialistas para falar sobre assuntos que demandam maior autoridade, estratégia conhecida como guest post. 

No entanto, convidar profissionais para fornecer conteúdo exige um cuidado especial, pois é preciso ter certeza de que são pessoas que realmente dominam o tema. 

Então, caso você opte por esse formato, tenha o hábito de verificar quais dos seus convidados trazem maior número de visitantes e engajamento à sua página.

Visualizações de página

Mostra quantas vezes uma página foi acessada ou um texto foi lido. É importante lembrar que cada página do site tem um resultado diferente, pois cada uma é um link.

Também é muito comum confundir os conceitos de visitas, visitantes e visualizações de página. Saiba quais são as diferenças entre eles:

Número de Visitantes (Visitantes únicos): Essa métrica diz quantas pessoas visitaram o site, sem considerar  a quantidade de acessos. 

Número de visitas: revela quantos acessos a página teve, sem considerar a quantidade de pessoas, já que o mesmo usuário pode acessar um site várias vezes no mesmo período.

Visualizações de página (Pageviews): demonstra quantas páginas do seu site foram visualizadas. Sua avaliação, em conjunto com a média de quantas páginas são acessadas por visita, pode sinalizar taxa de rejeição ou aceitação do blog, a qual veremos mais adiante.

Fazendo o acompanhamento periódico desses dados, é possível saber se o número de visitas está crescendo e implementar ações de melhoria, se necessário.

Desempenho dos posts nas redes sociais

Hoje em dia, todo mundo está nas redes sociais, por isso, é importante utilizá-las para ampliar o alcance das publicações do seu blog, o que pode gerar mais conhecimento sobre a sua marca e aumento nas vendas.

Todo conteúdo publicado deve ser compartilhado no Facebook, Twitter, Instagram e outras redes que a empresa tiver, sempre observando as diferenças de formato e linguagem de cada uma. Assim, você tem mais possibilidades de atrair novos clientes ao seu site.

Origem do tráfego

Complementando o item anterior, para ter uma presença forte nas redes, é preciso saber quais canais geram mais visitas à sua página. O tráfego pode ser gerado da seguinte forma:

  • Busca orgânica: é quando o visitante acessa seu site a partir de uma ferramenta de busca. 
  • Rede social: descubra se as pessoas estão acessando seu blog por meio das redes e saiba se você está aproveitando ao máximo o potencial delas para atrair leitores e consumidores.
  • Referência: quer uma prova de que seu blog está dando certo? Analise se seus conteúdos estão sendo citados pelos concorrentes por meio de backlinks. Afinal, um bom marketing de conteúdo é aquele que transforma sua empresa em uma referência no mercado. 
  • E-mail: Use o e-mail marketing para promover os posts do blog, pois seu lead precisa de informações úteis, e não apenas promoções.
  • Acesso direto: acontece quando o consumidor já conhece seu site e o acessa diretamente, digitando o endereço no navegador.

Número de assinantes do feed

O feed de notícias permite que os usuários recebam as atualizações automaticamente e também ajuda a avaliar a fidelidade da sua audiência.

Pois, quando uma pessoa se inscreve no feed, demonstra interesse em receber novidades da sua empresa.

Além disso, com ele é possível otimizar a jornada de compra, fazendo com que o consumidor conheça sua oferta mais rapidamente.

Bounce Rate 

O bounce rate representa a taxa de rejeição, que ocorre quando um visitante não permanece muito tempo no site ou não continua a navegação para a página seguinte.

Quando esse índice é muito alto, é um sinal de que o conteúdo não está agradando, então é hora de rever a estratégia.

Taxa de conversão 

A conversão é considerada quando o seu visitante ou cliente realiza alguma ação dentro do seu site, influenciado pelo conteúdo.

Ou seja, quantos usuários fizeram o download do e-book sugerido em um artigo; ou até mesmo adquiriram um produto ou serviço por meio do blog. Ter uma taxa de conversão alta é o maior objetivo de toda ação de marketing digital.

Saber quais os canais onde há melhor desempenho é determinante para obter melhores resultados com o marketing digital!

Ferramentas para mensuração de resultados do seu blog

As plataformas de conteúdo mais utilizadas, como WordPress, apresentam dados como o número de acessos e visualizações, entre outros, sem nenhum ônus para o usuário.

Mas existem outros mecanismos para analisar os resultados do seu blog de forma mais aprofundada, economizando seu tempo e dinheiro!

Conheça quatro deles:

1. Google Analytics

O Google Analytics contém todas as métricas do site, possibilitando a análise por período ou até mesmo em tempo real.

É possível, saber, por exemplo, quantos visitantes ele teve e o que eles acessaram; como foi o comportamento dos usuários na página, quais os conteúdos mais acessados, entre outros aspectos.

Vale lembrar que ferramenta é gratuita, mas para utilizá-la, você precisa ter uma conta de anúncios no Google.

2. Automação de conteúdo 

A programação de postagens é o segredo para executar as atividades com maior eficiência e analisar o seu impacto rapidamente.

Você também pode criar um funil de vendas e trabalhar com várias plataformas ao mesmo tempo. 

Aqui na Fusão Online, utilizamos a RD Station

3. Facebook Audience Insights

Para saber como os conteúdos do seu blog estão sendo recebidos no Facebook ou Instagram, acesse o Facebook Audience Insights.

A página fornece dados sobre o público da sua fanpage, conteúdos mais clicados e muito mais! 

4. OpSocial

O OpSocial reúne dados de vários locais, e ainda é capaz de buscar as melhores palavras-chave, aprimorando o seu SEO.

Avaliar o impacto das iniciativas de marketing online não é, nem de longe, uma tarefa simples. Exige muito empenho e uma equipe que tenha domínio do universo digital, a fim de direcionar o visitante à conversão.

Mas, com as ferramentas adequadas e criatividade, você poderá tomar melhores decisões e aprimorar o seu marketing de conteúdo!

Quer saber mais sobre como medir os resultados do seu blog e dar mais autoridade ao seu empreendimento na internet? Converse conosco!

Certamente, se você trabalha com Marketing Digital ou gerencia estratégias de uma empresa, já deve ter ouvido algo sobre “a morte do e-mail marketing”. Mas será que todo esse sensacionalismo faz sentido? E-mail marketing continua relevante como estratégia? Ou deixou de trazer resultados como afirmam?
Neste artigo, vamos apresentar quando e de que forma o e-mail marketing pode ajudar a sua empresa a vender mais e a engajar clientes e prospects!

Mais vivo do que nunca: por que apostar em e-mail marketing

Não, nós não acreditamos no fim do e-mail marketing. Pelo contrário, ele é elemento base das estratégias de Inbound Marketing que gerenciamos para nossos clientes. Também é uma ferramenta importante de comunicação com clientes e prospects para divulgação de campanhas pontuais ou lançamentos.

O que não tem mais espaço em marketing digital, na verdade, é o e-mail marketing desenvolvido como spam, enviado para um grande volume de e-mails não segmentados.

Logo a seguir, vamos dar 8 dicas para que a sua estratégia de e-mail marketing não siga este caminho. Antes, porém, queremos compartilhar alguns dados do mercado que comprovam o quanto esta ferramenta continua essencial para qualquer estratégia de Marketing!

  • 76,7% das empresas utilizam e-mail marketing em suas iniciativas;
  • Entre essas empresas, 96,1% acreditam que e-mail marketing é uma estratégia eficaz;
  • Quanto aos usuários de e-mail, 95,9% acessam sua caixa de mensagens diariamente;
  • 78,4% dos usuários de e-mail gostam de receber newsletters;
  • 76,8% destes usuários também já realizaram uma compra a partir de uma comunicação por e-mail.

Fonte dos dados: Pesquisa Email Marketing Trends 2018, realizada pela Rock Content.

Ou seja, se o objetivo é relacionamento com seus públicos e aumento nas vendas, não há motivo para abrir mão de sua estratégia de e-mail marketing.

Como construir uma boa estratégia de e-mail marketing na sua empresa

Se gerenciar campanhas de e-mail marketing continua uma estratégia importante dentro do seu planejamento, nada melhor do que aprimorar o trabalho realizado para os melhores resultados.

Abaixo listamos 8 dicas para que seus e-mail convertam mais vendas!

1.Construa uma base verdadeiramente sua

A base de e-mails precisa ser construída com muito cuidado para uma estratégia de e-mail marketing que realmente funcione. Neste caso, menos é mais. Ou seja, tem mais valor um volume menor de contatos, porém dentro do perfil do público-alvo, do que uma extensa lista de e-mails, entretanto com baixa qualidade.

Para construir esta lista, o melhor caminho é produzir e compartilhar conteúdo relevante para este público, além de manter uma estratégia comercial de prospecção ativa.

Você pode aumentar a base de e-mails com ações como:

  • Incluir formulário para cadastro em newsletter no seu site
  • Divulgar materiais ricos para download (como ebooks, ferramentas e guias)
  • Realizar eventos presenciais ou online para os quais é necessário inscrever-se

A partir dessas iniciativas, você começa a construir uma lista de contatos realmente interessada em receber mais conteúdos e informações da sua empresa.

2. Segmente seus contatos de acordo com seus interesses e comportamentos

Além de ter uma base de e-mails construída genuinamente, é preciso organizar esses contatos de acordo com diferentes interesses e comportamentos para o aperfeiçoamento e para o desdobramento da estratégia.

Desta maneira, a cada disparo ou fluxo de automação configurado, você consegue entregar mensagens mais personalizadas – e com maior propensão de levar a uma conversão.

Você pode segmentar, por exemplo, entre clientes e prospects, empresas B2C ou B2B, empresas de um determinado mercado, clientes do sexo feminino ou masculino, entre muitas outras variáveis: basta abastecer sua base de dados com informações que possibilitem essas classificações.

3. Utilize textos atrativos

O texto mantém-se como um dos principais fatores para que um e-mail entregue a mensagem desejada. Tanto o texto do assunto do e-mail quanto da própria comunicação devem ser escritos visando os melhores resultados de abertura de mensagens e de conversão (seja esta um clique ou uma compra).

Recomendamos conhecer muito bem o perfil do seu cliente para ter um copy eficaz, além de considerar o comportamento do usuário na internet: preferência por mensagens curtas e objetivas, com chamadas claras para a ação.

Dependendo do objetivo da campanha, vale a pena, ainda, conhecer boas práticas para persuasão e engajamento nesta ferramenta de comunicação!

4. Capriche nos layouts

Nem só de texto se faz um e-mail marketing, entretanto. O layout desempenha um papel fundamental no conjunto. Mas é preciso entender qual é o objetivo do e-mail antes de produzi-lo.

Se a intenção é divulgar produtos de um e-commerce, por exemplo, vale a pena caprichar nas imagens e produzir um layout com cores, botões e outros elementos.

Agora, se o e-mail faz parte de algum fluxo de automação ou deve parecer ter sido escrito pelo executivo da empresa, o melhor caminho é criar um simples layout com texto e assinatura, como se tivesse saído da sua caixa de e-mails.

Se precisa de inspiração para diferentes objetivos de mensagem, recomendamos o site Really Good Emails, com excelentes exemplos de todo o mundo!

5. Acompanhe os resultados

Pode ser que você tenha seguido todas as boas práticas recomendadas no mercado, pode ser que tenha seguido seus instintos do que funciona melhor ou, até mesmo, pode ser que tenha seguido o gosto pessoal de quem aprovou a comunicação.

O que irá determinar se um e-mail foi efetivo ou não são os resultados gerados, medidos, principalmente, por taxa de abertura, taxa de cliques e taxa de conversão a partir deles.

Por isso, se quer ter uma estratégia realmente efetiva de e-mail marketing, os testes, a mensuração e os ajustes de rota serão parte da rotina. Neste ponto, análise e criatividade combinadas que irão mudar o jogo.

6. Ajuste as comunicações

Como falamos, os ajustes serão parte da sua rotina. E o que é importante saber sobre eles?

Primeiro, que você não precisa esperar que uma campanha seja finalizada para ter acesso a dados e tomar a decisão sobre o que funciona melhor. Os testes A/B servem justamente para que você teste com uma amostra de seu público e, a partir de então, prossiga o disparo com o mais assertivo.

Segundo, que é preciso entender o que realmente deve ser mudado para o impacto que deseja. Se a taxa de aberturas tiver sido baixa, reveja o remetente ou o assunto do e-mail. Se houve poucas vendas ou cliques, a comunicação do e-mail ou seu layout podem ter sido o problema.

7. Mantenha campanhas e fluxos automatizados

Além das campanhas promocionais e das newsletter, é excelente trabalhar com fluxos de comunicação automatizados para garantir bons resultados por meio de e-mail marketing de forma recorrente.

Sua estratégia pode incluir fluxos para novos leads e clientes, de acordo com diferentes comportamentos e levando à aquisição ou ajudando em desafios como onboarding ou utilização dos produtos e serviços.

Assim como nas campanhas, também nos fluxos a mensuração é essencial para garantir máxima eficácia!

8. Combine e-mail com outras iniciativas

Por fim, a última dica para ter excelentes resultados a partir de ações com e-mail marketing é não manter esta como uma ação independente das demais.

Muitas vezes, em nossas estratégias de marketing, tratamos nossos diferentes canais de forma isolada, não pensando em como integrá-los para que os potenciais clientes e clientes atuais sejam impactados de forma mais assertiva e coerente.

Lembre-se de usar o e-mail para impulsionar sua estratégia de conteúdo no blog via newsletters, de usar sua base de contatos para fazer campanhas de remarketing em mídias como Google Ads ou Facebook Ads e de fazer call to actions para cadastro no mailing em suas redes sociais.

Desta forma, você deixará de ter públicos isolados em cada um dos canais para ter uma base de contatos realmente engajada e sendo impactada por comunicações em diferentes formatos!

O quanto suas ações de e-mail marketing são de fato estratégicas?

Assim como qualquer outra ação de marketing, o e-mail pode funcionar muito bem. Ou nem tanto. Tudo depende do quanto você será estratégico em suas ações e em seu planejamento.

Suas iniciativas de marketing devem ser desenhadas com objetivos e passos claros, considerando o melhor de cada canal ou ferramenta. Com uma visão estratégica e mão na massa para executar, certamente os resultados virão!

Se você lidera uma área de Marketing, sabe muito bem o quanto esta área pode ser dinâmica, seja pela necessidade de se adaptar às demandas da empresa, seja pelo gerenciamento de colaboradores e fornecedores simultaneamente para a entrega de todas as fases dos projetos realizados.
Por esta razão, a sua atuação à frente das diferentes iniciativas precisar ser sempre eficiente. E, nessas horas, nada melhor do que contar com o auxílio da tecnologia! Neste artigo, listamos as melhores ferramentas de gestão de Marketing para auxiliar você a alcançar seus objetivos. Confira!

Por que contar com ferramentas digitais para a gestão de Marketing?

Como mencionamos, o departamento de Marketing é marcado por uma rotina bastante dinâmica, que envolve tanto colaboradores quanto fornecedores,como agências, freelancers e outros prestadores de serviços.

Diante deste cenário, é fácil perder o controle de tarefas, orçamentos e resultados quando não se tem tudo muito bem documentado. E, neste sentido, não adianta mais apenas contar com planilhas de Excel ou anotações em cadernos e agendas.

É preciso aproveitar o melhor da tecnologia no que diz respeito a sistemas automatizados, arquivos compartilhados na nuvem e ferramentas que simplificam processos.

Desta forma, ganha-se tempo e evitam-se erros que podem comprometer os resultados da empresa.

10 Melhores ferramentas para gestão de Marketing

Existem muitas opções de ferramentas para gestão de Marketing disponibilizadas de forma digital, em modelo gratuito ou com baixo custo, para líderes da área de Marketing ou para empreendedores que assumem também esse papel.

Aqui neste artigo, apresentamos as nossas preferidas – e que, inclusive, utilizamos nos projetos de nossos clientes na Fusão Online!

1- Trello para gestão de projetos

O Trello é uma das ferramentas gratuitas para gestão de projetos mais populares entre as startups de tecnologia. Um dos motivos é sua simplicidade para utilização e também sua integração com outros serviços e ferramentas (como sistemas de CRM, por exemplo).

Inspirado no método Kanban, o Trello permite a criação de quadros de tarefas, com possibilidade de personalização de acordo com suas necessidades. Existem, inclusive, modelos sugeridos pela empresa e por usuários para as mais diversas funcionalidades – da viagem de férias ao desenvolvimento de um novo website.

2 – Appear.in para reuniões

Felizmente, as reuniões virtuais têm se tornado mais e mais populares ao longo do tempo, permitindo a otimização do tempo e também a colaboração entre pessoas de diferentes localidades.

Nessas situações, nossa escolha é o Appear.in, site que permite a realização de web conferências sem necessidade de instalação de programas ou realização de login por parte dos usuários. Além dessas facilidades, a qualidade de áudio e vídeo é também muito boa, mesmo em conexões 3G.

Como em outras ferramentas de comunicação online, pelo Appear.in você pode fazer chamadas de áudio e vídeo, compartilhar telas, enviar documentos e conversar via chat.

3 – Dropbox para gestão de arquivos na nuvem

Não há dúvidas sobre a importância de manter todos os documentos armazenados na nuvem para colaboração entre os funcionários e para evitar perda de informações importantes para o negócio.

Entre as opções, gostamos bastante do Dropbox – pelo custo e também pela facilidade de acesso, tanto pelo computador quanto pelo celular.

4 – Slack para comunicação

Esta, sem dúvidas, é uma das nossas ferramentas para gestão de Marketing preferidas. O Slack é uma plataforma de comunicação, que permite a criação de diferentes grupos para interação, nos quais é possível compartilhar arquivos, ideias e também receber notificações de diferentes sistemas integrados.

O principal benefício é aumentar a colaboração e reduzir o envio de e-mails na empresa, otimizando o tempo dos funcionários e facilitando o envio de perguntas e respostas, tanto pelo desktop quanto pelo celular.

5 – Runrun.it para controle de tempo em projetos

O Runrun.it é outra plataforma para gestão de projetos, com um diferencial importante para a área de Marketing. Além de ser ideal para criação de projetos e alocação de tarefas, com esse sistema é possível realizar controle de tempo dedicado para cada ação.

Isso é especialmente importante para empresas que necessitam prestar contas a respeito do investimento em diferentes centros de custo, com a geração de relatórios automáticos para este fim.

6 – RD Station para automação de Marketing

Já escrevemos aqui no nosso blog sobre automação de marketing e sobre o quanto essa estratégia é capaz de acelerar os resultados de uma empresa. Para gerenciar todos os processos automatizados de captura, nutrição e gestão de leads, existem também muitas boas ferramentas.

A que mais recomendamos – e da qual também somos parceiros, é o RD Station, plataforma da Resultados Digitais. Esse é o software de automação de Marketing pioneiro no país, que hoje conta com funcionalidades robustas e com bom suporte para os clientes.

7 – Mlabs para gestão de redes sociais

A gestão de redes sociais também vem se tornando mais estratégica e mais desafiadora ao longo dos últimos anos. Com mais mídias desenvolvidas, mais formatos de posts disponíveis e mudanças recorrentes na forma como estas redes mostram seu conteúdo para o público, é preciso contar com uma plataforma que faça bem mais do que agendamento de conteúdos.

O Mlabs é uma boa opção para quem deseja conciliar agendamento com análise sobre resultados, com a possibilidade inclusive de gerenciar contas pessoais – como o LinkedIn do executivo principal da empresa, por exemplo.

8 – WordPress para gestão de conteúdo em site e blog

Assim como as redes sociais, os sites se transformaram ao longo do tempo. Principalmente pelo sua função de hospedar blog e outros canais que exigem atualização frequente e simplificada a fim de atrair novos visitantes e abastecer todo o funil de Marketing.

Nos sites que desenvolvemos na Fusão Online, sempre preferimos o WordPress como plataforma de CMS (Content Management System). Entre os motivos estão facilidade de atualização, indexação em mecanismos de busca como o Google e diversidade de plugins disponíveis para os diferentes fins.

9 – Controlle para gestão de orçamentos

A gestão de orçamento é um desafio dentro da área de Marketing, especialmente pela diversidade de fornecedores e de ferramentas utilizadas, além do próprio investimento em mídia digital, em plataformas como Google Ads e Facebook Ads.

Para isso, recomendamos o aplicativo Controlle, desenvolvido para gestão de finanças de empresas. Este sistema de gestão financeira permite criação de centros de custos, cadastro de fornecedores, controle de despesas e receitas e conciliação bancária. Tudo para manter as contas dentro do previsto!

10 – Lucidchart para desenho de processos

Por fim, nossa última indicação entre ferramentas para gestão de Marketing é o Lucidchart. Este é um site para criação de fluxogramas totalmente online, onde você pode registrar processos de Marketing, desenhar projetos, realizar mapas mentais e até tornar mais visual seu organograma.

Os fluxogramas criados podem ser compartilhados com a sua equipe ou com colaboradores externos e também serem editados de qualquer lugar, com armazenamento na nuvem.

Digitalize o Marketing da sua empresa

Neste artigo, compartilhamos com você nossas ferramentas preferidas para uma gestão de Marketing mais eficiente. Quanto a isso, não poderia ser diferente: acreditamos que uma gestão mais eficaz passa pelo uso de tecnologia, principalmente de soluções que permitem a colaboração entre equipe.

É desta forma que, além de digitalizar o gerenciamento de processos em Marketing, você é capaz também de engajar e integrar a equipe, combinando o melhor da tecnologia com o melhor dos recursos humanos que fazem parte da sua empresa!

Gerenciar mídias sociais é uma atividade muito mais estratégica do que pode aparentar. Por trás de canais como Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn, deve existir um trabalho refinado para alcançar os objetivos do negócio, sejam eles relacionados a reconhecimento de marca, interação com o público ou geração de leads. Mas, para que isso aconteça, um planejamento eficiente de redes sociais é ponto de partida fundamental.
Neste artigo, vamos detalhar o passo a passo para você realizar o seu plano para mídias sociais!

Qual o papel do planejamento de redes sociais?

Antes de apresentar nosso caminho das pedras, que seguimos na execução dos projetos de nossos clientes, vale a pena ressaltar a importância de se realizar um planejamento de redes sociais antes de iniciar qualquer ação nesses canais.

Assim como em qualquer atividade da área de Marketing, trabalhar sem um direcionamento claro sobre objetivos e táticas resulta em pouca efetividade e, muitas vezes, em desperdício de verba que pode ser fundamental para o crescimento da empresa.

Infelizmente, este é o cenário da maioria das empresas que utilizam redes sociais hoje no mercado brasileiro. Segundo a pesquisa Social Media Trends, apenas 43,6% das organizações consultadas atuam com uma estratégia concreta e um calendário editorial definido para mídias sociais.

Vale destacar, neste sentido, que trabalhar com redes sociais vai muito além de simplesmente compartilhar conteúdos nestes canais. É possível alcançar resultados bastante sólidos para divulgação da marca, engajamento com a audiência, vendas e captação de leads e geração de tráfego para o site ou para o blog do negócio quanto se realiza um planejamento efetivo para redes sociais.

Etapas fundamentais para planejar ações em redes sociais

Agora, vamos apresentar o passo a passo que seguimos para planejar ações e gerenciamento em redes sociais, com o objetivo de alcançar sempre os melhores resultados:

1.Definição de objetivos a serem alcançados

A primeira coisa a ser feita, sem dúvidas, é entender o que se deseja alcançar com as redes sociais. Os objetivos aqui podem ser múltiplos, mas precisam estar 100% claros.

Alguns exemplos do que pode ser considerado:

  • Ampliar reconhecimento da marca
  • Promover uma imagem específica sobre a empresa
  • Engajar clientes e potenciais clientes
  • Gerar oportunidades comerciais
  • Atrair novos funcionários

É claro, quanto mais objetivos existirem, mais complexa será a gestão das redes sociais e a criação de conteúdo, para que todos eles possam ser alcançados, mantendo a coerência nas publicações.

2.Identificação de públicos

O segundo passo é entender os públicos que devem ser alcançados pela estratégia, aprofundando-se no perfil dessas personas. O ideal é conhecer algumas características essenciais, como as abaixo:

  • Características demográficas (como idade, gênero, localização, etc)
  • Principais desafios cotidianos que podem ser solucionados pela sua empresa
  • Como costumam se informar e quais redes sociais mais utilizam
  • Quais são suas crenças e o que valorizam

A partir de então, ficará muito mais fácil escolher quais redes sociais focar, entender como o conteúdo deve ser elaborado e definir como deve ser o tom de voz da sua marca nesses canais digitais.

3.Definição das redes a serem trabalhadas

Com objetivos e públicos definidos, é hora de escolher quais as redes sociais que serão utilizadas. Neste momento, é muito importante entender que você não precisa possuir perfis em todas elas, mas sim focar nas que trarão melhores resultados.

Caso contrário, sua equipe ou agência irá dispender energia em canais que podem ser poucos efetivos para a estratégia, em vez de aperfeiçoar as ações naqueles que trarão os resultados mais significativos.

Lembre-se que cada rede social possui suas próprias características e que você pode utilizá-las para diferentes fins. Por exemplo, caso atue no segmento B2C, poderá focar em atração de talentos no LinkedIn e em engajamento com o público consumidor em canais como Instagram e Facebook.

Mas, se atuar no mercado B2B, o foco pode ser diferente. O LinkedIn pode ser o canal para interagir com clientes e potenciais clientes, enquanto o Instagram se torna uma rede para mostrar o dia a dia da empresa de forma a engajar potenciais funcionários.

Por esta razão, é essencial dedicar tempo e atenção para os dois passos anteriores, levantando objetivos claros e entendendo o que é relevante para o público alvo e como ele utiliza redes sociais em seu dia a dia.

4. Tom de voz e identidade visual

A etapa seguinte de seu planejamento de redes sociais é muito importante: estabelecer linguagem textual e visual para o conteúdo a ser elaborado. Pode parecer algo trivial, mas não é.

Quanto ao tom de voz, ele irá representar a forma como a sua empresa falaria se fosse uma pessoa – e isso terá um grande impacto na percepção da sua marca pelos públicos. Associe características ao estilo do texto, escolhendo entre fatores como informal ou formal, técnico ou acessível, animado ou sério, entre outros.

Falando em identidade visual, ela deve refletir a identidade que a sua marca já possui, mas considerando adequação para as redes sociais em estilo de fotos e grafismos, fonte e cores. Pode-se, ainda, definir estilos diferentes para cada público, ajudando a diferenciar as comunicações.

5. Formatos e conteúdos base para calendário editorial

Finalmente chegamos ao cerne do planejamento de redes sociais, a produção de conteúdo. É claro, você não deve antecipar o desenvolvimento de postagens para um longo período de tempo, ou irá perder a espontaneidade inerente às mídias sociais.

Mas, nesta etapa, irá definir fatores como:

  • Frequência de publicação em cada rede social
  • Formatos dos conteúdos
  • Conteúdos fixos
  • Campanhas previstas
  • Datas comemorativas relevantes

Com isso, pode-se deixar uma estrutura planejada de conteúdo a ser criado semanalmente ou quinzenalmente, dentro de um escopo bastante claro. Neste momento, vale a pena buscar também referências do que outras marcas estão produzindo de conteúdo, tanto no Brasil quanto em outros países.

6. Ferramenta de gestão de redes sociais

Durante o planejamento de redes sociais é importante já escolher qual será a ferramenta de gestão para as redes sociais. Com sistemas online como Mlabs, Hootsuite, Etus e Buffer, sua empresa pode agendar publicações e gerenciar o calendário editorial, otimizando o tempo da equipe.

Para definir a melhor para a sua estratégica, considere as funcionalidades disponíveis, o preço e o suporte oferecido.

7. Atendimento via redes sociais

Cada canal de interação aberto ao público se torna também um canal de atendimento. Portanto, já no seu planejamento, considere qual será o fluxo de resposta a mensagens e comentários, assim como quais mensagens padrão devem ser utilizadas.

Caso seu público seja grande e ativo, vale a pena definir também um responsável dedicado ao menos part-time para esta função.

8. Monitoramento de resultados e interações

Da mesma forma que ao trabalhar com redes sociais você cria um canal de atendimento, terá também um novo canal para análise de resultados e interações.

Todas as redes sociais possuem ferramentas de análises com as quais poderá mensurar os resultados das publicações, além da possibilidade de integração com ferramentas de análise do seu site, como o Google Analytics.

Nesta etapa, então, você deve estabelecer quais serão as métricas monitoradas e com qual regularidade, além das metas principais a serem alcançadas.

10. Revisão e ajustes na estratégia

Por fim, existe uma atividade relacionada ao planejamento, mas que acontece ao longo da sua execução e implementação. Como todo bom planejamento, o seu plano para redes sociais deverá ser continuamente analisado e, inclusive, alterado para que os resultados sejam alcançados.

Esse dinamismo entre análise e ajuste de estratégia permitirá que suas ações não fiquem datadas e acompanhem a velocidade com a qual as redes sociais e o comportamento de seus usuários se modificam.

Refine a sua estratégia de redes sociais!

Provavelmente a sua empresa já utilize redes sociais dentro da sua estratégia de Marketing. Existem grandes oportunidades, entretanto, se você puder rever seu planejamento para esses canais digitais, especialmente se não fez isso no início do trabalho.

Com um excelente planejamento de redes sociais e objetivos claros a serem alcançados, sua estratégia trará melhores resultados e ocupará um papel importante para o crescimento da empresa!

Por mais que um negócio consiga executar muito bem todas as demandas de Marketing e Vendas internamente ou, então, com apoio de profissionais freelancers, existe um momento em que se torna importante contratar uma agência de Marketing Digital para apoiar as estratégias.
Entender, entretanto, qual é momento certo para isso e o que levar em conta ao escolher o parceiro ideal não é tarefa simples, especialmente com o grande número de agências no mercado, atuando com diferentes focos.
Para ajudar nesta importante decisão, neste artigo vamos apresentar o que consideramos mais relevante na escolha da agência mais adequada para a sua empresa!

Quando contratar uma agência:

Muitas empresas começam as suas operações e conseguem crescer sem o auxílio de uma agência. Outras, por outro lado, contam com este tipo de parceiro estratégico desde os seus primeiros passos. O que determina a hora de contratar uma agência de Marketing Digital são, essencialmente, os fatores que listamos a seguir:

Dificuldade em alcançar resultados em Vendas

Este é o motivo principal para deixar de contar apenas com os recursos internos e partir em busca de um parceiro de Marketing. Quando uma empresa tem dificuldades de, mês a mês, atingir as suas metas de Vendas, é preciso buscar fornecedores que auxiliem na geração e na nutrição de leads, via combinação de diferentes estratégias.

Isso deve acontecer sem demora, considerando o ciclo de vendas do seu negócio e o tempo médio de fechamento de novos contratos. Ou seja, se, em média, o tempo de negociação é de dois meses, contratar uma agência de Marketing Digital hoje irá impactar os resultados da empresa a partir desses dois meses entre a geração dos primeiros leads e a sua conversão.

Sobrecarga do time interno

Em muitos casos, o time interno de Marketing é muito eficiente e qualificado, porém não consegue atender a todas as demandas vindas das diferentes áreas. Desta forma, para garantir que as ações previstas no planejamento sejam executadas, vale a pena combinar esforços dos colaboradores com fornecedores externos.

O ideal, inclusive, é que seus funcionários cuidem daquelas atividades que podem ser executadas com melhor qualidade “dentro de casa”, como levantamento de briefing com diferentes áreas, e que a agência parceira auxilie no planejamento estratégico e coloque a mão na massa em serviços especializados.

Campanhas específicas

Outra situação que justifica a contratação de um fornecedor de Marketing é quando são realizadas campanhas e eventos específicos ou quando há alguma sazonalidade que resulte em aumento significativo da demanda.

Na maioria dos casos, essas situações requerem esforço maior do time de Marketing, porém não a longo prazo – não sendo necessária a contratação de mais funcionários fixos, por exemplo.

Ao contar com uma agência nesses casos, também reduz-se a curva de aprendizado para a ação, já que essas empresas já possuem equipe e processos estruturados para as diferentes demandas de Marketing Digital.

Vantagens de contar com um parceiro de Marketing:

É claro, existem outras opções para as situações que listamos no tópico acima, como o aumento da equipe ou a contratação de profissionais independentes. Por que, então, escolher uma agência de Marketing?

1.Escalabilidade

Sem dúvidas, uma empresa especializada em Marketing Digital e com profissionais experientes em diferentes áreas é capaz de escalar rapidamente as suas demandas, sejam elas relacionadas a construção de sites, conteúdo para blog, gestão de redes sociais, campanhas digitais ou outras atividades.

O tempo necessário para colocar campanhas no ar também é reduzido, pois as agências possuem experiência e processos definidos para que isso aconteça.

2. Combinação de diferentes competências

É muito oneroso e complexo do ponto de vista de gestão manter uma equipe interna de Marketing com perfis tão distintos de profissional: redator, designer, web designer, desenvolvedor, especialista em redes sociais, especialista em campanhas, etc…

Por isso, uma agência se torna um parceiro tão importante. Afinal, já existe uma equipe com excelentes profissionais em cada área, cujas horas dedicadas são ajustadas de acordo com a sua demanda – evitando sobrecarga ou ociosidade de colaboradores internos.

Além do mais, os profissionais da agência contam também com gestão especializada em suas áreas de atuação, o que contribui para a melhoria dos resultados continuamente.

3. Vivência em diferentes projetos

Outra grande vantagem de contratar agência de Marketing Digital é se beneficiar pela experiência adquirida na gestão de diferentes projetos, focados em alcançar os mais diversos objetivos.

Desta forma, as campanhas e as ações da sua empresa levarão em conta o que deu certo ou não em projetos anteriores, tanto do seu segmento de mercado quanto de segmentos que podem servir como referência para a sua empresa.

4. Custo benefício

Como falamos anteriormente, ao contratar uma agência, você paga uma taxa mensal que considera exatamente as demandas que terá para cada área, evitando o investimento em profissionais que podem ficar ociosos ou serem subaproveitados.

Portanto, embora muitos pensem o contrário, contratar agência de Marketing Digital, na maioria dos casos, é sim mais vantajoso financeiramente do que manter um grande time de funcionários com dedicação exclusiva.

5. Foco em resultados

Por fim, outro excelente motivo para se contratar um fornecedor de Marketing é que este contrato costuma ser focado essencialmente na melhoria ou na manutenção de resultados.

A agência estará totalmente dedicada a cumprir o acordo fechado com a sua empresa, colocando seus esforços para que isso aconteça. E você, como contratante, tem total direito de cobrar que esses resultados aconteçam!

O que levar em conta na hora de contratar agência de Marketing Digital?

Agora que você já conhece os motivos que justificam a contratação de uma agência e sabe as vantagens de contar com um parceiro nesta área, é importante conhecer os principais elementos a serem analisados na sua escolha:

1.Especialização

Existem agências especializadas em diferentes segmentos de mercado, atividades e modelos de negócio. O ideal é buscar por aquela que já conhece bem o cenário da sua empresa e é capaz de aplicar o conhecimento adquirido em outros projetos no seu.

2. Experiência e casos de sucesso

Falando em experiência, sempre busque informações sobre projetos e vivências anteriores, tanto da agência, quanto de seus líderes. Não há problema algum em contratar um parceiro que tenha iniciado suas operações há pouco tempo, desde que seus profissionais tenham vivências que possam ser aplicadas para alcançar os resultados que você busca.

Busque, também, casos de sucesso para, efetivamente, entender o que esta agência já realizou, preferencialmente conversando com clientes atuais ou ex-clientes.

3. Perfil de atendimento

É muito importante ter um bom fluxo de atendimento entre a agência e a sua empresa. Nessas horas, o estilo de cada lado conta muito e precisa haver uma identificação entre os negócios para que a parceria efetivamente avance com sucesso.

Aproveite as primeiras interações com as potenciais agências para ver como essa sinergia acontece!

4. Capacidade de atendimento às demandas

Por fim, é essencial ter certeza de que a agência contratada possa atender a todas as demandas que você possui e deseja delegar a um parceiro. Não é raro que empresas de Marketing sejam especialistas em alguns campos, mas não prestem serviços em outros.

Tenha certeza de que tudo que precisa seja executado com excelência!

Qual é a agência que a sua empresa precisa?

Uma agência de Marketing Digital pode ser uma extensão valiosa da sua empresa, aplicando os seus melhores recursos para que seu planejamento seja executado com qualidade e alcance os resultados desejados.

Para isso, porém, é preciso encontrar o parceiro ideal, que compreenda o seu mercado de atuação, saiba como falar com seu público potencial e tenha uma identificação genuína com o seu negócio. Portanto, na hora de escolher a sua agência, busque esses fatores, associados à competência técnica, e certamente terá sucesso!