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Quem nunca se divertiu respondendo a um teste online? Parece brincadeira, mas não é. Se você está buscando uma maneira mais rápida de atrair novos leads, criar um quiz pode ser uma boa ideia para compor a sua estratégia de marketing digital!
Por ser um jogo, essa é uma forma leve e divertida de interagir com a sua persona, obter informações relevantes sobre ela e, ainda, aumentar seu engajamento.
Reunimos neste post tudo o que precisa saber sobre como criar um quiz e incluí-lo em sua estratégia de marketing digital! Fique de olho nestas dicas!

O que é quiz e por que utilizá-lo para gerar leads

O quiz nada mais é do que um jogo de perguntas e respostas, onde o objetivo é revelar alguma coisa sobre o leitor.

Quem é da época pré-digital deve se lembrar que ele já era muito utilizado para atrair leitores nas revistas, por exemplo. 

Aplicada há tanto tempo, essa estratégia é efetiva porque mexe com a curiosidade das pessoas.  

Além disso, a gamificação é uma grande tendência e está presente em praticamente todas as ações de marketing digital, pois baseia-se na diversão para conquistar alguma recompensa.

E diversão, todo mundo quer! Saiba como criar um quiz e aumente o a visibilidade da sua marca online!

Conheça os tipos de quiz mais comuns

Há dois tipos de testes que fazem muito sucesso:

  • Personalidade: suas perguntas servem para revelar algum traço marcante da personalidade do respondente. Exemplo: Quem é você no relacionamento?
  • Conhecimento: como o nome já diz, são questões que avaliam seus conhecimentos sobre um determinado assunto: Exemplo: Você sabe tudo sobre os heróis da Marvel?

Etapas para criar um quiz

1. Escolha uma ferramenta

Já existem diversas ferramentas para você montar o seu questionário online e de graça. Aqui, vamos citar algumas: 

Survey Monkey

Neste site, você pode criar e publicar seu questionário com até 10 questões sem pagar nada, porém, a versão gratuita é bem limitada. A partir de R$ 68 mensais, você consegue fazer mais questões, customizar a página com a sua marca, compartilhar resultados com a equipe, notificações automáticas etc.

Google Forms

Atualmente, é uma das ferramentas mais populares e simples de usar, pois faz parte do conjunto de apps do Google, ou seja, é totalmente grátis! Para usá-lo, basta logar na sua conta, escolher um dos templates e montar seu teste!

Classmarker

O Classmarker é ideal para questionários de negócios ou educação. Ao cadastrar-se, você tem direito a 30 dias de teste gratuito. 

Os planos são a partir de US$ 39,95/mês ou você pode adquirir créditos para fazer pesquisas individuais a partir de US$ 25 (50 créditos).

Quizrur

Quer engajar diretamente com a sua audiência do Facebook? Use o app Quizrur! Lá, você pode criar testes de diferentes categorias, como “Certo e Errado”, “Personalidade”  “Sobre Mim” — útil para saber se os seus seguidores conhecem você ou sua empresa — ou “Lista”.  Só é necessário estar logado na rede social para acessar. 

Outgrow

É uma plataforma completa que tem várias ferramentas para melhorar seus resultados de marketing digital, entre elas o quiz, com layouts e questões prontas para serem adaptadas. Oferece 7 dias gratuitos para testar, com planos a partir de US$ 11 por mês.

WP Viral Quiz

Para quem já tem um blog no WordPress, esta é a melhor opção, pois você pode montar o seu quiz dentro da própria plataforma e publicá-lo diretamente na sua página. É só procurar o plugin e instalar. 

Definida a plataforma, agora só falta criar o conteúdo certo para o seu quiz! Você vai precisar de algumas técnicas e muita criatividade! Confira as instruções a seguir:

2. Defina o que você precisa saber do seu lead

Para criar um bom quiz de marketing, é preciso retomar as características da persona e descobrir qual seria sua principal dúvida ou problema, pois é isso que vai tornar o teste interessante para ela.

3. Crie um título impactante para o seu quiz

Assim como em qualquer conteúdo, o título precisa ser chamativo para conquistar o público. Lembre-se que esta é a primeira coisa que ele vê ao acessar uma página. 

O objetivo é convencê-lo de que aquele quiz realmente trará uma resposta que ele precisa.

Aqui, devemos usar gatilhos mentais para dar ênfase à necessidade, urgência ou desafio. Veja um exemplo: 

“Será que você realmente está preparado para trabalhar em equipe? Faça o teste e descubra!”

Perceba que as palavras “será” e “realmente” colocam em dúvida uma capacidade do leitor, despertando a necessidade de descobrir se ele a possui.

Mas é bom lembrar que linguagem e o tom vão depender muito do objetivo do teste.

4. Formule boas perguntas

Um bom quiz se faz com boas perguntas, então, a dica é não economizar na pesquisa para elaborá-lo. 

É difícil definir o que seria uma boa pergunta, já que depende muito do tema abordado, no entanto, vale a pena seguir algumas regrinhas:

  • Tom mais pessoal – adote uma linguagem simples e objetiva, que “converse” e crie proximidade com a pessoa que está respondendo.
  • Não faça perguntas longas demais – isso cansa e faz o leitor desistir de responder ao seu questionário.
  • Seja didático – explique o que a pessoa deve fazer a cada etapa. Se houver dúvidas ou dificuldades de navegação, é bem provável que ela não chegue até a questão final.

5. Utilize imagens para enriquecer o conteúdo

Você já sabe que imagens ou vídeos ajudam a capturar a atenção dos visitantes em um post de blog. E no jogo de perguntas e respostas não é diferente!

Portanto, escolha imagens atraentes relacionadas ao assunto geral do quiz ou a cada pergunta. Este é um instrumento importante para conduzir o lead ao final do teste.

6. Guie seu lead para a conversão

E por falar em conduzir, outro fator relevante é a ordem das questões. Fique atento, porque elas precisam ter uma sequência lógica para não “espantar” o leitor. A ordem recomendada é a seguinte:

  • Demográficas: nome, faixa etária, escolaridade etc. Não exagere nas perguntas desse tipo, elas são apenas para que você saiba quem é o seu lead. 
  • Comportamentais: use-as para desvendar gostos, hábitos e preferências. São informações que podem gerar novas oportunidades de negócio.
  • Opinião: são perguntas objetivas de múltipla escolha: pergunte o que ele sabe sobre o assunto e dê alternativas, sendo apenas uma delas a correta.
  • Classificação: utilize uma escala de 0 a 10 para qualificar algo.

Procure diversificar e agrupar as questões de acordo com a descrição acima. 

Dessa maneira, as perguntas mais fáceis de responder aparecem no início e as mais complexas no final, quando a pessoa já respondeu quase tudo e as chances de abandonar o teste são menores. 

Ah, e solicite o e-mail somente depois da última resposta, como condição para enviar os resultados. Depois de ter chegado até ali, o usuário vai querer saber o que o teste diz sobre ele.

6. Não esqueça os textos dos resultados

Após elaborar as perguntas, você deve pensar nos resultados. Geralmente, são 3 variações para cada teste. 


Vamos ver alguns possíveis resultados para aquele exemplo dado anteriormente, sobre a capacidade de trabalho em equipe.

  • Você é um profissional individualista e deve aprimorar sua capacidade de trabalhar em equipe, pois, assim, terá mais oportunidades de crescimento profissional.
  • Você trabalha bem em grupo, mas não aceita ser contrariado. Aprenda a lidar com a diversidade de opiniões para melhorar seu desempenho.
  • Parabéns! Você é um profissional capacitado para trabalhar em grupo, sabendo lidar com a diversidade de opiniões, fornecendo feedbacks construtivos e levando a equipe a obter melhores resultados.

7. Realize testes antes do lançamento 

As questões já estão prontas e devidamente organizadas, mas ainda falta um passo essencial para colocar o quiz no ar. Os testes! 

Afinal, é preciso verificar se o seu questionário está cumprindo os objetivos. Ele está respondendo à pergunta inicial? Os resultados que você criou são pertinentes? O tempo de resposta está longo demais? 

Peça aos seus colegas para responder o quiz como se fossem usuários reais e faça as correções necessárias — sempre há ajustes que podem trazer melhores resultados.

8. Utilize ferramentas para conversão e automação de e-mail no quiz

Quem responde ao quiz deseja receber os resultados o quanto antes. Esse é um ponto crítico da estratégia, pois, se houver falhas, o visitante não confiará na sua empresa novamente. 

Por isso, é recomendável investir numa ferramenta de automação de e-mail. Funciona como uma landing page. Integrada à página, quando o usuário clicar no botão de enviar respostas, o e-mail será disparado automaticamente.

O Zapier é uma ferramenta que faz essa integração entre a sua página e a ferramenta de e-mail marketing, e possui um plano free.

9. Divulgue seu quiz

Trabalhar na divulgação é fundamental para aumentar o número de respostas ao quiz! 

Todas as redes sociais são um ambiente propício a este conteúdo.

Dependendo do seu segmento e do tipo de questionário, ele pode viralizar rapidamente, aumentando seu nível de engajamento e as possibilidades de conversão. 

É claro que alguns temas terão melhor visibilidade em algumas redes do que em outras, mas com certeza, se bem executada, essa “brincadeira” pode alavancar a imagem da sua empresa e gerar ótimas oportunidades de negócio!

Sem ideias para criar um quiz de sucesso? Converse com a equipe da Fusão Online e tenha um conteúdo personalizado para sua empresa!

A landing page (ou página de aterrissagem) é um recurso bastante utilizado para promover uma determinada oferta online.
Por meio dela, você atrai mais consumidores para conhecerem os seus serviços e pode ter altas taxas de conversão!
Se você ainda não sabe como criar landing pages, neste post apresentamos um guia completo com os itens obrigatórios e mais 4 ferramentas para fazer páginas que convertem de uma forma bem simples! Acompanhe os próximos tópicos e prepare-se para montar a sua!

O que não pode faltar numa landing page 

1. Título atrativo

O título (ou headline) deve demonstrar claramente o benefício da sua oferta, pois essa é a primeira coisa — e, talvez, a única — que o visitante irá ver em sua landing page. 

Portanto, o leitor deve saber o que ele ganhará já na primeira frase do texto, do contrário, ele não continuará a leitura.

Para se ter uma ideia da importância deste item, segundo uma pesquisa realizada pelo site Copyblogger, especializado em copywriting, de cada 10 pessoas que acessam uma página na web, 8 lêem somente o título.

O que significa que se você não trabalhar muito bem o seu headline, todo o seu conteúdo será perdido. 

Confira algumas dicas para criar títulos mais efetivos:

  • Objetividade e concisão: como já foi dito, um bom título deve deixar claro o que você está oferecendo e os benefícios que sua persona terá ao aceitar.

Além disso, ele tem de ser curto — até 60 caracteres, para que apareça completo nas páginas de busca.

  • Crie a sensação de urgência ou escassez

Expressões como : “veja agora”, disponível por tempo limitado”, “oportunidade imperdível”, entre outras, devem ser utilizadas para despertar a urgência ou necessidade de saber mais sobre o assunto. 

  • Demonstre a utilidade do que você está apresentando

Para isso, pense no maior problema da sua persona e como seu produto pode ajudá-lo a resolver.

Essas são algumas dicas para criar títulos mais atraentes. Mas não se preocupe em fechá-lo antes de escrever todo o conteúdo, pois ele será a base para um bom headline.

Então, vamos saber agora como construir o texto perfeito para sua página de vendas.

2. Corpo do texto

Todas as características que falamos acima também devem ser aplicadas ao longo do seu conteúdo, já que você precisa prender a atenção do leitor até a última frase.

Porém, a landing page possui uma estrutura própria, que deve ser seguida:  

  • Descrição da oferta

É  preciso descrever muito bem o produto e a sua proposta de valor, destacando os pontos mais importantes, eliminando as principais dúvidas e dizendo o que o consumidor pode esperar ao adquirí-lo.

Preste muita atenção ao tamanho do texto e à extensão das frases, que devem ser curtas, pois o leitor precisa ser capaz de compreender a sua ideia em poucos minutos. Para isso, utilizamos alguns truques: 

  • Itens em tópicos (bullet points);
  • Destaque de alguns dos benefícios mais importantes (limite-se a cinco, no máximo);
  • Aplicação de recursos gráficos, como o negrito, para ressaltar as palavras-chave da sua oferta.
  • Não se prenda muito às informações técnicas de um produto, mas sim ao que ele pode fazer pelo comprador. Lembre-se que o foco são os benefícios, não as funcionalidades.
  • Não utilize hiperlinks ou menus, pois eles colaboram para desviar a atenção do visitante e acabam impedindo que ele chegue ao objetivo final, que é a conversão.

3. Formulário

O formulário  de captura é um dos elementos principais de uma landing page, já que é por meio dele que você vai solicitar as informações de contato da pessoa, para que ela se torne um lead e entre em  seu funil de vendas.

É a partir daí que a mágica da conversão acontece!

Ao montá-lo, atente-se à quantidade e ao tipo de informações solicitadas, para não provocar o efeito inverso e afugentar o seu lead. 

Peça apenas os dados que forem necessários para o cadastro em sua lista de e-mail ou na base de clientes (geralmente, o e-mail e um telefone já são suficientes).

4. Conteúdos visuais 

Vídeos e imagens ajudam a enriquecer sua página de vendas, fazendo com que o leitor assimile as informações mais rapidamente e guiando-o ao call-to-action, que é a última etapa antes da conversão. Portanto, não deixe de usá-los para demonstrar as vantagens da sua oferta.

Outros recursos que costumam dar resultado são setas e caixas de texto, que direcionam o olhar para o que precisa ser visto e destacam os trechos mais relevantes.

5. Provas sociais 

São depoimentos de pessoas que já compraram o produto ou serviço. Elas servem para fortalecer os argumentos do empreendedor e comprovar que o que ele está dizendo é verdade.

Esta é a melhor arma de persuasão que você pode ter, porque quanto mais pessoas disserem que o seu produto realmente cumpre o que promete, maiores as chances de você ganhar novos clientes! 

6. Call-to-action (CTA)

Chegamos ao ponto crucial. Se o visitante visualizou o call-to-action, pode acreditar que ele se interessou pelo que viu. 

A esta altura, falta apenas um clique para que ele se torne seu lead ou cliente! 

Assim como a primeira, a última frase que será lida antes da conversão deve priorizar a objetividade, o senso de urgência, os benefícios e a necessidade.

E deve ter, também, um botão, que nada mais é do que uma caixa de texto onde o cliente vai clicar. Já a mensagem do CTA deve ser explícita, indicando exatamente o que o lead deve fazer.

Veja alguns exemplos. 

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  • Esta promoção é por tempo limitado! Faltam apenas X horas para acabar (com um relógio para contagem regressiva, que aciona o gatilho da emergência).

7. Página de agradecimento

A página de agradecimento é o que vem depois do preenchimento e do envio de um formulário. 

O objetivo, como o próprio nome diz, é agradecer ao lead pela ação realizada, passar informações sobre o recebimento do produto ou de como os seus dados serão utilizados pela sua empresa. 

Além disso, você também pode aproveitar esse espaço para apresentar outras ofertas e direcionar o cliente a uma nova conversão.

Design da landing page

Pense que todos os itens devem ser reunidos em uma única página. Parece muita informação para pouco espaço, e é por isso que o design merece uma atenção especial. 

Conheça algumas maneiras de deixar seu conteúdo mais organizado e atraente.

  • Divida-o em blocos

 É possível criar áreas específicas para cada tipo de conteúdo. Texto, imagens, depoimentos, formulário etc.

  • Use as cores 

É comprovado que elas possuem grande influência na psicologia humana, especialmente no que se refere às atitudes de compra. 

Se você já tem uma identidade visual para sua empresa, a ideia é seguir a mesma paleta de cores. 

Mas, na área do CTA, é permitido ousar um pouco mais: aposte em tons fortes para dar destaque à ação. 

Por exemplo: se você está usando um fundo branco em sua página, convém colocar o vermelho no botão do CTA, pois a intenção é que ele ganhe contraste em relação aos demais elementos.

O tamanho é outro aspecto importante: não pode ser muito pequeno, nem grande demais.

Faça você mesmo: saiba como criar landing pages em poucos minutos!

Agora que você já conhece toda a estrutura de uma landing page, é hora de botar isso em prática. Selecionamos 4 sites onde você pode hospedar e montar a sua de forma fácil, rápida e com um visual profissional, mesmo não tendo nenhum conhecimento em programação. Vamos ver?

4 ferramentas práticas e rápidas para criar a sua landing page

1. Instapage

Com um editor drag-and-drop (arraste e solte), qualquer um pode montar uma página no Instapage, basta escolher o modelo e ir posicionando os elementos.

São mais de 70 variações customizáveis, separadas por categorias de acordo com o objetivo da landing page, como venda final ou geração de leads. Outra vantagem é a integração com o Google Analytics — imprescindível para avaliar os resultados. 

A ferramenta oferece 14 dias de teste gratuito. Após esse período, o plano mais básico custa $ 99/mês.

2. Unbounce

Este criador de sites tem o mesmo esquema do Instapage, com drag and drop e customização. Além disso, conta com um design responsivo, ou seja, adaptável a todos os dispositivos, possibilidade de realizar testes A/B, entre outros recursos.

Também oferece apenas 14 dias de teste gratuito, com planos a partir de $ 79 mensais. 

3. Launchrock

Caso você realmente não tenha grana para investir no momento, o LaunchRock é totalmente grátis, com integração com o Google Analytics e redes sociais (recursos vistos apenas nas plataformas pagas). 

E se você quiser customização de domínio, o plano profissional  sai por apenas $ 5 por mês.

A desvantagem, no entanto, é que ele exige algum conhecimento de programação.

4. I’m Creator

O I’m Creator é a opção mais completa entre as gratuitas, pois apresenta uma enorme variedade de templates prontos para usar, separados por categorias. Assim, é só selecionar o mais adequado ao seu negócio! 

Além disso, disponibiliza hospedagem ilimitada, domínio próprio, plataforma para e-commerce, design responsivo, otimização para SEO e muito mais. 

Agora é com você! Analise bem as alternativas e escolha a melhor para construir o seu site! Lembrando que, por mais que pareça fácil, criar uma página de vendas demanda algum tempo e conhecimento técnico.

Então, se você quer ter uma landing page que realmente traga resultados para sua empresa, entre em contato com a Fusão Online! Temos profissionais especializados em criar páginas para atração e conversão de novos clientes.

Hoje em dia, o consumidor pode até não comprar todos os produtos online, mas, com certeza, é na internet que ele busca informações sobre preço, vantagens, características etc, antes de tomar uma decisão de compra.
Por isso, as empresas precisam ter canais online, onde é possível alcançar exatamente o seu público-alvo e atraí-lo para conhecer o seu negócio.
Mas como fazer isso de forma eficiente? Produzindo um conteúdo relevante que ajude a solucionar os problemas dos seus potenciais clientes!
Por isso, neste artigo, abordaremos  algumas estratégias de produção de conteúdo, que, além de atrair, vão te ajudar a fidelizar clientes online!

Por que o marketing de conteúdo é bom para o seu negócio?

O objetivo do marketing de conteúdo (ou Inbound Marketing) é estabelecer um relacionamento com o consumidor antes mesmo que ele adquira um produto.

Isso fortalece a imagem da empresa, facilitando o processo de compra. 

Portanto, você deve oferecer informações de qualidade para que o visitante do seu site reconheça seu problema e saiba como o seu produto ou serviço pode ajudá-lo.

Assim, a pessoa que está em busca das informações que a sua empresa publica, entrará na jornada de compra, a qual vamos detalhar mais adiante.

E também porque esta é a única forma de seu site aparecer nos mecanismos de busca.

Acontece que, com a multiplicação das plataformas digitais, a produção de conteúdo está se tornando uma atividade cada vez mais complexa.

Mas com a estratégia correta, você pode produzir um conteúdo mais relevante e alcançar os seus objetivos de negócio! Saiba como!

Como desenvolver o conteúdo certo para sua empresa?

1. Descubra quem é a sua persona

 A persona é um personagem fictício; ou seja, uma representação do seu cliente ideal, e definí-la é a etapa mais importante da sua estratégia de conteúdo.

Afinal, é com base nas características da sua persona que você entenderá que tipo de conteúdo é mais adequado para o site da sua empresa.

Para isso, é preciso fazer uma pesquisa aprofundada, que deverá incluir informações como: 

  • Nome (fictício)
  • Idade aproximada
  • Ocupação
  • Estilo de vida
  • Hábitos 
  • Desafios 
  • Desejos 
  • Motivações

Esses são apenas alguns dados necessários para traçar o perfil da sua persona e começar a planejar seu conteúdo. Se você precisa de uma ajudinha para criá-la, não deixe de dar uma olhada nesta ferramenta.

Importante: não confunda persona com público-alvo

Apesar de terem definições muito parecidas, essas duas palavras têm conceitos distintos. Vamos ver uma descrição de ambos para que você entenda bem a diferença: 

  • Persona: Vanda tem 45 anos, é dona de casa e tem 3 filhos. Por ter se casado muito jovem, ela não conseguiu dar continuidade aos estudos, mas está pensando em retomá-los fazendo um curso superior a distância para realizar o sonho de ter um diploma.
  • Público-alvo: Pessoas de ambos os sexos, com faixa etária de 18 a 50 anos que não tenham curso superior e queiram retomar os estudos.

Considerando o exemplo acima, o público-alvo é a parcela da população a qual o consumidor  pertence. Já a persona representa o possível cliente com suas características próprias.

2. Trace metas específicas para o marketing de conteúdo

Toda a estratégia de conteúdo deve ter uma meta específica, alinhada aos seus objetivos de negócio. 

Primeiro, defina qual é o seu maior objetivo com o marketing de conteúdo e então determine metas que ajudem a alcançá-lo.

Neste momento, você pode ter como objetivo simplesmente crescer o número de leitores e seguidores. 

Então, a dica é formular uma meta para isso, conforme o modelo abaixo: 

Alcançar a marca de 1000 seguidores em 6 meses. 

Com isso em mente, será muito mais fácil elaborar campanhas que aumentem a visibilidade da sua empresa online e tragam mais clientes.

3. Conheça os tipos conteúdo e plataformas

O formato mais utilizado ainda é o texto, porém, a internet é multimídia, ou seja, permite produzir e compartilhar diversos tipos de materiais, tais como imagens, vídeos, podcasts (áudios) e gráficos.

Logo, para que a estratégia de marketing conteúdo dê certo, é preciso considerar os outros formatos, além das características de cada plataforma onde serão compartilhados

Por que divulgar a sua marca nas redes sociais?

Segundo um levantamento publicado pelo We Are Social e Hootsuite, 40% da população mundial é usuária de redes sociais, o que dá, mais ou menos, 3 bilhões de pessoas.

O Facebook é a rede mais utilizada, com 2 bilhões de usuários por mês, seguido pelo Youtube  e o Instagram.

Considerando que os brasileiros estão em segundo lugar entre os que passam mais tempo conectados à internet no mundo —, cerca de 9h por dia — é muito fácil alcançar um grande número de pessoas interessadas nos seus serviços. 

Produzindo o conteúdo certo e com consistência, você pode se transformar numa autoridade em seu segmento de mercado.

4. Crie e alimente um blog para sua empresa!

Há quem diga que ter um blog está fora de moda, mas não para quem tem um negócio deseja atrair mais clientes.

Atualmente, o blog é o centro da estratégia de marketing de conteúdo, já que é ali que ficará boa parte do material criado para atrair a sua persona.

E também é por meio dele que os mecanismos de busca poderão encontrar o seu negócio.

Dito isso, vale a pena ressaltar que a arquitetura da informação — como estarão dispostas as informações — e a linguagem visual do seu blog devem ser tão bem pensadas quanto o conteúdo em si. 

E lembre-se: o blog é um meio de comunicação muito dinâmico, portanto deve ser sempre atualizado.

É preciso estabelecer um calendário de publicações, bem como automatizar as publicações, para não perder o foco da sua estratégia.

Outro ponto muito importante para que sua estratégia de marketing de conteúdo dê resultado é o domínio.

Adquira um endereço de web próprio (.com.br)  e tenha mais chances de ficar bem posicionado no Google, pois ele entende que esses sites possuem mais relevância.

5. Estruture seu conteúdo para gerar vendas

Realizar pesquisas para identificar os temas de maior interesse, analisar tendências e formato adequado, montar um calendário de publicações.

Todas essas atribuições fazem parte da rotina de um produtor de conteúdo. Mas se ele não souber aplicar as técnicas de copywriting, a estratégia não será eficaz.

Copywriting, que é um conjunto de técnicas utilizadas para criar conteúdo persuasivo e que ajude a vender.

Para isso, é importante falar a linguagem da persona, contando uma história e trazendo a solução para algum problema.

Além disso, o conteúdo deve conduzir a alguma ação, para que seu visitante possa tornar-se um lead.

Ao final do conteúdo, ofereça um material gratuito ao leitor, solicitando em troca algum dado para contato.

Que tipo de conteúdo posso oferecer ao meu lead?

  •  E-mail marketing (newsletter com atualizações do blog);
  • Conteúdos ricos: materiais mais extensos que visam aprofundar o conhecimento do lead sobre algum tema ou auxiliá-lo em algum processo. Pode ser um e-book, um vídeo, modelo de planilha, webinar, entre outros.
  • Demonstrações ou casos de sucesso relativos ao seu produto.

È necessário pensar em conteúdos diferentes, de acordo com o estágio em que ele encontra na jornada de compra. Entenda melhor como isso funciona:

6. Funil de vendas, jornada de compra e o marketing de conteúdo

Se você trabalha numa empresa, já deve ter ouvido falar em jornada de compra, que é o caminho que o cliente faz desde a descoberta até a aquisição de um produto.

Ela é composta por quatro fases:

  • Aprendizado e descoberta – primeiro contato do visitante com seu produto ou serviço, neste momento ele está buscando informações.
  • Reconhecimento do problema – ele já está consciente do problema e precisa da solução.
  • Consideração da solução – aquele que já conhece o seu produto, os benefícios e está estudando as alternativas.
  • Conversão – quando ele está pronto para fazer a aquisição. 

O funil de vendas tem a missão de organizar esse processo e identificar em que momento da jornada o seu lead está.

Abaixo estão as fases do funil:

  • Topo do Funil – concentra os leads que estão na fase de aprendizado e descoberta.
  • Meio do Funil – relativo àqueles que estão na etapa de reconhecimento do problema e consideração da solução.
  • Fundo do funil – corresponde às pessoas que já estão prontas para adquirir a sua solução.

Essa metodologia proporciona uma abordagem mais eficaz.

Por meio dela, é possível direcionar a comunicação adequada para cada lead e reconhecer quando ele está pronto para receber uma oferta direta. 

Cada ação do Inbound Marketing deve contribuir para que o seu lead avance dentro do funil de vendas e chegue à etapa final, que é a compra!

Assim, independente do nicho de mercado, com uma estratégia de Inbound bem elaborada, sua marca ganha autoridade e você aumenta suas vendas! 

Então, não perca mais tempo e comece já a traçar uma estratégia de marketing de conteúdo para sua empresa!

Muitas pessoas ainda não entenderam o que é SEO, porque é um tema bem complexo. Se este é o seu caso, leia este post atentamente, pois ele vai te ajudar! 

 

Explicando o que é SEO

Definitivamente, nada é mais importante para alavancar o seu negócio do que ter uma boa presença digital, o que significa ser encontrado online.

E é para isso que servem as técnicas de SEO, sigla em inglês de otimização para os mecanismos de busca.

De maneira bem simples, podemos dizer que esta é uma peça-chave da sua estratégia de marketing digital, porque permite que seu site apareça nas pesquisas e, consequentemente, possa ter mais visitas.

Mas para entender o que é SEO, você precisa saber como funcionam as ferramentas de busca, principalmente o Google.

 

Desvendando os mistérios do Google

Sem dúvida, o Google é o mecanismo de busca mais utilizado do mundo.

É ele quem “dita as regras”, determinando se um conteúdo é ou não relevante e mostrando para o usuário.

Os resultados de uma pesquisa podem ser classificados da seguinte forma:

  • Pagos: itens marcados como “anúncios”, feitos via Google Adwords, por isso, ganham destaque. 
  • Orgânicos: resultados que aparecem na sequência aos anúncios; não foram pagos e estão ali apenas porque as páginas apresentam conteúdos relevantes e são otimizadas.

E se você ainda não acredita no poder do SEO, aí vão alguns dados que comprovam o seu valor:

  • O primeiro resultado orgânico recebe a maior parte dos cliques (cerca de 33%).
  • Somente os três primeiros links após os anúncios são vistos. O restante é quase sempre ignorado.

Mas, afinal, quais os pontos mais importantes para melhorar o ranqueamento da sua página inicial ou blog? Contaremos todos os segredos!

Colocando seu site na primeira página de buscas

Talvez você não saiba, mas o Google é capaz de ler tudo o que é publicado. E, com o avanço das tecnologias, sua leitura vem se aprimorando a ponto de ele compreender o conteúdo da mesma forma que nós, humanos. Tudo graças ao famoso algoritmo.

Por isso, para que o seu material seja considerado relevante em determinada pesquisa, é preciso seguir algumas regras, que abordamos abaixo:

Palavra-chave

Quando buscamos um produto, temos que inserir palavras que tenham relação direta com ele, do contrário, a busca trará itens que não tem nada a ver com o conteúdo publicado.

Como produtor de conteúdo, seu papel é pensar como o consumidor vai procurar pelo produto ou serviço que você está promovendo, e assim, encontrar as palavras-chave mais relacionadas ao a ele.

 Há basicamente dois tipos de palavras-chave:

  1. Head-tail (cauda curta)

 Consiste em uma única palavra ou um grupo pequeno de palavras que abrange um nicho de mercado. Possuem maior número de buscas por mês, mas também concorrência alta (muitos sites falando sobre o mesmo tema). 

Exemplo: veículos

  1. Long-tail (cauda longa)

São termos ou frases que tornam uma busca mais específica, descrevendo exatamente o que se deseja:  

Exemplo: veículos automáticos em São Paulo.

Não por acaso, as palavras-chave de cauda longa são as mais utilizadas, pois costumam gerar resultados mais assertivos. 

Encontrando as suas palavras-chave

Existem diversas ferramentas que ajudam a fazer o seu planejamento de palavras-chave. Aqui, destacamos três delas:

1. Google Keyword Planner

Nada melhor do que pegar os dados direto da fonte. No Google Keyword Planner, você coloca uma palavra-chave específica e a ferramenta te dá o volume de buscas para aquela palavra, além de muitas outras opções de acordo com o que as pessoas estão buscando mais naquele período. 

Isso ajuda a descobrir outros termos relacionados e ter novas ideias de conteúdo. 

O Keyword Planner também mostra os principais dados para saber se uma palavra-chave é competitiva (concorrência alta, média ou baixa). 

Então, o ideal é escolher palavras que tenham um volume de busca alto com concorrência média para baixa. 

É bom observar, também, que esta é uma ferramenta atrelada ao Google Adwords  e que, portanto, você deve ter uma conta para ter acesso a ela. Caso não queira investir em Adwords, crie uma campanha fictícia e deixe-a pausada.

      2. SemRush 

O SemRush é uma das ferramentas mais completas para analisar os resultados do seu website, pois além de verificar palavras-chave, ela permite analisar o seu domínio e o de seus concorrentes, planejar anúncios, entre outros, tornando sua estratégia de marketing digital muito mais efetiva. 

O site oferece versão gratuita, mas para usufruir de todas as suas funcionalidades, é necessário adquirir um dos planos.

  3. Ubbersuggest

Já o Ubersuggest tem tudo o que você precisa para otimizar suas publicações sem pagar nada por isso. 

A ferramenta informa o volume de buscas mensal; se esta é uma palavra fácil ou difícil de ranquear, quais outros sites estão ranqueando com a mesma palavra, entre outros recursos. 

Se você está no início do seu projeto e ainda não possui grana para investir, o Ubersuggest é uma ótima opção para iniciar sua estratégia de SEO!

Aplicando a palavra-chave no conteúdo

Lembra que comentamos que o algoritmo do Google estava mais exigente? Pois é. Agora, ele também faz a análise semântica (sentido) das palavras. 

Então, se antes bastava escolher uma única palavra-chave para e repetí-la ao longo do texto, hoje é preciso trabalhar com todas as variações possíveis do termo, o que é bom, pois deixa o texto mais natural. 

Ainda bem que os planejadores de palavras-chave já estão fornecendo várias alternativas à palavra principal, como mencionamos há pouco.

Agora que você já sabe como usar as palavras-chave, é preciso atentar a outros fatores mais complexos, que abrangem tanto os elementos internos (on page) quanto externos (off page) do site. 

É o que veremos a seguir.

Elementos On Page

Qualidade

Conforme dissemos anteriormente, o algoritmo do Google é capaz de ler e avaliar o que você escreve. Por isso, não adianta publicar qualquer texto inserindo só as palavras-chave e achar que vai dar tudo certo. 

O Google vem evoluindo cada vez mais nos critérios de ranqueamento, exigindo, principalmente, qualidade no conteúdo publicado. 

Mas o que é um conteúdo de qualidade na visão do buscador? Ele considera três fatores, que são os chamados E-A-T:

  • Expertise (nível de conhecimento);
  • Authoritativeness (autoridade);
  • Trustworthiness (confiabilidade).

O Guia de Qualificação de resultados de busca do Google esclarece que, para que o seu conteúdo apareça entre as primeiras posições nas páginas de busca, ele deve, em primeiro lugar, ser produzido por alguém que tenha um grande conhecimento sobre o assunto abordado. Ou seja, você deve comprovar que entende do que está falando. 

Além disso, é importante que o site tenha uma boa autoridade, isto é, seja mencionado e recomendado por outras fontes em seu nicho. E, por último, que seja uma fonte confiável, apresentando dados e informações corretas ao seu leitor.

Outro ponto considerado pelo Google é a proposta de valor do seu site. O texto do guia diz o seguinte: 

“Websites ou páginas criadas sem nenhuma proposta de benefício, sem a intenção de auxiliar usuários ou que disseminam ódio, danos ou enganam ao leitor recebem o rating mais baixo”. (tradução livre). 

Isso quer dizer que, para que seu site seja bem avaliado pelo algoritmo de busca, ele deve ter uma proposta clara de benefício ao leitor, trazendo informações úteis e confiáveis, o que dará a ele a autoridade necessária para subir no ranking de pesquisa.

Tamanho  

Conteúdos mais extensos costumam ser melhor ranqueados. É o que diz um levantamento feito pela  Search IQ. De acordo com ele, o tamanho médio dos conteúdos nas primeiras posições é de aproximadamente 2.500 palavras.

Apesar disso, os especialistas em marketing digital afirmam que não existe uma regra para a extensão do texto. O importante é que ele responda todas as dúvidas do leitor. 

Título interno (Title Tag)

É o título do seu post, e a primeira coisa que o visitante verá quando acessá-lo. Note que esse título deve ser diferente do SEO Title, que é o que aparece na página de busca. 

Porém, ambos devem ser atraentes e deixar claro o que o leitor aprenderá com aquele post. Além disso, devem conter a palavra-chave principal que será trabalhada ao longo do texto.

URLs amigáveis

URL é o endereço que leva ao seu site. Ao inserir uma publicação no seu blog, geralmente a ferramenta cria um endereço aleatório, o qual deve ser personalizado com o título do seu post. 

Um detalhe importante é que ele também precisa conter a palavra-chave, pois o Google considera isso para ranquear. E quanto mais simples e direta for a sua URL, melhor.

Heading Tags

Todo post tem uma estrutura que deve ser seguida. Ela é composta pelo título, corpo de texto e intertítulos (H1, H2, H3).  

Por isso, o ideal é dividir o seu conteúdo por temas e utilizar intertítulos para separá-los, da seguinte forma:

  • Título principal – H1
  • Intertítulos – H2
  • Intertítulos – H3 (se houver subtemas que se referem ao mesmo intertítulo).

Essa padronização facilita a escaneabilidade, que é a identificação dos temas tratados no texto rapidamente, o que é importante tanto para o Google quanto para o visitante do seu site.

Responsividade

Atualmente, as pessoas acessam a internet no seu computador, celular ou tablet. Por essa razão, é fundamental ter um site responsivo, isto é, que possa ser visualizado em todos dispositivos. 

Então, se você está construindo um site, verifique se a plataforma se adapta aos dispositivos móveis. Caso ele já esteja no ar mas não seja responsivo, vale providenciar, porque esta é uma norma do Google.

 

Elementos Off Page

Linkbuilding e autoridade

Já imaginou ter o seu texto citado e linkado nas páginas concorrentes? Isso é o linkbuilding, atributo extremamente valorizado no SEO.

Uma vez que os seus links começam a aparecer com frequência em outros canais, a ferramenta entende que seu site possui autoridade sobre determinado assunto, elevando automaticamente a sua posição nas buscas.

E não custa lembrar que quanto mais bem posicionado seu site estiver, mais tráfego ele receberá. 

Menções nas redes sociais

Você já deve ter reparado que todos os blogs contém botões de compartilhamento, para incentivar o usuário a compartilhar o que leu em suas redes sociais. 

Portanto, utilize esse recurso em seu site e reforce o pedido ao final do texto, pois assim seu conteúdo ganhará visibilidade. E esse engajamento também impacta no SEO.

Localização

Com o recurso de geolocalização, fica muito mais fácil melhorar o ranking das páginas de empreendimentos locais. Quando você acessa o site para pesquisar algo, ele já detecta onde você está e te indica os serviços mais próximos.

Então, lembre-se de  configurar direitinho a localização do seu negócio e não perca nenhuma oportunidade de ser encontrado!

Agora que você chegou até aqui, não resta mais nenhuma dúvida: para o seu site ficar entre os primeiros resultados nas buscas, a solução é investir em SEO! 

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Eles até podem ter surgido como um diário virtual para que pessoas compartilhassem pela internet a sua rotina, as suas ideias e os seus pensamentos. Hoje, porém, os blogs são também um canal de marketing poderosíssimo para os negócios, como recurso para posicionar a marca, atrair prospects e se relacionar com clientes.
Um blog corporativo, porém, não pode ser colocado no ar sem um excelente planejamento, o qual passa por entender a sua importância e as suas funcionalidades, além de considerar alguns cuidados essenciais a serem tomados. Neste artigo, vamos apresentar os fatores que consideramos ao elaborar este tipo de estratégia para nossos clientes na Fusão Online. Confira!

Por que é importante ter um blog corporativo?

Temos observado, nos últimos anos, um largo crescimento no volume de empresas que possuem um blog corporativo. Mais do que “seguir a onda” do que os outros negócios estão fazendo, entretanto, é preciso considerar como um canal como este pode contribuir para seus resultados – e se vale mesmo a pena investir em um.

Propriedade do conteúdo

Uma das principais vantagens em se possuir um blog corporativo associado ao site da sua empesa é que este canal permanece de sua total propriedade. Isso é essencial para que faça todos os ajustes que desejar e, principalmente, para mantê-lo ativo ao longo do tempo.

Gostamos de enfatizar este ponto pois vimos recentemente muitos negócios perderem resultados vertiginosamente por investirem exclusivamente em redes sociais que deixaram de existir ou mudaram de forma significativa seus algoritmos, prejudicando a estratégia.

Portanto, quando falamos em canais de marketing, o blog corporativo é um recurso importante para que sua empresa tenha maior controle sobre os resultados e sobre os conteúdos produzidos.

Percepção de marca

Em um cenário no qual 48% das compras iniciam com uma busca online (Smart Insights), fornecer ao consumidor um posicionamento mais amplo sobre a sua marca é essencial para conduzir as vendas com mais assertividade.

É claro, o site corporativo precisa já oferecer as informações básicas sobre a empresa, produtos e serviços. É no blog, porém, que você consegue detalhar melhor o seu posicionamento sobre tendências e mercado, apresentar cases de sucesso de seus clientes e aprofundar a forma como entrega suas soluções.

Ou seja, o blog corporativo acaba se tornando um reforço online para tudo que sua empresa vende em diversos canais, com fácil acesso para seus potenciais clientes.

Apoio a campanhas

O blog corporativo também funciona como um excelente apoio para suas campanhas de Marketing, mesmo que sejam conduzidas no ambiente offline. Em primeiro lugar, pois você consegue captar uma série de estatísticas a partir de ferramentas de análise de tráfego – o que possibilita um entendimento mais amplo sobre seu público desejado.

Além disso, é possível usar o blog como repositório de conteúdo, como canal de divulgação e como meio de captação de dados para campanhas de remarketing (que usam cookies de navegação para segmentar usuários que já visitaram seu site ou blog).

Geração de leads

Por fim, o último fator pelo qual recomendamos a nossos clientes que coloquem um blog corporativo no ar é também um dos mais importantes: gerar oportunidades reais de negócios. Por meio de uma estratégia bem elaborada de Inbound Marketing, você pode atrair visitantes, converter leads e nutrir prospects utilizando seu blog como canal principal.

Desta maneira, é possível gerar leads com menor custo e de forma sistematizada, aumentando as oportunidades comerciais trabalhadas pela empresa e também obtendo maior valor a partir delas.

Antes de ter um blog corporativo…

Ter um blog corporativo é importante para uma boa estratégia de Marketing, disso não há dúvidas. Entretanto, muito mais do que colocá-lo no ar e começar a escrever artigos, é necessário olhar para fatores sem os quais este canal não será capaz de entregar os resultados esperados. Listamos os principais deles abaixo:

Tenha um bom site

O melhor cenário é associar o seu blog corporativo como uma seção de seu site, inclusive direcionando visitas entre um e outro. Porém, se o seu site ainda não está bem desenvolvido, é preciso dar um passo atrás.

Ter um bom site corporativo, com clareza sobre a empresa e sobre os produtos ou serviços, com uma boa navegação para o usuário e com design condizente com a qualidade do negócio é fundamental. Caso isso ainda não seja a realidade para você, vale a pena ter em mente uma reformulação deste importante canal.

Conheça o seu público

O principal atrativo de um blog corporativo é responder as dúvidas de seu potencial cliente sobre assuntos relacionados à sua área de atuação. Porém, se você não entender realmente quem é seu público, sobre quais são as suas dúvidas e sobre como é seu dia a dia de trabalho, fica muito difícil acertar neste ponto.

Portanto, um bom planejamento sobre as buyer personas vem antes do lançamento do blog corporativo da sua empresa – é a partir daí, inclusive, que poderá definir sua estratégia de conteúdo.

Planeje a estratégia de conteúdo

Falando em estratégia de conteúdo, este é outro fator essencial para ter bons resultados com seu blog corporativo. Muito mais do que elaborar uma lista de pautas a serem trabalhadas, esta etapa envolve pesquisar termos de busca relevantes para seu perfil de cliente, entender como entregar informações em cada etapa do funil de marketing e vendas e planejar detalhadamente o briefing para cada artigo, garantindo que eles não tomem um rumo diferente do que é o posicionamento da empresa.

Com uma estratégia de conteúdo clara, é inclusive mais fácil seguir em frente, pois há um entendimento bastante delimitado do que deve ser escrito e divulgado neste importante canal de comunicação da empresa.

Pense nos canais de distribuição

Apesar de o grande objetivo para as empresas que mantêm um blog corporativo ser conquistar visitantes por meio do tráfego orgânico (através de pesquisas do Google), é importante ter o conhecimento de que alcançar volume a partir desta fonte de aquisição leva tempo e requer esforço até que haja uma consolidação do número de visitantes.

Antes de seis meses, por exemplo, mesmo com uma excelente produção de conteúdo, é difícil obter resultados muito expressivos. O motivo principal é o tempo que o Google e as outras ferramentas de busca levam para indexar suas páginas de conteúdo e, no caso de novos blogs, para entender que este é um canal de informação relevante.

Por esta razão, ao mesmo tempo em que consolida seu tráfego orgânico, considere como irá utilizar outros meios de distribuição para os seus artigos. E-mail e redes sociais ainda são excelentes fontes de visitas para blogs, assim como o tráfego gerado a partir de sites e blogs parceiros.

Planejar ações para cada uma dessas origens desde o início do blog corporativo de sua empresa irá garantir volume de visitantes já nos primeiros momentos, podendo acelerar os resultados.

Sua empresa está pronta para investir em um blog corporativo?

Chegando ao final deste artigo, possivelmente você tenha concluído que precisa iniciar ou, então, melhorar o trabalho de sua empresa em torno do importante canal de marketing que é um blog corporativo. De fato, nossa recomendação é que não perca tempo decidindo se vale a pena ou não iniciar esta estratégia.

Construir e manter um blog corporativo é ainda uma ação de relativo baixo custo para empresas do segmento B2B, que pode resultar em oportunidades comerciais excelentes a médio e a longo prazo. Adiar sua implementação, portanto, pode significar a perda de ganhos importantes para que seu negócio se mantenha competitivo no mercado. Procure um parceiro de marketing, capitalize os recursos internos e coloque a mão na massa para fazer esta iniciativa crescer sem demora!